MITOS ISLÂMICOS

sábado, 26 de Julho de 2014

O profeta iletrado

O Alcorão diz em 7:156-158:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos. Disse: Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos.

São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho, o qual lhes recomenda o bem e que proíbe o ilícito, prescreve-lhes todo o bem e veda-lhes o imundo, alivia-os dos seus fardos e livra-os dos grilhões que o deprimem. Aqueles que nele creram, honraram-no, defenderam-no e seguiram a Luz que com ele foi enviada, são os bem-aventurados.

"Dize: Ó humanos, sou o Mensageiro de Deus, para todos vós; Seu é o reino dos céus e da terra. Não há mais divindades além d’Ele. Ele é Quem dá a vida e a morte! Crede, pois, em Deus e em Seu Mensageiro, o Profeta iletrado, que crê em Deus e nas Suas palavras; segui-o, para que vos encaminheis."

Em nenhuma outra parte o Alcorão menciona "o profeta iletrado", que foi erradamente entendido como "o profeta que não sabia ler". No entanto, o Alcorão vangloria-se da forma da sua narrativa, que é caracterizada por repetições de várias frases e ideias como forma de estampar de modo permanente a história na mente dos ouvintes; pelo menos isto é o que os maometanos alegam.

O "profeta iletrado" na sura al-A`raf 7 está escrito em contraste com Moisés e o seu povo. Moisés e o seu povo, no seu tempo, foram capturados por uma trepidação e começaram a orar, afirmando:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos.

Segundo os linguístas Árabes dessa altura, os Judeus derivavam o seu nome da palavra "huda" (que significa "orientação"), que era também o epíteto do Torah. Foi um brilhante jogo de palavras no verso 156 dizer "a Ti nos voltamos contritos" visto que o verbo usado aqui (haad, yahuud) tem uma semelhança impressionante com a palavra Árabe para Judeus (yahuud).

Moisés e o seu povo, orando na altura para que Deus olhasse para o seu Judaísmo como justiça da sua parte, receberam a resposta de Deus onde Ele alegadamente disse:

Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos. São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho,

Portanto, Moisés e o seu povo teriam que esperar mais de mil anos de modo a que recebessem o que o Alcorão lhes diz que receberiam, através da fé me Maomé!

Será razoável da parte de Deus responder à oração de Moisés e do seu povo dizendo que a sua orientação não seria encontrada na Lei Mosaica mas na adopção de Maomé como "o profeta iletrado", que significa que ele seria o profeta do Gentios para os Judeus, que ainda estava para chegar? Como é que "Deus" pôde responder à oração de Moisés afirmando que Maomé se encontra mencionado no Torah e nos Evangelhos? Onde é que estavam os Evangelhos durante a altura de Moisés de modo a que Deus pudesse falar deles para Moisés e para o seu povo?

O significado de "Iletrado" no Alcorão.

Segundo o Alcorão, a palavra ummi que ocorre no texto em questão não significa não saber ler nem escrever, mas sim aquele que não tinha um Livro revelado por Deus,

Os Judeus, que precediam de Isaque, filho de Abraão, eram o Povo do Livro, enquanto que os Árabes, que se consideravam descendentes de Abraão através de Ismael, eram o povo "comum" (ummiyoon) ou Gentios (umam)

O Alcorão revelou claramente e abertamente esta distinção em muitas passagens, quando convidou tanto o povo do Livro como os comuns ["iletrados"] para que seguissem o islão:

E se eles discutirem contigo (ó Mohammad), dize-lhes: Submeto-me a Deus, assim como aqueles que me seguem! Pergunta aos adeptos do Livro e aos iletrados: Tornai-vos-ei muçulmanos? Se se tornarem encaminhar-se-ão; se negarem, sabe que a ti só compete a proclamação da Mensagem. E Deus é observador dos Seus servos. (3:20)

Esta ayah revela a frma como o povo comum desejava conhecer o Livro, tal como revela a sura 2:78:

Entre eles há iletrados que não compreendem o Livro, a não ser segundo os seus desejos, e não fazem mais do que conjecturar.

O Alcorão orgulha-se (na sura 62:2) de que Deus enviou um mensageiro que não fazia parte do povo do Livro.

Ele foi Quem escolheu, entre os iletrados, um Mensageiro da sua estirpe, para ditar-lhes os Seus versículos, consagrá-los e ensinar-lhes o Livro e a sabedoria, porque antes estavam em evidente erro.

Se "iletrados" significa que "não sabe ler nem escrever", isso significa que Alá escolheu um profeta que não sabia ler nem escrever, do meio de um povo não que não sabia ler nem escrever (o que é ridículo). Se, por outro lado, o termo "iletrado" significa "aquele que não faz parte do Povo do Livro", então já se entendes melhor seu significado da palavra "iletrado" dentro do contexto Alcorânico.

Entre os adeptos do Livro há alguns a quem podes confiar um quintal de ouro, que te devolverão intacto; também há os que, se lhes confiares um só dinar, não te restituirão, a menos que a isso os obrigues. Isto, porque dizem: Nada devemos aos iletrados. E forjam mentiras acerca de Deus, conscientemente." (3:75)

À luz desta ayah temos que entender que o Alcorão qualifica Maomé de ummi. O povo Gentio/Iletrado ("ummi") do Alcorão são os Árabes que descendem de Ismael, e o povo do Livro são os Judeus que descendem de Isaque. Consequentemente, a palavra ummi não significa um homem iletrado (analfabeto) mas alguém que pertencia ao povo Árabe, os descendentes de Ismael que não tinham um Livro revelado. Al-Shahristaani escreve:

O povo do Livro mantinha a religião das Tribos (de Israel) e viviam como os Filhos de Israel. O povo comum mantinha a religião tribal e viviam como os filhos de Ismael.
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terça-feira, 22 de Julho de 2014

Como Maomé se torno no último profeta

É crença ortodoxa islãmica de que Maomé é o último profeta - mas esta posição demorou muitos anos até  se tornar ortodoxa visto que por altura de Maomé existiam outras pessoas que também eles alegavam terem sido comissionados com uma missão profética (o mesmo que Maomé alegou de si). Esta é a lista de pessoas que alegaram ser profetas essencialmente durante o mesmo período em que Maomé alegou ser profeta:

