MITOS ISLÂMICOS

segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

As vítimas Cristãs esquecidas de Aleppo

Andando pelas vizinhanças predominantemente Cristãs da cidade de Aleppo - Azizieh, Siryan, Sulaimaniyah e Midan - ainda se podem ver os cartazes dos dois bispos, raptados pelos militantes islâmicos no ano passado, pendurados sobre as janelas das lojas, sobre as paredes e até nos carros. As pessoas por aqui não os esqueceram visto que o evento ainda se encontra bem fresco e bem doloroso tal como se ele tivesse ocorrido ontem. O rapto dos bispos foi um evento simbólico, indicado o colapso generalizado das relações comunitárias inter-religiosas num países sob o reino duma guerra civil sectária, e marcou o fim duma longa era de paz e de segurança relativas para os Cristãos da Síria.

As próprias ruas exibem um tipo de "normalidade" enganadora e surreal, o tipo de "normalidade" onde edifícios esburacados, ruas com buracos, carros destruídos, e até calçadas manchadas de sangue são visões normais e esperadas à medida que as pessoas seguem a sua vida normal sem olhar duas vezes. Esta é a vida actual, e esta é a realidade aqui. Como as coisas eram antes da guerra é irrelevante, as memórias daqueles lindos e distantes dias não importam e nem são mais levados em consideração.

O medo é palpável na cidade; ele paira de modo pesado no ar e um pouco por todo os sítios onde se vai, semelhante a um potente e enjoativo perfume. Ainda é possivel ver o medo no olhar das pessoas, nas linhas profundas das suas faces; pode-se ouvir o medo através da forma como andam e nas suas conversas; só se fala nisso.

Mas um novo tipo de medo permeia esta antiga e profundamente enraizada comunidade. O genocídio e a limpeza étnica são ameaças reais que assombram a consciência colectiva dos Cristãos da Síria. O destino terrível que se abateu sobre os seus co-religionistas do outro lado da fronteira em Mosul fez com que esta realidade fosse assimilada duma forma brutal e assustadora. A genocida e niilista seita da morte conhecida como "Estado Islâmico" está determinada em destruir tudo o que não seja igual a ela, e tem estado envolvida numa violência imparável que deixou para trás um trilho de corpos decapitados e valas comuns, normalmente corpos de minorias étnicas e religiosas.

Os militantes não escondem as suas campanhas genocidas compostas por matanças em massa e violência medieval; pelo contrário, para além de se divertirem com elas, eles celebram-nas abertamente e com alegria. Para eles, a violência não é um meio para um fim, mas o próprio fim.

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Yousef é um lojista na vizinhança predominantemente Cristã de Sulaimaniyah, que testemunhou bombardeamentos constantes por parte dos rebeldes desde que a guerra civil dividiu o país em Julho de 2012. O seu irmão serve no exército Sírio em Damasco. Durante uma conversa, ele falou-me das questões e ansiedades predominantes que estão a atravessar a sua comunidade:

Porque é que os muçulmanos moderados não fazem mais para parar os extremistas que se encontram no meio deles? Será que eles concordam com a sua ideologia e com o seu extremismo? Vimos centenas de milhares de protestantes nas ruas manifestando-se contra os abusos do regime, portanto, porque é que não estamos a ver milhares de protestantes contra o que o EIIL tem vindo a fazer? Pior, temos visto actualmente muitas pessoas e grupos rebeldes a juntarem-se a eles. Existem muitas centenas destes grupos rebeldes, mas eles são todos iguais, todos eles têm esta ideologia extremista contra nós. A minha conclusão é que estes grupos e o EIIL têm o apoio das forças anti-governamentais para o que estão a fazer.

Os Cristãos da Síria tentaram, no seu todo, ficar de parte desta furiosa guerra civil mas frequentemente vêem-se envolvidos na confusão e nestes eventos sangrentos. Em mais do que uma ocasião, os Cristãos tornaram-se no ponto central da acção, tal como em Maaloula, Yabrud e Kassab, bem como em raptos altamente publicitados de freiras e sacerdotes.

Mas as vozes começam a questionar se eles devem continuar na sua neutralidade durante este conflito, que eles olham como um que se modificou para se tornar num conflito que os tem como alvo, e que está a ameaçar a sua comunidade com a aniquilação. Muitos acreditam que pegar em armas, pelo menos para auto-defesa, é uma escolha sábia, mas outros sentem que isto iria irritar e inflamar ainda mais os seus inimigos, fazendo com que eles venham a levar a cabo actos criminosos ainda mais horrendos.

Tal como muitos habitantes do Oeste de Aleppo, também alguns Cristãos tiveram que fugir à violência que rasgou a sua cidade; muitos nunca mais irão regressar. Mas ao contrário do êxodo em massa dos Cristãos em outros lugares, de modo geral, os Cristãos de Aleppo ficaram na sua cidade, sugerindo que a comunidade Cristã de Aleppo permanece ainda conectada com a sua casa ancestral, e são uma parte integral do diverso mosaico social, étnico e cultural da cidade.

Mas o medo duma limpeza étnica tal como aquela que está a ser observada no Iraque ainda causa medo. George, mecânico e dono duma garagem em Sulaimaniyah, afirmou:

Os Cristãos de Aleppo não irão ficar se o regime perder o controle da cidade. A sua estadia aqui será finalizada. Talvez para sempre. Os jihadis takfiri assegurar-se-ão disso. O seu plano é o de limpar a nação de pessoas não-sunitas. Por enquanto, eles estão a usar tácticas de medo e propaganda para intimidar as pessoas de modo a que elas abandonem a cidade antes deles chegarem; é assim tão fácil. É por isso que eles levam a cabo esses crimes macabros perante as câmaras, para vencer sem que tenham que disparar uma única bala. E quando eles invadem novas áreas, eles queimam as nossas igrejas e confiscam as nossas casas e os nossos negócios. Eles querem apagar todos os traços da nossa presença nas nossas terras. Que tipo de mensagem estão eles a emitir? Porque é que alguém haveria de querer juntar-se a tua religião sob ameaça?

George acusa o Ocidente de ser cúmplice da remoção de Cristãos do Médio Oriente:

Porque é que os Estados Unidos não levaram a cabo acções militares quando o EIIL perseguiu os Cristãos em Raqqa e Mosul? Porque é que só agora, quando são os Yazidis a serem atacados, é que eles levaram a cabo uma acção militar? Existe um plano de remoção de todos os Cristãos do Médio Oriente. É uma coisa de doidos. O Ocidente tem os mesmos planos que os terroristas têm para nós! E isto é claro: actualmente a França está a aceitar os refugiados Cristãos provenientes do Iraque, mas no Mali, a França enviou um exército para derrotar os terroristas. Será que eles são terroristas no Iraque e no Mali, mas revolucionários na Síria?

Muitos do argumentos que Yousef e George abordaram foram ecoados por toda a comunidade Cristã em Aleppo, indicando a sua partilhada situação e ansiedade, independentemente da sua afiliação política. Nem todos os Cristão de Aleppo apoiam o regime; de facto, uma larga percentagem deles não apoia, mas igualmente significante é que não se encontrará Cristão algum que dê o seu apoio aos rebeldes.

