Na verdade foi um maometano que invadiu uma esquadra policial, gritando "Alá é o maior!" (Allah akbar).
Por volta das 11:50 do dia 7 de Maio um homem invadiu uma delegacia policial localizada em Roussillon. Segundo as testemunhas presentes no local do drama, o homem entrou nas instalações gritando "Alá é o maior" antes de atacar um oficial da polícia que se encontrava na recepção, ferindo-o na zona do pescoço com uma faca.
Por volta das 11:50 do dia 7 de Maio um homem invadiu uma delegacia policial localizada em Roussillon. Segundo as testemunhas presentes no local do drama, o homem entrou nas instalações gritando "Alá é o maior" antes de atacar um oficial da polícia que se encontrava na recepção, ferindo-o na zona do pescoço com uma faca.
Outro polícia que se
encontrava por perto disparou a sua arma, ferindo o atacante na coxa.
No entanto, uma das balas fez ricochete e feriu o polícia na sua
perna.
As mazelas que se encontram nos três vão de ligeiras até sérias e todos eles foram transferidos para os hospitais da região.
Os oficiais não sabem ainda o que motivou este homem a invadir a delegacia desta forma mas as suas opiniões variam de 1) acto dum extremista islâmico ou 2) loucura. Actualmente, os investigadores encontram-se entretidos a investigar a personalidade do atacante.
* * * * * * *
As mazelas que se encontram nos três vão de ligeiras até sérias e todos eles foram transferidos para os hospitais da região.
Os oficiais não sabem ainda o que motivou este homem a invadir a delegacia desta forma mas as suas opiniões variam de 1) acto dum extremista islâmico ou 2) loucura. Actualmente, os investigadores encontram-se entretidos a investigar a personalidade do atacante.
* * * * * * *
Sempre que um maometano leva a cabo um acto de jihad (claramente com
motivações religiosas), os politicamente correctos oficias ocidentais
coçam as suas cabeças de modo ostensivo e tentam saber, admirados, o
que motivou o ataque (colocando até a possibildade do atacante estar
louco). A explicação mais óbvia é demasiado terrível para eles
contemplarem.
Uma testemunha afirma ter ouvido o homem dizer algumas coisas em árabe, para além de terem sido encontradas no seu quarto revistas com a frase "A vitória está próxima" escritas nelas. Para esclarecer ainda mais as motivações do homem, ficou-se a saber que ele havia feito recentemente uma peregrinação a Meca.