    Talhah bin Khuwailid Al-Asadi
    Malik bin Nuwairah
    Al-Mundhir bin An-Numan
    Al-Yamamah Musailamah
    Dhu At-Taj
    Muhammad bin Abdullah
    Laqit bin Malik Al-Azdi
    Iyas bin Abdullah bin Abd Yalil
    Al-Ashath bin Qais Al-Kindy
    Qais bin Makshuh
    Al-Aswad Al-Ansi -
  
    (Fonte: Dr. Shawqi Abu Khalil, "Atlas on the Prophet’s Biography", Riyadh: Darussalam, 2003, p. 254)


Este "profetas" eram monoteístas e alguns eram conhecidos por terem alegado ter recebido de Deus palavras que eles ensinaram aos seus seguidores. Este é o contexto onde Maomé levou a cabo a sua actividade, mostrando que ele não estava sozinho.

Quando algumas das tribos Árabes "aceitaram" o islão, elas aceitaram Maomé como profeta, mas continuaram a manter que o seu próprio profeta era também ele enviado de Deus; isto significa que eles tinham pelo menos dois profetas. Isto leva-nos a notar como Maomé não era visto como o último profeta por parte destes muçulmanos primitivos.

De que forma é que a crença de que Maomé era o último profeta se tornou a visão ortodoxa?

Imediatamente após a morte de Maomé, a situação que Abu Bakr enfrentou após assumir o califado foi muito complicada. Muitas tribos abandonaram o islão e recusaram-se a pagar o Zakat. Muitos falsos profetas por toda a Arábia, e muitas pessoas, ofereceram-lhes alianças. O argumento que pesou para o seu lado foi o de que um profeta vivo era preferível a um profeta morto. (Prof. Masud ul Hasan, "History of Islam", 2002, vol. 1, p. 97)

E podemos ver portanto que depois da morte de Maomé, estes outros profetas continuaram com as suas actividades. A resposta de Abu Bakr foi a de declarar guerra a todos estes muçulmanos e uni-los todos em redor de Maomé - e dele.

A norte de Medina encontrava-se a tribo de Asad, e eles seguiam um profeta com o nome de Talhah. Os seguidores de Maomé marcharam contra eles e derrotaram-nos em Buzakha. A tribo de Hanifa era liderada pelo profeta Musailamah. Os seguidores de Maomé lutaram de forma dura contra esta tribo e finalmente mataram Musailamah. Em Oman, Laquit b Malik era o profeta local. Foi enviado contra ele um exército, o que levou a que Laquit e 10,000 dos seus seguidores fossem mortos. No Iémen existia um profeta chamado Aswad Ansi, que tinha uma larga massa de apoiantes. O exército de Maomé derrotou-o e e matou-o.

Foi desta forma que Maomé se tornou no último profeta; os seus companheiros mais chegados mataram todos os outros profetas e forçaram estas tribos Árabes a converterem-se ao islão "oficial".

Reflexões e Aplicações

1. Não era universalmente reconhecido pelos muçulmanos  primitivos que Maomé era o último profeta.

Esta crença demorou tempo até se estabelecer, e ela foi violentamente forçada sobre a comunidade islâmica primordial. Se estas distintas comunidades islâmicas tivessem tido a permissão para continuar a seguir os seus próprios profetas, então a sua crença de que Maomé não era o último profeta de Deus teria continuado até aos dias de hoje, e o islão teria sido totalmente distinto.

2. Maomé e os seus companheiros não introduziram o monoteísmo na Arábia mas ao matarem todos os outros profetas, introduziram o Maometanismo na região.

O islão destas comunidades iniciais que tinham outros profetas ao lado de Maomé, teve agora, que se conformar ao Maometanismo.

3. A matança destes profetas, e o impedimento da continuação de material parecido com o Alcorão que eles (os maometanos) podem ter destruído, é evidência importante para o contexto do Alcorão de Maomé.

De que forma é que o que Maomé recitou se relacionava com o que estes outros profetas recitaram?  Será que existia material comum entre eles? Será que algum desse material foi incluindo no Alcorão de Maomé ou era o Alcorão de Maomé totalmente diferente da revelação destes outros profetas?

É uma suposição dizer que não havia qualquer ligação entre eles e Maomé. Alegar que o que Maomé recitou era completamente único e distinto é alegar com base no silêncio, silêncio esse criado através do assassinato destes outros profetas e do término das suas palavras.

Logo, tudo o que pensamos do Alcorão tem que ser analisado à luz do seu contexto. Mesmo que não sejamos capazes de responder a certas questões em torno destes profetas e das suas palavras, podemos ao menos saber que as alegações islâmicas modernas nada mais são que suposições e argumentos com base no silêncio.

4. “Como Maomé se tornou no último profeta” seria um bom título para um livro, visto existir bastante material  nas fontes islâmicas sobre as quais operar. Eu digo isto porque existem alguns livros com títulos como "Como Jesus Se Tornou Deus", e os maometanos parecem gostar destes livros.

No entanto, os maometanos não podem afirmar que, como os Cristãos batalharam com a ideia do Senhor Jesus como Deus, isso significa que a Sua Divindade é uma invenção posterior. Será que os maometanos diriam o mesmo em torno da forma como Maomé se tornou no último profeta? Algumas questões demoram tempo até serem resolvidas.

O que interessa reter nesta discussão entre Cristãos e maometanos é que ambos devem aprender mais sobre a sua história e uma forma correcta e não depender de clichés e de exageros.

Fonte: http://bit.ly/Vyg2Ua.

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

O mistério islâmico

Uma das mais importantes figuras da polícia Inglesa veio à televisão explicar o porquê dela querer prevenir que os jovens "Britânicos" saíam dos eixos. "Isto não está centrado na criminalização das pessoas", disse a Vice-Comissária Adjunta Helen Ball. "Isto tem em vista a prevenção de tragédias." 

E qual é a natureza da delinquência que estes jovens homens estão em perigo de se envolver? Drogas? Download de pornografia? Nada disso. Estes jovens "Britânicos" são muçulmanos que fogem para a Síria para tomarem parte na violenta guerra civil que está a ocorrer por lá.