O bombardeamento recente e repetido da Igreja Católica Siríaca, um edifício enorme e icónico bem no centro da antiga comunidade Cristã de Azizeh, é visto por muitos como uma mensagem clara por parte dos rebeldes, revelando as suas verdadeiras intenções em relação à comunidade Cristã. Yousef afirma:

Já não há mais necessidade de manter a pretensão de libertação e liberdade. Eles [os rebeldes] foram bem sucedidos em vender essa imagem para o mundo exterior ao mesmo tempo que levavam a cabo as suas verdadeiras intenções na Síria em plena luz do dia.

domingo, 31 de Agosto de 2014

Muçulmanas tentam explodir sinagoga de Lyon

Duas adolescentes foram presas sob suspeita de conspirar para explodir uma sinagoga em Lyon. Segundo a JSS News e a Europe 1, uma fonte da agência de segurança Francesa "Central Directorate of Homeland Intelligence" revelou que as raparigas islâmicas, com 15 e 17 anos, foram presas nos bairrros de Tarbes e Venissieux há uma semana, depois das autoridades terem revelado um plano de levar a cabo um ataque suicida dentro da Grande Sinagoga de Lyon. Elas foram indiciadas no dia 22 de Agosto por conspiração pra cometer terrorismo.

Uma fonte de segurança não-identificada revelou que as duas adolescentes nunca tinham encontrado mas que se haviam mantido em contacto apenas através das redes sociais:

Estas raparigas fziam parte duma rede mais alargada de jovens islamistas que estavam a ser monitorizadas pelos serviços de segurança.

A preocupação no seio dos serviços de segurança têm estado em crescimento devido ao aumento da radicalizaçãoonline, particularmente depois da proliferação de videos criados pelos grupos jihadistas tais como o Estado Islâmico no Iraque e no Levante (EIIL).

Uma recente notícia detalhou o aumento da violência anti-semita por toda a Europa, incluindo ataques na sinagoga de Paris em Julho último, e um incidente em Maio de 2012, em Toulouse, onde um atirador muçulmano matou sete pessoas numa escola judaica, incluindo um professor e três crianças.

Roger Cukierman, presidente do "Representative Council of French Jewish Institutions" (CRIF), disse o seguinte ao Newsweek.

O jihadismo tornou-se no novo nazismo. Isto está a fazer com que as pessoas considerem abandonar a França.

Numa declaração emitida num fórum online, a "National Bureau of Vigilance Against Antisemitism" (BNVCA), um dos grupos mais importantes no combate ao anti-semitismo, ressalvou que as sinagogas têm-se tornado de modo crescente alvo populares para os islamitas e para os terroristas. As medidas excessivas levadas a cabo para garantir a segurança dos locais de adoração judaicos transformou-ous em "semi-fortalezas", disseram eles. 

O BNVCA atribui as recentes vagas de crimes anti-semitas à influência de partidos políticos não identificados e secções dos média, que "colocam o estado Judaico contra o estado Islâmico em Gaza".  Eles apelaram também ao Ministro do Interior Francês para tomar todas as medidas de segurança possíveis de modo a impedir mais ataques, particularmente durante eventos religiosos Judaicos tais como o Yom Kippur, que tem início no princípio de Outubro.

Os cidadãos Judeus estão de modo crescente a ficar pessimistas em relação ao seu futura na França.

Fonte

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Os jovens muçulmanos estão a recorrer ao terrorismo de modo crescente, mas a única resposta que as nossas autoridades e os nossos líderes dão é que "esta violência de maneira alguma está relacionada com o islão". Mas se o terrorismo transcende as religiões, e não está umbilicalmente ligada aos ensinamentos de Maomé, porque é que não vêmos Cristãos, Budistas, Judeus e Hindus a fazerem o mesmo tipo de actos terroristas?

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quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

A reacção islâmica à decapitação de James Wright Foley

O grupo islâmico conhecido como EIIL ["Estado Islâmico do Iraque e do Levante" ou ISIS, em inglês] levou a cabo mais um acto de devoção islâmica e obediência a Maomé e a Alá, deus dos maometanos, ao gravar a decapitação do foto-jornalista Americano James Wright Foley e exibir o vídeo do assassinato ao mundo. Alegadamente, esta decapitação é resposta aos ataques aéreos que Barack Hussein Obama, presidente dos Estados Unidos, ordenou que fossem levados a cabo no Iraque.

O video extremamente gráfico, obtido por várias agências noticiosas e que também exibe Obama a falar a partir da Casa Branca no dia em que ele declarou aos Americanos que havia autorizado ataques aéreos no Iraque, mostra James Foley, jornalista freelancer que estava associado à GlobalPost e que havia sido raptado enquanto trabalhava na Síria, a recitar ameaças aos Americanos antes de ser executado por um muçulmano do grupo EIIL (que falava inglês com sotaque britânico, o que só por si é bastante revelador dos problemas futuros que a Europa terá com os mais de 50 milhões de maometanos que já se encontram em terras Europeias).

Foley foi raptado sob ameaça de armas numa perto da povoação Taftanaz no norte da Síria, no dia de Acção de Graças de 2012. Durante todo o tempo que entretanto passou, não se obteve qualquer notícia do seu paradeiro nem da sua condição. O pai de Foley, John Foley, afirmou:

Não soubemos de nada. Nada. A última coisa que soubemos foi que ele havia sido raptado no dia de Acção de Graças de 2012 na província de Idlib, mas não sabemos quem o levou ou o porquê dele ter sido raptado.

Foley, oriundo de Rochester (New Hampshire) viajou extensivamente pelo Médio Oriente e pelo Norte de África, reportando conflictos no Iraque, no Afeganistão e na Líbia, onde ele chegou a estar cativo durante 44 dias. Em Maio de 2011 Foley gravou uma entrevista-vídeo para o The Boston Globe sobre a sua prisão e cativeiro na Líbia:

Ninguém quer ser definido como aquele homem que foi capturado em 2011. Acredito que o jornalismo das linhas da frente é importante.

No video do assassinato de Foley, os muçulmanos do EIIL declararam ter na sua posse um segundo jornalista, Steven Joel Sotloff. Depois da decapitação de Foley, um muçulmano é visto junto de Sotloff e a declarar, "Obama, a vida deste cidadão Americano está na tuas mãos!" Sotloff, um freelancer que trabalhou para várias organizações noticiosas, desapareceu na Síria em Agosto de 2013.

Numa mensagem colocada na página do Facebook com o nome de “Free James Foley,” a mãe de Foley, Diane, disse que estava orgulhosa do seu filho, e pediu "privacidade para os dias que se seguem."

A porta-voz do "National Security Council" da Casa Branca, Caitlin Hayden, disse que a "comunidade dos serviços secretos está a operar o mais rapidamente possível" para determinar a autenticidade do video:

Se for confirmado como genuíno, então nós estamos estarrecidos com o brutal assassinato dum inocente jornalista Americano, e expressamos as nossas profundas condolências à família e aos seus amigos.