Cerca de 400 jovens muçulmanos "Britânicos" juntaram-se à jihad na Síria e a polícia afirma que o número de "prisões relacionadas coma a Síria" aumentou substancialmente durante este ano - para 40 entre Janeiro e Março comparados com os 25 de todo o ano passado (2013). Cerca de 20 apareceram mortos, alguns foram presos nos aeroportos Britânicos, e alguns apareceram dando a voz a vídeos que fazem parte do material bélico islâmico.

Nada disto deveria ser surpreendente visto que estes jovens maometanos estão apenas a seguir os preceitos da sua religião que encoraja os seus aderentes a levar a cabo uma Jihad para a glória do seu "profeta". No entanto, descobrir que os muçulmanos agem como muçulmanos apanhou as autoridades Britânicas de surpresa e como tal, eles rapidamente formularam uma estratégia para lidar com este inesperado e totalmente surpreendente fenómeno.

Como seria de esperar, esta nova metodologia foi feita de modo a garantir que as sensibilidades muçulmanas não fossem ofendidas com base em algum estereótipo "racista". Como tal, Helen Ball, que é a coordenadora-sénior para o "Counter Terrorism Policing", está a usar uma abordagem "devagar devagar" - ela está a apelar às mulheres muçulmanas que informem a polícia se por acaso detectarem que um dos filhos está misteriosamente a desenvolver sinais de "radicalização" - isto é, se está a levar as palavras de Maomé a sério. Para além disso, Helen Ball é uma das figuras mais importantes da nova campanha: "Prevent Tragedies - dando início a uma conversa sobre a Síria" - sem dúvida a campanha anti-terrorista mais bem educada da história.

Uma das coisas mais misteriosas deste contágio é que ninguém parece ter ideia alguma da forma como ela é propagada ou como se originou. Será que é um agente transmitido pelo ar ou será que é passado através da água? Ninguém - muito menos a Helen Ball - parece interessado em falar deste ângulo das coisas. As famílias muçulmanas - umas atrás das outras -  estão igualmente perplexas, e elas mesmas já garantiram aos média que "não sabem" o porquê dos seus filhos saírem do país da forma rápida como eles têm saído.

Não era necessário dizer isto, mas esta nova iniciativa - apresentada de um modo formal na passada Quinta Feira - far-se-á acompanhar duma generosa canalização de dinheiro público para os grupos muçulmanos - que não foram lentos em aparecer e, num gesto demonstrativo da sua força de vontade, foram capazes de manter uma cara séria (sem rir) enquanto repetiam tudo a que o que o governo Britânico dizia.

Uma das contribuições duma mulher muçulmana, feita para o benefício dos média, era o típico "As mulheres são agentes de mudança, particularmente as mães que estão em casa. Elas são as que podem educar e garantir a segurança dos seus filhos."

Na verdade, a radicalização dos maometanos, e a forma como ela pode ser lidada, está a torna-se numa galinha dos ovos de ouro para o mundo académico e para o mundo político. Existem grupos de reflexão, companhias de treino, seminários, conferências, e departamentos universitários em fila, esperando uma pedaço da acção governamental disponível para este problema totalmente inesperado.

E parece que o trabalho não terá fim tão cedo. Há duas semanas atrás surgiu a notícia de que um muçulmano de 18 anos de Brighton morreu durante uma luta enquanto que um outro homem de 41 anos proveniente de Crawley (Sussex) havia sido morto numa missão suicida em Aleppo (Síria).

Muçulmanos a agir como muçulmanos é também a ameaça central duma história em crescimento em relação ao plano islâmico de 1) tomar conta das escolas por toda a Inglaterra, 2) substituir muitos professores, e 3) instalar uma ethos islâmica de linha dura - uma conspiração que foi identificada como "Cavalo de Tróia".

O governo deu início a uma investigação centrada em Birmingham onde alegadamente uma plano de tomada de controle por parte dos maometanos actualmente já se espalhou para 25 escolas. Esquadrões morais ambulantes têm estado a patrulhar os campos de jogos e a criticar as raparigas por não usarem o véu, para além de garantirem segregação nas aulas.

Mais uma vez, este exemplo totalmente inesperado e imprevisto de muçulmanos a agirem como muçulmanos apanhou todas as pessoas em lugares de autoridade de surpresa. O departamento de Educação efectivamente deixou de gerir seis escolas, e quase de certeza que irá lançar fora os corpos sociais das mesmas.

Os muçulmanos estão também a agir como muçulmanos em Bradford onde depois de dezenas de queixas por parte de pais Brancos, as autoridades educativas admitiram que uma rede escolar oculta está também a ser estabelecida por lá. Dezenas de professores Brancos foram empurrados para fora dos seus empregos, e ficaram impedidos de falar abertamente sobre isto devido a amordaçantes cláusulas de rescisão presentes nos pacotes de indemnização.

Um relatório de inspecção por parte do Departamento de Inspecção, disponibilizado secretamente ao Daily Telegraph, apurou que as raparigas duma escola foram forçadas a sentar na parte traseira da aula, exames em torno dos programas de estudo foram "restritos de modo a que estivessem de acordo com os ensinos islâmicos conservadores" e um clérigo extremista foi convidado para falar com as crianças.

Durante a semana passada, emergiu a notícia de que, em 2007, o líder - presidente dos gerentes desta escola - escreveu detalhadamente o plano de "islamização" das escolas estatais. A "Head Teachers Association" deu também a sua opinião e disse que foram feitas tentativas de "alterar o seu carácter de modo a que ela esteja mais em linha com a fé islâmica", incluindo deixar de fora partes do curriculo e a tentativa de influenciar a nomeação de funcionários muçulmanos.

Seria de esperar que todo este caos, perturbação e desarmonia pudesse ser a última coisa que as escolas Britânicas em austeridade precisassem, mas isso seria ter uma visão limitada. Claramente, a estratégia multiculturalista não-divulgada da elite tem dado resultados suberbos visto que uma população dividida é uma população conivente e ela estará demasiado distraída para reparar no quadro geral.