Modificado a partir do original

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O Alcorão ordena os maometanos a castigar aqueles que "semeiam a corrupção" em terras islâmicas [5:33]:

O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.


Infelizmente, o crime de "semear a corrupção" é tão vago que os maometanos podem usar este versículo para matar quem quer que seja, incluindo um repórter inocente como James Wright Foley. Qualquer pessoa pode ser acusada de "semear a corrupção" e ser vítima de assassinato desde que um muçulmano assim considere. O simples facto de Foley pagar impostos ao governo Americano é o suficiente para ele ser acusado de financiar o inimigo, o que também é motivo para os maometanos o considerarem um alvo legítimo.

A reacção islâmica ao bárbaro assassinato de Foley é mais ou menos o que já sabe (embora a elite esquerdista ocidental se recuse a fazer a ligação entre os actos islâmicos e a teologia islâmica): 










Ou seja, a culpa da decapitação de Foley é de Obama, mas ao mesmo tempo, não há nada de mal em decapitar os "inimigos de Alá". Este tipo de racionalização islâmica é bem comum entre os maometanos.

domingo, 24 de Agosto de 2014

Porta-Voz do Estado Islâmico que ameaçou "Içar a Bandeira de Alá Sobre a Casa Branca" morto na Síria

Porta-voz do EIIL Abu Mosa prometeu que iriam "humilhar" os Estados Unidos no campo de batalha e "içar a bandeira de Alá na Casa Branca" mas ele nunca chegará ver os seus planos em acção visto que o Exército Sírio tratou de colocar um fim à sua vida. Abu Mosa obteve fama mundial quando apareceu num documentário da Vice News, onde ele ameaçou seriamente os Estados Unidos:

Só digo isto aos Estados Unidos: o Califado Islâmico foi estabelecido e não será parado. Não sejam cobardes e ataquem-nos com drones. Em vez disso, enviem-nos os vossos soldados, os mesmos que humilhamos no Iraque. Nós iremos humilhá-los em todo o lugar, se Alá quiser, e iremos içar a bandeira de Alá na Casa Branca.

Mais tarde, na mesma semana, um apoiante do Estado Islâmico, fez um tweet da bandeira negra do EIIL (com o seu telefone) em frente à Casa Branca.

O grupo EIIL tem estado a escalar o seu conflito com os Estados Unidas, que tem levado a cabo ataques mísseis contra posições do EIIL no Iraque. Durante esta semana, os militantes decapitaram o jornalista James Foley, ao mesmo tempo que avisavam os Estados Unidos a não se envolverem no conflicto. No video da execução de Foley, o seu assassino afirmou:

Este é James Wright Foley, um cidadão Americano do vosso país. Como governo, vocês têm estado na linha da frente da agressão contra o Estado Islâmico.

Vocês fizeram planos contra nós, e saíram do vosso caminho só para arranjarem motivos para interferir nos nossos assuntos. Actualmente, a vossa força aérea militar está a atacar-nos diariamente no Iraque, e os vossos ataques causaram casualidades entre os muçulmanos.....

Qualquer tentativa tua, Obama, de negar aos muçulmanos os seus direitos de viver em segurança sob o califado Islâmico, resultará em mais derramamento de sangue entre o vosso povo.

Embora as notícias em torno da morte de Abu Mosa ainda não tenham sido confirmadas, uma conta do Twitter pró-EIIL mencionou a sua morte, dizendo que "O irmão Abu Mooussa foi martirizado durante confrontos mísseis" por parte do Exército Árabe Sírio em Raqqa.



Fonte: http://bit.ly/1AGHPAR


sábado, 23 de Agosto de 2014

Fatwa: Homens podem espiar as mulheres enquanto elas tomam banho

Clérigo islâmico Egípcio alegou que os homens podem espiar as mulheres enquanto elas tomam banho, o que gerou uma onda de indignação junto dos outros estudiosos islâmicos. Segundo Osama al-Qusi, pregador ultra-ortodoxo, os voyeurs podem olhar para as mulheres enquanto elas tomam banho, desde que eles tenham interesse em casar com elas.

Num video traduzido pela rede informativa al-Arabiya, al-Qusi afirma:

Se forem realmente honestos, e tiverem intenção de casar com essa mulher, e se tiverem a chance de se esconder e observá-la em segredo e ver as coisas que normalmente elas não te deixariam ver antes do casamento, então é perfeitamente aceitável espiar a mulher desde que as vossas intenções sejam puras.

Osama al-Qusi
As palavras de al-Qusi geraram um forte criticismo por parte de aqueles que afirmam que ele está a usar a religião islâmica para obter algum tipo de atenção. O primeiro-ministro Egípcio para os assuntos religiosos, Mohamed Mokhtar, condenou o clérigo e "todos da sua laia", afirmando:

Onde está a glória e a masculinidade em observar uma mulher a tomar banho? Será que permitiria que isto acontecesse à sua filha?

Mokhtar ressalvou que as fatwas, ou éditos islâmicos, só podem ser emitidas por clérigos qualificados, e denunciou as alegações de al-Qusi como anátemas para o islão.

O ministro confirmou também que tem planos de dar início uma campanha popular contra os ateus e contra extremistas islâmicos, havendo já proibido dezenas de milhares de pregadores ilegais - acusados de propagar ensinamentos extremistas - de trabalhar nas mesquitas Egípcias.

Nos anos mais recentes, clérigos excêntricos do Egipto têm sido regularmente ridicularizados devido às suas declarações de linha dura. Um desses pregadores islâmicos apelou à destruição dos ícones Faraónicos, ao mesmo tempo que outro afirmou que os condutores maometanos (presumivelmente taxistas) não deveriam levar sacerdotes Cristãos às suas igrejas. Mas ambas as declarações são consideradas fora da crença mainstream islâmica.

Fonte: http://bit.ly/1p1tmwG.

terça-feira, 19 de Agosto de 2014

Estado Islâmico vende raparigas Yazidis por 10 dólares

Durante toda a semana passada, as mãos de Khandhar Kaliph tremiam sempre que o seu telefone tocava. Nervosamente, ele atende a sua filha, que foi raptada pelos terroristas do Estado Islâmico quando estes invadiram a cidade Yazidi de Sinjar. Houve um minuto de silêncio antes dele começar a chorar. Com as lágrimas a jorrarem pela cara, Kaliph disse:

Ela disse que vai ser vendida como escrava esta tarde. O que pode um pai fazer? Como é que posso ajudar? Senti-mo-nos tão inúteis.

A filha de Kaliph, cujo nome ele não quis dar, teve acesso a um telefone de grupo passado por entre as raparigas aprisionadas pelo Estado Islâmico na prisão de Bardoush, no centro de Mosul. Todas elas enfrentam a perspectiva de serem oferecidas para um "casamento", ou pior ainda, para serem usadas pelos jihadistas como escravas sexuais.

Sentado na sujeira perto dum edifício que se encontra na cidade Iraquiana-Curda de Dohuk, que ele e mais 70 Yazidis estão a usar como abrigo, Kaliph afirma:

O mundo precisa de saber onde estão as nossas mulheres - onde foi que elas foram escravizadas - tanto as jovens como as mais velhas.