Fonte: http://bit.ly/Vy70Xp.

segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Será que Isaías profetizou a vinda de Maomé?

Visto que o Alcorão alega que a Bíblia contém "claras profecias de Maomé" (7:157  e 61:6), os maometanos têm estado desesperadamente em busca de tais profecias há quase 1400 anos. Alguns dos mais famosos apologistas maometanos, tais como Ahmed Deedat e Zakir Naik, tentaram demonstrar que a Bíblia refere-se a Maomé no Livro do Profeta Isaías 29:12. Zakir Naik escreve:
Maomé (paz esteja com ele) é profetizado no livro de Isaías:

É mencionado no livro de Isaías, capítulo 29 verso 12:

"Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não sei ler."

Quando o Arcanjo Gabnriel ordenou a Maomé (p.e.c.e.) que dissesse Iqra - "Lê", ele respondeu, "Não sei ler".
E portanto,  Maomé é alegadamente o homem iletrado que recebe um livro em Isaías 29:12.

Mas Isaías 29:12 não fala de um profeta, mas sim de um povo que rejeita os profetas de Deus! (Por esta altura, é de admirar o porquê dos maometanos não acusarem Zakir Naik de heresia ou apostasia por ter aplicado este versículo a Maomé.)

Nos primeiros dez versículos do capítulo 29 do Livro do Profeta Isaías, Deus anuncia que Ele irá punir Israel e os inimigos de Israel: os primeiros serão punidos por pecarem contra Ele, e os segundos por terem atacado Israel. Deus envia o profeta Isaías para anunciar estes castigos, mas Deus diz a Isaías que o povo não irá prestar atenção à sua mensagem. Ele diz nos versículos 11 e 12:

Pelo que, toda a visão vos é como as palavras de um livro selado, que se dá ao que sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não posso, porque está selado.
Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não sei ler.

Note-se no que ocorre aqui: Isaías recebe uma revelação, mas Deus diz-lhe que o seu povo irá rejeitar a revelação. Esta mensagem é como um livro selado; se ela é dada a alguém que sabe ler, ele dirá "Não posso, porque está selado". Se se der a alguém que não sabe ler, ele dirá, "Não sei ler." De qualquer das formas, portanto, o povo recusar-se-á a prestar atenção aos avisos de Deus.

Curiosamente, no versículo seguinte (Isaías 29:13) Deus diz:

Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de Mim, e com a sua boca e com os seus lábios Me honra, mas o seu coração se afasta para longe de Mim

O Senhor Jesus cita esta mesma passagem nos Evangelhos para condenar o povo pela sua desobediência a Deus (Mateus 15:7-9). Logo, quando os muçulmanos afirmam que Isaías 29:12 se refere a Maomé, eles estão a afirmar que o seu profeta era espiritualmente cego, que o seu coração estava longe de Deus, que ele rejeitou a revelação de Deus, e que o Senhor Jesus o iria condenar tal como Ele condenou os Fariseus.

Claro que se os muçulmanos insistirem que este versículo é sobre Maomé, os Cristãos não colocarão qualquer objecção. Tudo o que podemos fazer é orar para que eles não sigam a rebelião de Maomé contra Deus até à perdição eterna.
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quarta-feira, 9 de Julho de 2014

Victoria Wasteney e a ilegalização do Cristianismo

Mulher Cristã deu início a um processo legal depois de ter sido disciplinada pela NHS por ter orado por uma colega maometana. Victoria Wasteney, terapeuta ocupacional sénior numa das áreas mais racialmente diversas do país, foi também acusada de ter maltratado [inglês: "bullying] a colega depois de lhe ter dado um livro onde se lia uma história duma mulher maometana que se converte ao Cristianismo.

Para além disso, os gerentes seniores disseram à Senhorita Wasteney que era impróprio da sua parte convidar a mulher maometana para desportos comunitários organizados pela sua igreja. As queixas levaram a que a Senhorita Wasteney fosse suspensa por 9 meses.

Três acusações foram mantidas contra a mulher de 37 anos após a audiência interna preliminar em Fevereiro último, e cinco acusações foram consideradas sem fundamento. Ela teve que aceitar um aviso final escrito no emprego, que permanecerá no seu registo durante 12 meses, bem como ela teve que aceitar uma vasta gama de outros requerimentos feitos com o propósito de impedir que ela falasse da sua fé com os seus colegas.

A Senhorita Wasteney, que é de Essex, disse que ela está a desafiar os seus empregadores num tribunal porque o politicamente correcto dentro da NHS estava a amordaçar conversas normais centradas na fé:

Acredito que a tolerância é para todos, e é por isso que estou a colocar em causa o que aconteceu comigo.

A jovem mulher maometana foi nomeada como terapeuta ocupacional numa equipa de 30 profissionais gerida pela Senhorita Wasteney, na "East London NHS Foundation Trust".

Uma das primeiras conversas que eu me lembro foi uma onde ela me disse que se havia mudado recentemente para Londres. Ela sentia que Deus tinha um plano real e um propósito para ela.

A Senhorita Wasteney disse à sua colega que ela frequentava uma igreja, mas "fui muito cuidadosa porque o nosso ambiente é tal que estas coisas podem ser mal interpretadas, e sendo ela duma cultura diferente, eu sabia que eu tinha que respeitar isso". A Senhorita Wasteney disse que a mulher estava interessada no trabalho comunitário feito pela sua igreja contra o tráfico de seres humanos.

Durante um certo período de tempo, a Senhorita Wasteney disse que convidou a sua colega para vários eventos organizados pela sua igreja, e nunca mais pensou nisso. Mais tarde, quando a mulher estava à beira de abandonar o emprego para se submeter a tratamento hospitalar, a Senhorita Wasteney deu-lhe um livro para que ela o lesse durante a sua recuperação.

Este livro havia-me sido recomendado por um amigo, e tinha  título de "I Dared to Call Him Father". Eu ainda não o tinha lido e ainda nem o li, mas sei que é uma história da forma como uma mulher muçulmana se converteu ao Cristianismo.

Visto que eu já havia tido este tipo de conversas, isso não pareceu anormal. De certo que eu  não estava a tentar convertê-la ao Cristianismo, tal como me foi dito mais tarde.

Noutra ocasião, a mulher veio ter com a Senhorita Wasteney no seu escritório, em lágrimas, triste com a sua saúde e com problemas que tinha em casa.

Disse-lhe que ela tinha uma fé forte, e que ela deveria ir buscar forças precisamente aí.... Disse-lhe "Ora!" Ela disse-me que não podia orar, e como tal, eu respondi, 'Talvez eu possa orar por ti?' E ela disse 'Ok'. Perguntei-lhe se eu poderia colocar a minha mão no seu joelho, e ela disse que sim. Já não me lembro se disse "Senhor" ou "Deus", mas falei o que eu penso que foi a coisa mais neutral possível. Depois disso, eu disse, "Confio que Tu [Deus] lhe trarás paz e que Tu lhe trarás a cura.

Em Junho do ano passado, foi dito à Senhorita Wasteney que as queixas contra ela haviam-se baseado no seu "assédio" e no seu "bullying". Uma audiência preliminar levada a cabo no seu emprego em Fevereiro último determinou que ela era culpada de três acusações de mau comportamento - orar com uma colega, dar-lhe um livro e convidá-la para eventos organizados pela sua igreja.

O caso da Senhorita Wasteney têm o apoio da "Christian Legal Centre", que já instruiu Paul Diamond, um dos advogados mais importantes da luta pelos direitos humanos.

Andrea Williams, chefe-executiva da "Christian Legal Centre", disse que o caso demonstra que o "NHS está, de modo crescente, a ser dominado por uma sufocante agenda esquerdista que escolhe contorcer-se par acomodar certas crenças, mas pune os Cristãos". (...)

Fonte: http://bit.ly/1qJeOSL

segunda-feira, 7 de Julho de 2014

Paquistanesa morre por recusar uma proposta de casamento

Adolescente Paquistanesa morreu depois de ter sido regada com gasolina e incendiada por um homem que queria casar com ela mas que viu a sua proposta ser recusada.

Esta foi a segunda matança brutal na província do Punjab no espaço de dias, depois duma rapariga de 17 e o seu marido terem sido mortos por um grupo de familiares dela por se ter casado sem a aprovação destes.

Este último incidente ocorreu no Sábado, numa povoação que faz parte da aldeia Toba Tek Singh. Mohammad Akram, oficial da polícia, disse à AFP que Sidra Shaukat, de 18 anos, encontrava-se em casa sem a presença dos pais quando Fayyaz Aslam, de 22 anos, entrou em casa, lançou gasolina sobre ela e incendiou-lhe:

Ela foi levada para o hospital local, que prontamente lhe enviou para o hospital principal, mas ela morreu antes de chegar lá.

Aslam foi preso e foi aberto um processo contra ele.

O rapaz amava-a e tinha-lhe enviado uma proposta de casamento, mas a mesma foi rejeitada pela família dela.

O pai de Sidra, Shaukat Ali, confirmou a matança e acusou Aslam de assediar a sua filha:

Ele tinha o hábito de assediar a minha filha; ontem ele veio à tarde e ameaçou consequências graves depois de nós lhe termos dito para evitar voltar outra vez.

Outra adolescente, Maafia Bibi, de 17 anos, e o seu marido de 31 anos Muhammad Sajjad foram mortos pelo pai e por dois tios de Bibi devido ao facto dela se ter casado com ele - contrariando os desejos deles.

Fonte: http://bit.ly/1vMUbmG.

sábado, 5 de Julho de 2014

A letal "honra" islâmica

Casal, que havia contraído matromónio recentemente, e originário do nordeste do Paquistão, morreu de uma forma horrível vítima de um ataque por parte da família da noiva. Segundo o oficial policial do Punjab Mohammad Ahsanullah, o casal, identificado como Sajjad Ahmed, de 26 anos, e Muawia Bibi, de 18, havia sido casado por um tribunal Paquistanês no dia 18 de Junho deste ano contra a vontade da família de Bibi.

Na Quinta Feira, o pai da noiva e os seus tios atraíram o casal de volta para a povoação de Satrah, na província de Punjab, onde Ahsanullah disse que o casal foi amarrado e decapitado. Apesar de inexistência de testemunhas, os membros da família entregaram-se às autoridades e encontram-se agora no distrito de Sialkot no Punjab.

Tais matanças normalmente são causadas pelas tradições tribais islâmicas do Paquistão e normalmente ocorrem em zonas rurais onde quer que existam muçulmanos. Os activistas dos direitos humanos afirmaram que as pessoas que testemunham estes actos, incluindo a polícia, normalmente não interferem porque tais matanças são consideradas "assuntos de família".

Segundo as Nações Unidas, cerca de 5,000 mulheres são anualmente mortas por motivos de honra. No entanto, os grupos que militam pelos direitos das mulheres afirmam que o número de crimes de honra é maior do que aquele que é reportado. Segundo a comissão dos direitos humanos do país, durante o ano passado 869 mulheres foram vítimas de matança de honra no Paquistão

Antes deste assassinato, e também em Junho, Saba Masqoood, de 18 anos, foi deixada como morta dentro dum saco num canal do Paquistão, com ferimentos causados por um ou mais armas de fogo.

Ela acusou o pai e o irmão de terem disparado contra ela visto eles não aprovarem o seu casamento com um vizinho. Ela sobreviveu mas outras não têm tanta sorte.

Durante o mês passado, a morte duma mulher paquistanesa grávida causou comoção em todo o mundo. Farzana Parveen, de 25 anos, foi atacada com tijolos por cerca de 20 pessoas, incluindo membros familiares próximos.

Depois disto, o seu marido, Mohammad Iqbal, disse à CNN que ele havia morto a sua primeira esposa há seis anos como forma de poder casar com Parveen.

Modificado a partir do original: http://cnn.it/THep56

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Não são as "tradições tribais" e nem os "costumes culturais" que causam a matança de honra visto que estes crimes ocorrem na Irlanda, em Inglaterra, no Canadá, na Suécia, na Índia, e, tal como visto, no Paquistão. O que une todas estas mortes não é a "tradição cultural" ou "tribal" mas sim a religião islâmica.

quarta-feira, 2 de Julho de 2014

Os limites da paciência chinesa

A China executou 13 maometanos por estes terem tomado parte em ataques terroristas na zona ocidental da região Xinjiang; outros três foram condenados à prisão perpétua por levarem a cabo um ataque letal na Praça Tiananmen em Pequim.