Dohuk e a faixa de terra de Fishkhabour, atravessando até a Síria, encontrasse agora repleta de Yazidis que escaparam do Monte Sinjar - no norte do Iraque - durante as últimas 48 horas, onde eles haviam sido encurralados pelo EIIL. Quase todos os Yazidis reportaram histórias de mulheres e de raparigas serem raptadas, e de homens a serem  assassinados aquando da brutal violência que destruiu séculos de coexistência no Noroeste do Iraque. Um homem que se juntou à conversa afirmou:

Num momento, estávamos a dormir e no instante seguinte estavamos a fugir como forma de preservar a nossa vida.

Alguns homens dizem que fizeram chamadas para o telefone da filha ou da esposa só para ouvirem a voz dum homem a dizer, laconicamente, para não voltarem a ligar. Wadhah Jowla, outro pai também impotentemente, de cócoras no solo, afirmou:

É mais do que a nossa herança. É o nosso coração e a nossa alma. A minha filha significa mais do que qualquer coisa para mim. Ela não se encontra na prisão de Bardoush mas estamos seguros de que ela está em Tel Afar [povoação vizinha].

De todas as minorias expulsas pelo avanço dos terroristas do Estado Islâmico, os Yazidis continuam a pagar o preço mais elevado. A sua auto-suficiente existência nas Planícies de Nínive, onde há já muito tempo eles se encontravam na mira de jihadistas, foi destruída pela sede de sangue que também causou a que os Cristãos, os Xiitas e os Turcos fugissem para Irbil. Um largo número daqueles que fugiram através de Sinjar subiram pela cordilheira próxima, onde muitos ainda se encontram presos.

Os muçulmanos do Estado Islâmico consideram os Yazidis, que practicam uma religião Zoroastriana, de adoradores do demónio, e têm sido mais brutais na sua perseguição do que na perseguição de qualquer outra minoria. Aqueles que conseguiram chegar ao norte Curdo contam histórias de como eles nunca mais irão voltar para trás. Kaliph afirma:

Acabou tudo. O Iraque deixou de existir e o seu passado também. Aquilo agora é uma zona de terra arrasada. Mas não podemos esquecer aqueles que fiaram para trás.

Num hospital em Dohuk, cinco Yazidis idosos encontravam-se em recuperação da sua árdua jornada através da montanhosa face nortenha - escoltados por rebeldes Curdos - inicialmente através da fronteira Síria, e mais tarde para dentro do Curdistão Iraquiano. Salam Hadid, falando da sua cama de hospital, afirmou:

Foi a coisa mais difícil que eu alguma vez fiz na vida. Durante todo o caminho, eles [jihadistas do Estado Islâmico] tentaram-nos matar. As pessoas estavam tão exaustas que gradualmente começaram a abandonar os seus pertences à medida que iam caminhando, roupas, objectos de valor - qualquer coisa que tornasse mais leve a sua carga.

Outro homem Yazidi, Issa Mouallem, disse que o som dos aviões a jacto e as explosões soaram pelo ar durante a sua escapada:

Tivemos sorte porque conseguimos escapar. Mas alguns ficaram encurralados e não têm qualquer forma de escapar. E muitos deles estão incapacitados. Eles estão velhos ou estão vulneráveis.

Em Dohuk, e na outra povoação fronteiriça de Zakho, parece que as famílias Yazidi se refugiaram nos espaços públicos e nos edifícios incompletos. As famílias estavam a passar o seu tempo em casas inacabadas, ou a construir tendas de plástico perto de estações de gasolina e das orlas de gramas. Kaliph diz ainda:

Algumas das pessoas de bom coração deram-nos comida. Dependemos da sua boa vontade para sobreviver.

Oficias Curdos e Americanos sugerem que perto de 20,000 pessoas podem ainda estar na zona sul da montanha, todos desesperadas por ajuda. Muitas dessas pessoas estão demasiado incapacitadas para conseguir chegar aos pontos onde a comida e a água são lançadas dos aviões - sendo o local principal um aeródromo abandonado que se encontra no topo da montanha.

Fonte

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O islão permite a captura, a violação e a venda de mulheres e de raparigas (cliquem aqui para verem as fontes). Os políticos e os órgãos mediáticos que defendem o islão ficam chocados por descobrir que há maometanos que fazem exactamente o que o Alcorão lhes diz para fazer com as mulheres capturadas.

Parece que o plano do esquerdista Obama e dos globalistas mundiais (o chamado Grande Capital) de criação do Califado está a funcionar na perfeição. Que pena que milhares e milhares de Cristãos e de outros não-muçulmanos tenham que pagar por isso com a sua vida..

sábado, 16 de Agosto de 2014

Muçulmanos cortam ao meio criança Cristã de 5 anos

Uma criança Cristã de 5 anos, que era filho de um dos fundadores da "St. George's Anglican Church" em Bagdade, foi chacinada por muçulmanos membros do "Estado Islâmico", mais conhecido por ISIS ( "Islamic State of Iraq and Sham" ou em português "Estado Islâmico no Iraque e no Levante"), cortada ao meio durante um ataque à povoação Cristã de Qaraqosh. Andrew White, canône Anglicano da "St. George''s Church", disse o seguinte ao  Anglican Communion News Service:

Estou quase em lágrimas porque estive com alguém  na minha sala cuja pequena criança foi cortada ao meio. Fui eu que baptizei a criança na minha igreja em Bagdade, e este rapaz - que os pais colocaram o meu nome - chamava-se Andrew.

Refugiados Cristãos que fugiram de Qaraqosh buscando abrigo na povoação Cristã foram forçados a fugir mais uma vez à medida que as forças do Estado Islâmico começaram a invadir estas regiões do país. Os pais da criança morta, bem como o irmão George (que recebeu o mesmo nome da igreja em Bagdade), reportaram terem fugido com outros Cristãos para a cidade de Arbil onde se encontra o consulado dos Estados Unidos - local que o Presidente Barack Obama disse que estaria protegido pelos militares Americanos através de ataques aéreos contra as forças do Estado Islâmico.

Segundo a Reuters, os combatentes de Peshmerga controlavam largas zonas de território fora da zona autónoma, que servia de santuário contra os Cristãos em fuga, bem como para outras minorias religiosas, antes dos muçulmanos do Estado Islâmico terem chegado à região no mês passado. A Reuters reporta:

Mas a última semana viu Peshmerga desmoronar-se perante o avanço dos combatentes, que estão na posse de armas pesadas obtidas junto das tropas Iraquianas que abandonaram os seus postos em Junho último. Para além disso, os combatentes estão cheio de dinheiro roubado aos bancos.

Shamil Abu Madian, um Cristão de 45 anos, disse à Reuters que fugiu da cidade de Mosul quando ela caiu em Junho deste ano. Foi por essa altura que ele buscou refúgio na cidade protegida pelos peshmerga, "mas que foi forçado a fugir mais uma vez, em pânico e a meio da noite, quando as tropas Curdas Peshmerga desapareceram subitamente."