Segundo as fontes informativas governamentais, "Os 13 criminosos haviam planeado ataques terroristas violentos e haviam assassinado de um modo violento oficiais da polícia, oficiais governamentais e civis, o que causou a morte de inocentes, danos enormes em propriedades e fragilização da segurança pública."

Xinjiang é a "casa" tradicional dos maometanos Uigures, que falam uma língua de origem turca, e a China culpou separatistas locais (que buscam a criação dum estado islâmico independente com o nome de "Turquestão do Leste") pelos ataques prévios.

Grupos Uigures no exílio e activistas dos direitos humanos afirmaram que as políticas repressoras do governo em Xinjiang provocaram inquietação, algo que Pequim nega.

Os 13 homens executados estiveram envolvidos em ataques em diferentes partes de Xinjiang, incluindo um que ocorreu em Junho último que causou a morte de 24 polícias e residentes locais.

No caso da Praça Tiananmen, cinco pessoas foram mortas quando um carro avançou pela multidão dentro da praça, e incendiou-se. Entre os mortos incluíam-se as 3 pessoas que se encontravam dentro do carro.

Para além da sentença de morte pelos ataques, outros homens foram sentenciados a prisão perpétua, e outros 4 foram condenados com penas que variam dos 5 aos 20 anos.


* * * * * * *
O padrão é essencialmente o mesmo: mal os maometanos se encontram em número suficiente, eles desenvolvem esforços para criar uma "pura zona islâmica". Se o país onde  eles se encontram não lhes dá o que eles exigem, eles enveredam pelo terrorismo.

Repito, o padrão é universalmente o mesmo - desde a Alemanha, até Espanha, passando pela França, Bélgica, cruzando a Terra Santa, descendo até ao subcontinente Indiano (onde os maometanos conseguiram roubar parte da Índia e formar o Paquistão) e até a China. Não há forma pacífica de resolver a atitude imperialista islâmica porque eles apenas estão a seguir o exemplo do seu "profeta" (que no islão tem o nome de "sunnah" do "profeta").

Note-se que de maneira nenhuma estes comentários são uma validação da forma como o governo Chinês lida com os terroristas, mas sim uma nota em favor da tese de que as exigências maometanas crescem à medida que eles vão ficando mais numerosos.



sábado, 28 de Junho de 2014

Medina era uma cidade judaica antes da ocupação islâmica

Embora seja um facto pouco publicitado, mais do que um historiador já afirmou que a segunda cidade mais santa do islão, Medina, era uma das cidades "puramente árabes" que na verdade era povoada por tribos Judaicas. (1) E tal como os Protestantes Ingleses do século 16 que financiaram os seus empreendimentos assaltando os mosteiros Católicos Ingleses, as raízes do anti-semitismo islâmico podem ser encontradas na pilhagem de colónias Judaicas, e na imposição de "impostos" [jiziyah] como forma de financiar as campanhas Árabes. Bernard Lewis escreve:

A cidade de Medina, que se encontra a cerca de 280 milhas à norte de Meca, havia sido originalmente colonizada por tribos Judaicas provenientes do norte, especialmente Banu Nadir e Banu Quraiza. A riqueza comparativa da cidade atraiu a infiltração dos Árabes pagãos que, inicialmente, vieram como clientes dos Judeus mas por fim foram bem sucedidos em dominá-los. Medina, ou, como era conhecida antes do islão, Yathrib, não tinha qualquer tipo de governo estável.

A cidade encontrava-se dividida por feudos das tribos Árabes rivais Aus e Khazraj, com os Judeus a manterem um desconfortável equilíbrio de poder. Estes últimos, envolvidos maioritariamente na agricultura e no artesanato, eram economicamente e culturalmente superiores aos Árabes, e eram consequentemente olhados com desdém.... Mas os Árabes conseguiram conquistar uma unidade através das actividades de Maomé, eles atacaram e eliminaram os Judeus. (2)

Na última metade do 5º século, muitos Judeus Persas fugiram da perseguição para a Arábia, aumentando ainda mais o número de Judeus que lá vivia. (3) Mas por volta do 6º século, os escritores Cristãos reportaram a importância contínua da comunidade Judaica que permaneceu na Terra Santa. Para os colonos Judeus dispersos, Tiberíades e Judeia era central. No Reino de Himyar, na costa Este do Mar Vermelho da Arábia, "as conversões para o Judaísmo em círculos influentes" era algo popular, e o domínio do Reino estendeu-se através de "porções consideráveis da parte sul da Arábia".

Os cidadãos comuns bem como a família real adoptaram o Judaísmo, e um dos escritores revela que "sacerdotes Judeus (presumivelmente rabinos) provenientes de Tebaríades ... faziam parte da corte do Rei Du Noas, e serviam como enviados seus nas negociações com as cidades Cristãs." (4) Segundo Guillaume,

No alvorecer do islão, os Judeus dominavam a vida económica de Hijaz [Arábia]. Eles controlavam as melhores terras ... ; em Medina eles eram provavelmente pelo menos metade da população. Existiam também colónias Judaicas à norte do Golfo de Aqaba....  O que é importante ressalvar é que os Judeus de Hijaz haviam feito muitos prosélitos [ou convertidos] junto das tribos Árabes. (5)

Os primeiros refugiados "Palestinos" ou provenientes da Judeia - os Judeus - haviam-se restabelecido e haviam-se tornado em colonos Arábicos prósperos e influentes.

A prosperidade dos Judeus devia-se  ao seu superior conhecimento da agricultura e da irrigação, bem como a sua energia e a sua indústria. Com o passar de algumas gerações, refugiados [Judeus] sem casa haviam-se tornado em grandes proprietários de terra no país,....controlando a sua finança e o seu comércio.... Devido a isto, pode-se ver claramente que a prosperidade Judaica era uma desafio para os Árabes, especialmente para os Quraish em Meca e .... [para outras tribos] Medina.