Não fomos capazes de trazer nada mais connosco para além de algumas roupas em malas de nylon. As pessoas estão a viver nos passeios, nos jardins públicos, em qualquer lugar.

White disse à ACNS que graças às contribuições financeiras de apoiantes estrangeiros, a igreja Anglicana no Iraque tem sido capaz de disponibilizar comida, água e mantimentos aos Cristãos bem como aos outros grupos religiosos que fugiram de Mosul e Níneve para as regiões nortenhas, como forma de escapar dos terroristas islâmicos do Estado Islâmico:

Precisamos de duas coisas: orações e dinheiro. Com essas duas coisas, podemos fazer qualquer coisa. Sem isso, nada podemos fazer. Eu tenho três P's que eu nunca deixo de mencionar: protecção, provisão e perseverança. Precisamos de protecção para aquelas pessoas de modo a que possamos avançar.

O "Christian Post" reportou na Segunda-Feira que protestos que ressalvam o apuro dos Cristãos Iraquianos estão a ser levados a cabo por todo o mundo, em parte graças à campanha #WeAreN que atraiu a atenção para a perseguição sem precedentes que os Cristãos do Iraque estão a sofrer.

Os líderes Ocidentais foram instados a colocar um fim ao genocídio através de demonstrações na França, Dinamarca, Alemanha, Inglaterra, Suécia, Austrália, Canadá e muitas outras cidades dos Estados Unidos, ao mesmo tempo que os apoiantes de todo o mundo a sua foto do Twitter para a imagem da letra Árabe ن or N, que significa Nazarenos ou Cristãos em Árabe.

Sabe-se que os terroristas muçulmanos do Estado Islâmico pintaram a letra árabe "N" nas casas de  Cristãos de Mosul antes de os forçarem a fugir da cidade, que se encontra actualmente sob o seu controle.

terça-feira, 12 de Agosto de 2014

Maomé: o primeiro "extremista" islâmico

Por Jake Neuman
A "auto-radicalização" é um termo usado com frequência pelos média actuais que se aplica aos extremistas maometanos que se voltam para a violência em nome do islão. É como se aqueles maometanos, que até a dada altura eram pessoas normais e pacíficas, se voltassem subitamente para o caminho da violência por si só, sem qualquer tipo de apelo por parte dum ideial ou indoutrinação exterior. E mesmo que assim fosse, dizem os média ocidentais, os ensinamentos do islão, ou a doutrina islâmica da jihad, certamente que não está de maneira nenhuma relacionada com a assim-chamada "auto-radicalização".

A realidade dos factos é: a religião islâmica é em si uma ideologia extremamente radical e violenta, e o seu fiundador, Maomé, foi ele mesmo o primeiro extremista islâmico. Como consequência da prescriçâo Alcorânica, Maomé permanece por toda a eternidade como a personalidade ideal para ser emulada pelos maometanos (incluindo o seu radicalismo).