O "profeta" Maomé era ele mesmo membro da tribo Quraish, que cobiçava as posses Judaica, e

quando os muçulmanos pegaram e armas, eles foram muito mais severos com os Judeus do que com os Cristãos, que, até ao final do primeiro Califado puramente Árabe, não foram mal tratados. (6)

Um dos motivos para "esta discriminação" contra os Judeus é o que Guillaume chamou de "as palavras de desprezo do Alcorão" relativas aos Judeus. (7) A actividade dos Judeus em relação ao desenvolvimento das terras, bem como a sua cultura, era uma fonte primária de saque na deserto peninsular da Arábia. Começando com o "profeta" Maomé e o islão (8) - desde as expulsões, a depredações, extorsões, conversões forçadas e assassinatos de Judeus Árabes estabelecidos em Media, até à matança em massa dos Judeus de Khaibar - o precedente foi estabelecido entre os muçulmanos Árabes para que estes expropriassem aquilo que pertencia aos Judeus. As relações entre o "profeta" Maomé e os Judeus "nunca foram . . . fáceis":

Eles [os Judeus] haviam-no irritado por não o terem reconhecido como profeta, por o terem ridicularizado, por terem disputado a suas alegações; e, claro, a sua supremacia económica . . .  era algo que causava permanente irritação. (9)

Parece que a primeira "instigação" feita por Maomé contra os Judeus foi um incidente onde ele causou a que "um dois dois Judeus fossem assassinados e nenhum dinheiro de sangue foi pago aos seus parentes mais próximos."

... Os seus líderes colocaram em causa as suas alegações de que ele era um apóstolo enviado por Deus, e embora eles tenha ficado satisfeitos com a sua aceitação da missão divina de Abraão, Moisés e os profetas, eles dificilmente se poderia esperar que eles recebessem de bom grado a inclusão de Jesus e de Ismael como mensageiros de Deus. (10)

... a existência de grupos de Judeus insatisfeitos dentro e em redor da sua base era algo que deixava-o pouco à vontade, e eles tinham que ser eliminados se ele [Maomé] quisesse levar a cabo campanhas militares sem ansiedade. (11)

Visto que os Judeus preferiram manter as suas crenças,

uma tribo na vizinhança de Medina caiu sob suspeitas de traição e foram forçados a deixar as suas armas e abandonar a colónia. Terras valiosas e muito espólio caiu nas mãos dos muçulmanos. A tribo vizinha de Qurayza, que pouco depois iriam sofrer aniquilação, nada fizeram para ajudar os seus correlegionários, e os seus aliados - a tribo de Aus - tinham receio de lhes dar apoio activo. (12)

Maomé proclamou, "Não podem existir duas religiões juntas na Península Árabe." (13) Este édito foi levado a cabo por Abu Bakr e por Omar 1 - os sucessores de Maomé; toda a comunidade de colónias Judaicas por todo o norte da Arábia foi sistematicamente aniquilada.

Segundo Bernard Lewis, o extermínio da tribo Judaica de Quraiza foi seguido por "um ataque ao oásis Judaico de Khaibar"(14). Mensageiros enviados por Maomé foram enviados aos Judeus que haviam escapado para a segurança e conforto de Khaibar, "convidando" Usayr - o "chefe de guerra" Judeu - para visitar Medina com fins de mediação.

Usayr colocou-se a caminho com 30 companheiros e uma escolta muçulmana. Não suspeitando qualquer tipo de jogada suja, os Judeus não levaram consigo armas. Durante o caminho, os maometanos voltaram-se contra a delegação indefesa, matando todos menos um que conseguiu escapar. "A guerra baseia-se na decepção," (15) segundo um ditado frequentemente citado de Maomé (16).

O falecido historiador e antigo presidente Itzhak Ben-Zvi qualificou as "atrocidades desumanas" das comunidades Árabes como sem paralelo desde então:

.... a total aniquilação de duas tribos Judaico-Árabes, os Nadhir e os Kainuka' - através do massacre em massa dos seus homens, mulheres e crianças, foi uma tragédia para a qual não pode ser encontrada outra paralela na história Judaica até aos nossos dias ..... (17)

Segundo o Alcorão, a matança dos Judeus Árabes e a sua expropriação da suas possas foi vontade de Alá:
... alguns vocês mataram, e outros vocês levaram cativos. Ele [Alá] tornou-vos senhores das suas vidas [dos Judeus], das suas terras, das suas casas e dos seus bens, para além de outra terra [Khaibar] sobre a qual sua vocês nunca tinham firmado a planta dos vossos pés. Certamente, Alá tem o domínio sobre todas as coisas. (18)

Guillaume relata que o ataque anti-Judaico de Khaibar foi bravamente resistido, mas "embora os habitantes tenham lutado de uma forma mais valente aqui que em qualquer outro lugar, em inferioridade numérica e apanhados de surpresa, eles foram derrotados." (19).

Aqueles que de alguma forma  sobreviveram, passaram a ser a fórmula para os futuros sucessos islâmicos. Alguns dos Judeus, "não-muçulmanos" ou infiéis, "mantiveram as suas terras," pelo menos até a altura em que os muçulmanos pudessem ser recrutados em número suficiente para substituir os Judeus.

Enquanto isso, os Judeus Arábicos passaram a pagar 50% do seu rendimento em "imposto" ou taxa, como forma de terem "protecção" contra os novos pilhadores. Como o professor Lewis escreve:

A vitória muçulmana em Khaibar marcou o primeiro contracto entre o estado muçulmano e os conquistados povos não-muçulmanos, e formou a base para a forma como esses povos seriam no futuro lidados em situações semelhantes. (20)

Portanto, os dhimmis [os "protegidos] Judeus evoluíram - o roubo da liberdade e da independência política, associado à extorsão e à eventual expropriação da sua propriedade. "Tolerados" entre ataques violentos, expulsões, e pilhagens por parte dos conquistadores Árabes muçulmanos,  os dhimmis predominantemente Judeus mas também Cristãos providenciaram uma fonte de receita religiosa através da taxa imposta aos "infiéis".

Para além disso, o dhimmi rapidamente passou a ser um conveniente bode de expiação e saco de pancada para os maometanos.