O início
A história de Maomé é a história dum rapaz nascido em Meca, Arábia Saudita, em 570 AD. Como consequência do seu pai ter morrido antes dele nascer e a mãe ter morrido  no início da sua infância, Maomé foi criado pelo seu tio Abu Talib. Ele cresceu e passou a ser um comerciante e quando tinha 25 anos casou-se com uma rica mulher mais velha, Khadija bint Khawalayd, 15 mais velha que ele.
No ano de 610 AD Maomé alegadamente encountrou-se com o Anjo Gabriel numa gruta fora de Meca. A partir daí, teve início o processo da sua alegada recepção de revelações divinas provenientes de Deus - através do Anjo Gabriel - para transmissão à humanidade. Depois da sua morte, essas revelações foram registadas num livro, chamado de Alcorão. Este livro é dividido em duas partes distintias: (1) As mais sóbrias revelações do Alcorção de Meca, e (2) o mais militante Alcorão de Medina.
No trajecto da sua vida de Meca para Medina, Maomé começou como um modesto e relativamente pacífico pregador e passou a ser um auto-radicalizado profeta da guerra, do assassínio em massa, do terror, da tortura, da violação, e do abuso de menores. Em Meca, pelo menos no princípio, Maomé era mais como um pregador piedoso, exortando as pessoas a que se submetessem ao verdadeiro caminho de Deus, nomeadamente, o islão. Ele seguia uma disciplina de rezas, jejum e adoração.
O Alcorão de Meca era mais inclinado à espiritualidade, à tolerância, à aceitação e à purificação interior através da submissão à palavra de Alá. Durante este período, certamente que o Alcorão de Meca não era militante e nem incitava à violência. 550 ayahs (versos do Alcorão) foram reveladadas durante o período de Meca, e o que se segue são alguns exemplos:
(1) Devoção a Deus:
Ó humano, o que te fez negligente em relação ao teu Senhor, o Munificentíssimo,
Que te criou, te formou, te aperfeiçoou,
E te modelou, na forma(1847) que Lhe aprouve?
Qual! Apesar disso, desmentis o (Dia do) Juízo!
Porém, certamente, sobre vós há anjos da guarda,
Generosos e anotadores,
Que sabem (tudo) o que fazeis.
Sabei que os piedosos estarão em deleite;
Por outra, os ignóbeis, irão para a fogueira,
Em que entrarão, no Dia do Juízo,
Da qual jamais poderão esquivar-se.
E, o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
Novamente: o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
É o dia em que nenhuma alma poderá advogar por outra, porque o mando, nesse dia, só será de Deus. - (Sura 82:6-19)
(2) Humildade:
Pelas horas da manhã,(1891)
E pela noite, quando é serena,
Que o teu Senhor não te abandonou, nem te odiou.
E sem dúvida que a outra vida será melhor, para ti, do que a presente.
Logo o teu Senhor te agraciará, de um modo que te satisfaça.
Porventura, não te encontrou órgão e te amparou?(1892)
Não te encontrou extraviado e te encaminhou?
Não te achou necessitado e te enriqueceu?(1893)
Portanto, não maltrates o órfão,
Nem tampouco repudies o mendigo,
Mas divulga a mercê do teu Senhor, em teu discurso. (Sura 93.1-11)
(3) Liberdade para se practicar qualquer religião de sua escolha:
109:6 Vós tendes a vossa religião e eu tenho a minha.
(4) Ser paciente com os descrentes e deixar que Alá faça o julgamento:
73:10  E tolera tudo quanto te digam, e afasta-te dignamente deles.
10:109 Observa, pois, o que te foi revelado, e persevera, até que Deus decida, porque é o mais equânime dos juízes.
(5) Limitar-se a avisar (sem coagir) os descrentes:
50:45  Nós bem sabemos tudo quanto dizem, e tu não és o seu incitador. Admoesta, pois, mediante o Alcorão, a quem tema a Minha ameaça!
10:99 Porém, se teu Senhor tivesse querido, aqueles que estão na terra teriam acreditado unanimemente. Poderias (ó Muhammad) compelir os humanos a que fossem fiéis?
(6) Exibir amabilidade e tolerância para com os infiéis:
7:199 Conserva-te indulgente, encomenda o bem e foge dos insipientes.
Em 622, e depois de 13 anos de pregação em Meca, Maomé foi alegadamente "forçado" a fugir de Meca rumo Medina (para onde a maioria dos seus seguidores já havia migrado). Estes ensinamentos de Meca culminaram num dos mais famosos versos do Alcorão, 2:256, apelando a que "não houvesse compulsão na religião":
Não há imposição quanto à religião, porque já se destacou a verdade do erro. Quem renegar o sedutor e crer em Deus, Ter-se-á apegado a um firme e inquebrantável sustentáculo, porque Deus é Oniouvinte, Sapientíssimo.
A RADICALIZAÇÃO DE MAOMÉ EM MECA
Foi em Medina que Maomé obteve poder e foi aí que o islão se transformou dum monoteísmo relativamente benigno numa ideologia política militante expansionista que perdura até aos dias de hoje. Em Medina nós observamos um Maomé diferente e um Alá diferente. Aqui, Maomé radicalizou-se gradualmente em conformidade com os mandamentos de Alá, e tornou-se num dirigente político e num comandante militar. O Alá de Medina levou o seu profeta a tornar-se num senhor da guerra que buscava conquistas militares. Em Medina, Maomé usou a ameaça da espada para forçar as pessoas a adoptar o islão. Longe estava a mensagem de 2:265 Não Há Imposição Quanto À Religião, rapidamente substituída por ensinamentos tais como os que se encontram em 9:5 e 9:29.
(1) Lutem contra os descrentes até que a religião seja unicamente para Alá:
Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. Porém, se se retratarem, saibam que Deus bem vê tudo o quanto fazem. Sura 8:39
(2) Já não há mais escolha no que toca â religião:
  • A quem combater o Mensageiro, depois de haver sido evidenciada a Orientação, seguindo outro caminho que não o dos fiéis, abandoná-lo-emos em seu erro e introduziremos no inferno. Que péssimo destino!  [4:115]
  • Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.  [4: 89]
(3) Já não há mais paciência com os descrentes; agora, eles têm que ser amaldiçoados:
  • E quando lhes são recitados os Nossos lúcidos versículos, descobres o desdém nos semblantes dos incrédulos, chegando mesmo a ponto de se lançarem sobre aqueles que lhes recitam os Nossos versículos. Dize: Poderia inteirar-vos de algo pior do que isto? É o fogo (infernal), que Deus prometeu aos incrédulos. E que funesto destino! [22:72]
  • Em verdade, àqueles que molestam Deus e Seu Mensageiro, Deus os amaldiçoará, neste mundo e no outro, e tem-lhes preparado um afrontoso castigo. [33:57]
(4) Já não há mais tolerância; agora há que coagir os kafirs:
  • "Isso, para que Deus possa separar os maus dos bons, e amontoar os maus uns sobre os outros; juntá-los-á a todos e os arrojará no inferno. Estes são os desventurados." [8:37]
  •  "Em verdade, Deus introduzirá os fiéis, que praticam o bem, em jardins, abaixo dos quais correm os rios; quanto aos incrédulos, que comem como come o gado, o fogolhes servirá de morada."  47:12
(5) Acabou o tempo do pacifismo; agora é a hora de aterrorizar, torturar e assassinar.:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. (5:33)
E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Deus e o Seu Mensageiro, que Deus é Severíssimo no castigo. (8.12-13)
(6) Não há tolerância para com os críticos; há que matá-los.
Entre eles há aqueles que injuriam o Profeta e dizem: Ele é todo ouvidos. Dize-lhes: É todo ouvidos sim, mas para o vosso bem; crê em Deus, acredita nos fiéis e é uma misericórdia para aqueles que, de vós, crêem! Mas aqueles que injuriarem o Mensageiro de Deus sofrerão um doloroso castig. (...) [9.061]
(7) Se por acaso os vossos pais ou irmãos rejeitarem o islão, cortem todas as confidências com eles:
Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos.  [9.023]
(8) É hora de amaldiçoar eternamente quem quer que rejeite o islão:
  • Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!  [9:73]
  • Existem dois antagonistas (crédulos e incrédulos), que disputam acerca do seu Senhor. Quanto aos incrédulos, serão cobertos com vestimentas de fogo e lhes será derramada, sobre as cabeças, água fervente, [22:19]
  • A qual derreterá tudo quanto há em suas entranhas, além da totalidade de suas peles. [22:20]
  • Em adição, haverá clavas de ferro (para o castigo). [22:21]
  • Toda a vez que dele (do fogo) quiserem sair, por angústia, ali serão repostos e lhes será dito: Sofrei a pena da queima! 22:22
Os 13 anos de pregação em Meca haviam sido um falhanço total e Maomé não conseguiu mais do que 100-200 seguidores. Se por acaso Maomé tivesse continuado com a mesma metodologia em Medina, o islão haveria de ter morrido de morte natural (muito provavelmente ainda com Maomé vivo).
Mas a radicalização militante de Maomé alterou o islão e transformou essa religião num mafioso empreendimento de pilhagem, oferecendo aos seus potenciais seguidores uma parte do saque e as mulheres capturadas, ao mesmo tempo que forçava aqueles que estivessem dispostos a rejeitar o islão a adoptar essa fé sob pena de morte. Esse islão tornou-se num bem sucedido e duradouro empreendimento religioso em expansão, tal como continua nos dias de hoje.
Em Medina Maomé re-inventou Alá, e transformou-o num padrinho mafioso que Maomé poderia usar como forma de conferir a ele mesmo poder político terreno, e usar os seus supostos ensinamentos como justificação religiosa e legal para a sua criminalidade maligna. Foi desta forma que o islão se tornou numa seita bem sucedida.

ABROGAÇÃO: A RADICALIZAÇÃO TOTAL E FINAL DO ISLÃO E DOS SEUS SEGUIDORES
A maioria dos maometanos são pessoas normais, e a parte historicamente inicial do Alcorão (versos de Meca) poderia dar-lhes uma base pacífica para a sua vida religiosa. Mas Alá não lhes deixou essa margem de manobra. O Maomé radical de Medina deparou-se com um problema enorme em relação aos ensinamentos não-militantes do Alcorão. Se por acaso os seus seguidores tivessem apelado a esses versos não-violentos doo Alcorão, o desejo de Maomé de roubar, de adquirir poder e domínio, não se teria realizado. E Alá, sempre pronto a satisfazer todos os desejos de Maomé, veio em sua ajuda, revogando a totalidade dos ensinamentos alcorânicos de Meca. 
  • 2:106. Não abrogamos nenhum versículo, nem fazemos com que seja esquecido (por ti), sem substituí-lo por outro melhor ou semelhante. Ignoras, por acaso, que Deus é Onipotente?

  • 16:101 E quando abrogamos um versículo por outro - e Deus bem sabe o que revela - dizem-te: Só tu és dele o forjador! Porém, a maioria deles é insipiente.
Esta doutrina da abrogação anula os ensinamentos anteriores, nomeadamente, as revelações pacíficas de Meca, e coloca em seu lugar as revelações radicalizadas e militantes de Medina. Isto faz do islão, em absoluto, uma fé religiosa militante e radical. Isto fez com que os maometanos não tivessem qualquer tipo de opção se por acaso quisessem apelar para os versos pacíficos de Meca.
(Para uma lista detalhada dos versos do Alcorão que foram cancelados através da doutrina da abrogação, visitem este link: http://www.islamreform.net/new-page-27.htm.)
Através do processo da abrogação, 71 suras do Alcorão, entre 114 no total - isto é, 62.28% suras do Alcorão - tornaram-se nulas e vazias (Abu Ja'afar al Nakhass' al Nasikh wal Mansukh'). Logo, só as 43 suras posteriores reveladas em Medina ainda têm validade. E esta parte ainda válida do Alcorão ensina o engano, o assassinato, o massacre, o genocídio, o roubo, a escravatura e a violação como prácticas halal divinamente sancionadas que dariam acesso ao paraíso aos muçulmanos, desde que esses actos fossem levados a cabo contra os kafirs.
Em suma, quando Maomé iniciou o islão, ela era uma fé religiosa relativamente não-violenta, mas à medida que ele foi aumentando o seu poder, Maomé radicalizou a sua ideologia com o propósito único de conquistar o mundo para Alá. O Alcorão tornou-se numa declaração de guerra contra os kafirs. Esta guerra é permanente até que TODOS os kafirs se convertam ao islão, ou se encontrem em dhimmitude (discriminação institucionalizada semelhante a uma escravatura de segunda classe) ou tenham sido assassinados.
Havendo começado como um pregador humilde, Maomé radicalizou-se a veio a comandar mais de 60 raids e invasões - algumas envolvendo massacres - havendo ele mesmo participado pessoalmente em 27 desses raids e invasões.
Quem mais sofreu com a radicalização militante de Maomé foram os judeus da Pensínsula Árabe, que sofreram exílios, execuções e escravatura de modo indiscriminado. Algumas das palavras mais arrepiantes de Maomé dirigidas aos judeus foram:
"...o apóstolo de Alá disse: "Matem qualquer judeu que cair nas vossas mãos.(Ibn Ishaq, Life of Muhammad, p. 553)
Narrado por 'Abdullah bin 'Umar: O Apóstolo de Alá disse: "Vocês (Muçulmanos) irão lutar contra os judeus até que alguns deles se escondam por trás das pedras. As pedras irão traí-los, dizendo: 'Ó 'Abdullah (i.e. escravo de Alá)! Há um judeu por trás de mim; vem matá-lo!” (Bukhari 4:52:176)
E a radicalização de Maomé viu o seu apogeu no Massacre da Tribo Banu Quraiza, onde ele ordenou a decapitação de 600 a 900 dos seus homens, dando pessoalmente o início à matança decapitando 2 líderes judeus. Para se ler mais sobre a tragédia monumental dos Banu Quraiza, acessem: http://www.islamreform.net/new-page-209.htm
Portanto, a assim-chamada "auto-radicalização" dos maometanos nada mais é que 1) eles a seguir os ensinamentos e os mandamentos do seu sagrado Alcorão, e 2) eles a imitar os exemplos do seu "profeta" Maomé, o único homem perfeito que alguma vez andou na terra [segundo os maometanos].

Fonte: "Muhammad: The First Islamic Radical" http://bit.ly/XQrhrZ

quinta-feira, 7 de Agosto de 2014

Último Cristão de Mosul é expulso pelos membros da religião pacífica

Muçulmanos fazem história no Iraque, mas não duma forma que orgulhe o mundo civilizado. Os Cristãos, que segundo registos históricos já vivem em Mosul há quase 2000 anos, viram-se forçados a acreditar nas ameaças do ISIS, que prometeu seguir as ordens de Maomé e matar todos os Cristãos que ficassem na cidade.

O grupo islâmico ISIS forçou oficialmente o último Cristão a viver em Mosul a abandonar a cidade, colocando um fim à presença contínua de Cristãos nessa cidade que já dura há quase dois milénios, e que começou com a referência Bíblica duma das Cartas de São Pedro para a igreja na Babilónia.

A Assyrian International News Agency reportou:

O último Cristão a viver na segunda maior cidade Iraquiana de Mosul alegadamente abandonou a cidade às 12:00 PM de Sábado, colocando um fim a mais de 6,000 anos de história Assíria na mesma. Os Assírios viveram em Mosul por mais de 6,000 anos, convertendo-se ao Cristianismo há mais de 2,000 anos atrás. Tudo isto chegou ao fim no Sábado, quando o último Cristão Assírio deixou a cidade.

No dia 17 de Julho, Quinta-Feira, o "Estado Islâmico" - previamente conhecidos como "Estado Islâmico do Iraque e da Síria" ["Islamic State of Iraq and al-Sham" = ISIS] - emitiu uma declaração exigindo aos Cristãos de Mosul que se convertem-se ao islão, pagassem o jizya (imposto infligido aos não-maometanos), abandonassem a cidade ou fossem mortos. A ameaça seria colocada em práctica no Sábado. É reportado localmente que por volta do meio-dia de ontem, todos os Cristãos haviam escolhido partir.

Aqui em Erbil, há cerca de meia-hora de distância de Mosul (de carro), falei com famílias que foram forçadas a fugir. Eles descrevem a forma como membros do grupo ISIS invadiram as suas casas, levando o que queriam, e tendo ameaçado matá-los. Eles estimam que mais de 500,000 refugiados fugiram de Mosul depois dos islamitas terem tomado conta da cidade, no dia 10 de Junho, e os poucos Cristãos que ainda restavam, foram forçados a abandonar a cidade ontem.

Inicialmente, o ISIS fez os cidadãos acreditar que estavam ali para os proteger, mas imediatamente começaram a impor as opressoras medidas a lei Sharia, que forçou até muitos cidadãos maometanos a obedecer.

A notícia da expulsão de Mosul veio depois dos maometanos marcarem as casas Cristãs como forma de identificar onde era que eles viviam. Por fim, os Cristãos decidiram que não tinham formas de se proteger das autoridades islâmicas, e consequentemente fizeram as malas (levando o que podiam) e abandonaram as suas casas poucas horas depois do aviso do ISIS.

Todas as pessoas com quem falei expressaram a sua frustração com a falta de resposta da comunidade internacional em relação à crise que aflige o povo do Iraque. Eles culpam os Estados Unidos [isto é, Obama] por criarem a situação actual e por deixarem o país tão rapidamente, gerando o vácuo que o ISIS explorou. Muitos pensam também que foi um erro gigantesco os EUA "darem o Iraque ao Irão", permitindo que Teerão tivesse uma influência considerável no Parlamento Iraquiano.

Outro local disse-me que era estranho e sem-sentido os EUA e os países Europeus serem contra o ISIS no Iraque ao mesmo tempo que dão o seu apoio aos grupos ISIS na Síria, bem como a outros grupos violentos contra os governos locais. Eles avisaram o perigo que esses grupos são para o Ocidente. "Estes jihadistas eventualmente voltarão para os seus países, para o Canadá, Inglaterra e os Estados Unidos" disse um dos locais.