* * * * * * *
Resumindo, se não fosse a limpeza étnica, ocupação, massacre, atrocidade, destruição  e violação dos Judeus por parte dos maometanos, é bem provável que Medina ainda fosse uma cidade Judaica até aos dias de hoje Mas em vez disso, e ao mesmo tempo que os maometanos exigem ser tratados com "respeito" em Israel e em todo o mundo ocidental, os não-muçulmanos estão proibidos por lei de entrar em Medina.

A hipocrisia  islâmica não tem limites.


Referências:

1.Salo W. Baron, A Social and Religious History of the Jews, 3 vols. (New York: Columbia University Press, 1937), 1, pp. 308T
2. Lewis, Arabs in History, p. 40.
3. S. Safrai, "The Lands of the Diaspora," in A History ofthe Jewish People, Ben-Sasson, ed., p. 380.
4. S. Safrai, "From the Abolition of the Patriarchate to the Arab Conquest (425-W)," in History of the Jewish People, Ben-Sasson, ed., pp. 358-359. Of this little-known history Safrai writes: "Twice the Jews of Himyar succeeded in throwing off Ethiopian domination; even in the eyes of Byzantium it was a Jewish kingdom, small but occupying a strategic position. The king of Himyar prevented Byzantine traders from passing through to India on the grounds that Jews were being persecuted in Roman lands. Byzantium was reluctant to risk a war so far away in South Arabia, but was able to persuade Ethiopia to take up its quarrel. The king of Himyar hoped for Persian aid, but there was a lull in the fighting between Rome and Persia at the time, and the Persians did not appreciate the importance of this outlet from the Red Sea being controlled by an ally of Byzantium. Du Noas fell in a battle against an invading Ethiopian army, and the Jewish Kingdom came to an end."
5. Guillaume, Islam, pp. 11-12.
6. Ibid., p. 12.
7. Ibid. See examples in Chapter 4.
8. For details of the Prophet Muhammad-Ab-u al-Qasim Muhammad ibn'Abd  Alla ibn 'Abd al-Muttal-ib ibn Hashim-see Guillaume, Islam, pp. 20-54; the "tradi-
tional" biography of Muhammad (Arabic) is Ibn Hisham's recension of Ibn Ishaq's
al-Sira al-Nabawiyya, 2 vols. (Cairo, 1955); The Life of Muhammad, abridged
English trans. by A. Guillaume (Karachi, 1955). Cited by Norman A. Stillman, Jews of Arab Lands, A History and Source Book (Philadelphia, 1979), p. 6, n. 9. See also Lewis, Arabs in History.
9. Guillaume, Islam, p. 43.
10. Ibid., pp. 43-44.
11. Ibid., p. 44.
12. The Nadir tribe. Ibid., p. 46. Also see Stillman, Jews of Arab Lands, pp. 8-10, for a study of "exclusively Muslim" sources, tracing Muhammad's "face-to-face contact with a large, organized Jewish Community," an "encounter" that "did not prove to be an auspicious one." The Nadir tribe in Medina went to Khaibar in "exile," Stillman, Jews~ p. 14.
13. Salo W. Baron, Social and Religious History, Vol. 1, p. 311. He cites Muwatta, in Al-Zurkani's commentary IV, p. 71.
14. Lewis, The Arabs in History, p. 45.
15. Al-Bukhari, al-Jami al-Sahih, bk. 56 (Kitab al-Jihad, Bab 157), ed. M. Ludolf Krehl (Leiden, 1864), Vol. 2, p. 254, cited by Stillman, Jews, p. 17. According to Stillman, "This hadith appears in several other canonical collections."
16. Stillman, Jews~ p. 17, citing Ibd Sa'd, Kitab al-Tabaqat al-Kabir, ed. by Edvard Sachau et al. (Leiden, 1909), Vol. 2, pt. 1, pp. 66-67; al-Waqidi, Kitab al-MaghaZ4 Vol. 2, pp. 566-68; Ibn Hisham, al-Sira al-Nabawiyya, Vol. 2, pp. 618-619.
17. Itzhak Ben-Zvi, The Exiled and the Redeemed (Philadelphia, 1961), p. 144. Also see Stillman, Jews, p. 14ff.
18. The Koran, Surah 33, v. 26-32, Dawood translation.
19. Guillaume, Islam, p. 49.
20. Lewis, Arabs, p. 45..

sexta-feira, 20 de Junho de 2014

Jihad contra o chocolate

Os muçulmanos da Malásia afirmaram, em conferência de imprensa, que querem uma 'jihad' contra a marca de chocolates Cadbury, pois foram encontrados vestígios de ADN de porco em duas qualidades diferentes de chocolates do fabricante, avança a imprensa internacional.


Vários grupos de muçulmanos residentes na Malásia manifestaram-se a favor de um boicote nacional a todos os produtos da chocolateira britânica Cadbury, noticia a imprensa internacional. As associações reclamam que a multinacional está a tentar “enfraquecer” os muçulmanos.

Numa conferência de imprensa, vários porta-voz dos mesmos grupos (que incluem ‘Muslim Consumers Association of Malaysia’, ‘Perkasa’, ‘Pertubuhan Kebajikan Darul Islah Malaysia’, ‘Ikatan Muslimin Malaysia’ e ‘Halal Muslim Entrepreneurs Association’) queixaram-se que a fabricante inglesa “ultrapassou as marcas” ao vender produtos com vestígios de ADN de porco (foram encontrados vestígios em duas qualidades de chocolate da chocolateira).

Eles traíram os muçulmanos quando puseram elementos ‘proibidos’ na comida que pomos nos nossos corpos, para nos enfraquecer. É por isso que os muçulmanos estão fracos e divididos”, sublinhou um responsável do grupo ‘Perkasa’.

Outros responsáveis afirmaram que as “doenças sociais e da alienação da religião” dos muçulmanos a viver na Malásia são, em grande parte, derivadas do consumo de comida “proibida”.

As pessoas que comem porco são difíceis de guiar pelo caminho certo. Quando chegar o dia do julgamento final, essas pessoas vão ter caras de porco em função do que comeram”, afirmaram.


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