Os Cristãos temem também que o Iraque se possa fragmentar em países pequenos, criando um efeito dominó no Médio Oriente, incluindo o Líbano, a Síria, a Jordânia, a Turquia, Israel e o Egipto.

Desde 2003 que mais de 1 milhão de Cristãos foram exilados para fora doo Iraque. Actualmente, só 300,000 ainda permanecem no país.

Fonte: http://bit.ly/1nWCa5l

* * * * * * *

A comunidade internacional que é tão rápida a condenar as ofensivas israelitas em Gaza, permanece em silêncio sepulcral ao bem maior genocídio e à limpeza étnica grotesca  que os maometanos estão a levar a cabo um pouco por todo o Médio Oriente. Parece que qualquer que seja a situação, os Cristãos nunca podem ser vistos como vítimas e os muçulmanos como violentos (apesar das evidências nesse sentido).

Convém lembrar que expulsar minorias religiosas para fora dos "seus" domínios é algo que o grupo ISIS aprendeu directamente com o profeta do islão; foi ele que declarou que os não-maometanos deveriam ser expulsos das zonas sob controle islâmico, ou então forçados a viver uma vida de qualidade inferior, comparativamente aos invasores maometanos.

Portanto, os militantes do ISIS não são "extremistas" mas sim muçulmanos devotos que estão a seguir os ensinamentos ortodoxos da fé islâmica. O problema não são os militantes do ISIS mas sim aquilo que Maomé ensinou..

sábado, 2 de Agosto de 2014

ISIS e o sinal do Profeta Jonas

Durante as últimas semanas as conquistas do ISIS por todo o norte do Iraque têm sido compreensivas. Tomando controle de largas partes da região, eles declararam no mês  passado um Califado, e um dos grupos que têm sofrido de modo especial a sua violência têm sido, como sempre, os Cristãos (que já vivem nessas áreas há quase 2,000 anos).

Seguindo-se à consolidação do poder na região por parte do ISIS, estas comunidades ancestrais têm sofrido um tratamento brutal. No que pode ser considerado como perseguição e discriminação ao mais alto nível, o ISIS tem atacado os Cristãos de Mosul manchando as suas casas com a letra N, marcando-os como Nasarah, Cristãos.

Num esforço concertado e deliberado tendo em vista a limpeza étnica, o ISIS  "ofereceu" aos Cristãos três escolhas: converter ao islão, pagar o imposto jizya . . . ou abandonar as suas casas. Quem quer que se recusasse a pagar ou a se converter ao islão, era ameaçado de morte.

Nestas circunstâncias, e temendo o pior, a área de Mosul - que até bem pouco era casa de milhares de Cristãos - tem sido esvaziada desta comunidade antiga. Roubados das suas possessões, até medicamentos, muitos foram forçados a andar 70 quilômetros até atingir um local seguro - eventualmente dirigindo-se para Dohuk na região Curda do país. As 15 famílias Cristãs que escolheram ficar em Mosul fizeram-no convertendo-se ao islão como forma de reter as suas possessões, mas as casas daqueles que abandonaram a cidade foram confiscadas como propriedade do recém-formado "Estado Islãmico".

Este êxodo forçado acabou com a significante presença Cristã em Mosul que antecede em vários séculos a vinda do islão. Numa região que tem testemunhado a ascenção e a  queda de muitos poderes políticos, as políticas do ISIS debilitam a longa co-existência de maometanos e não-maometanos na região.

Em Mosul, os militantes do ISIS começaram a profanar a cidade, representando de forma bem gráfica a sua interpretaçâo extrema e minimalista do islão. As suas acções não se têm focado exclusivamente nos edifícios Cristãos, visto que o antigo túmulo do Profeta Jonas (um ponto de referência importante na cidade de Mosul, venerado por Cristãos, Judeus e maometanos) foi arrasado e muitas mesquitas e templos Xiitas foram também destruídos.

Nos seus esforços em favor da "pureza islâmica", os militantes do ISIS têm atacado de modo particular os edificios Cristãos. A sede diocesana dos Católicos Sírios em Mosul foi incendiada - ela que já existia desde o século 19. Todas as cruzes de 22 igrejas de Mosul form removidas e as igrejas foram convertidas em mesquitas ou destruídas.

Morte duma comunidade antiga

Com as comunidades Cristãs a estenderem-se para fora de Mosul e através das planícies de Nineve, o ISIS alargou o seu foco para as zonas circundantes. Os militantes   tomaram posse do antigo Mosteiro Mar Behnam, alegadamente fundado no local onde os irmãos Sassânidas Behnam e Sara foram martirizados durante o 4º século, que, até a chegada do ISIS, era casa dos monges Católicos Sírios.

Estes mesmos monges foram expulsos de lá, e foi-lhes negado o acesso ao mosteiro como forma de levar qualquer relíquia sagrada que ainda lá se encontrasse. Isto faz com que se tema que os items históricos, juntamente com as colecções manuscritas que lá se encontram, sejam destruídos. Há também a probabilidade de que o mosteiro, com partes que datam do século 13 e que faz parte dos poucos edifícios Iraquianos que sobreviveram ao período Mongol Ilkhanato, seja profanado e destruído.

Os Cristãos já vivem no Iraque virtualmente desde que a sua religião foi fundada - havendo começado a estabelecer-se na região por volta do século 2 e sendo entre as primeiras testemunhas da fé Cristã. As suas igrejas e os seus mosteiros têm sido parte integral do panorama há séculos, produzindo alguns dos mais sofisticados exemplos de arquitectura. Estas comunidades viveram em acordo relativo com os seus vizinhos maometanos através dos séculos, cada comunidade contribuindo para a cultura da outra.

Depois da ofensiva Aliada de 2003, os Cristãos do Iraque começaram a sofrer muitas atrocidades, a mais notável entre elas o massacre do dia 31 de Outubro de 2010 na Igreja Nossa Senhora da Salvação, em Karrada - Bagdad. Agora, os Cristãos, que contribuíram das mais variadas formas para a cultura e para a economia do Iraque, não estão dentro do que o ISIS qualifica de aceitável.

A sua perseguição levanta a possibilidade real de que esta comunidade antiga seja eliminada da sua pátria no Iraque. Para além disso, isto marca o final da noção do "diálogo civilizado", um pilar que já dura deste o período Abássida onde os maometanos e os não-maometanos viveram lado a lado. Não deixa de ser um paradoxo que o ISIS, que tenta emular o Califado de tempos idos, adopte tácticas que só podem ser descritas de brutais e dignas de bárbaros rudes.


* * * * * * *


As "tácticas brutais e dignas de bárbaros rudes" seguem o exemplo do fundador da fé islânica, visto que tudo aquilo que o ISIS está a fazer no Iraque está em perfeito acordo com a sunnah, o Alcorão e as sirats de Maomé.

A noção de que o ISIS está a "perverter" o "verdadeiro islão" segue na mesma linha de pensamento que, contrariando a própria história descrita nos textos islâmicos tidos como autoritários, propõe que o islão é uma "religião pacífica" e que só uma "pequena minoria de extremistas" é que a pervertem.

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Uma geração má e adúltera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. E, deixando-os, retirou-Se.
Mateus 16:4


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