MITOS ISLÂMICOS

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Rivalidade mimética

Por Jaime Nogueira Pinto

O que é o jihadismo militante? Quais os seus objectivos? Quais os seus recursos humanos e materiais? E, sobretudo, o que quer, e por que é que odeia e ataca a Europa, o Ocidente, esse Outro que também somos?

Para responder a estas perguntas – ou melhor, para tentar começar a responder-lhes – é preciso refrear a histeria que vem do medo e a euforia que vem da superação do medo. Ambas conduzem à simplificação maniqueísta de ignorar ‘o outro’ e as suas razões, para apenas pensar na sua eliminação.

O moderno jihadismo é constituído por um conjunto de movimentos clandestinos armados, e agora também pelo chamado ‘Estado Islâmico’, inspirados no reformismo integrista, de origem salafista. O jihadismo proclama a guerra santa como uma obrigação do crente, sempre que as terras do Islão sejam ocupadas, as gentes do Islão ameaçadas e os princípios do Islão pervertidos ou traídos. Para os jihadistas, só os ensinamentos do Alcorão, os hadiths (tradições) do profeta e as memórias dos primeiros califas são fontes da verdade. Quando os clérigos oficiais se afastam deles, devem os crentes desobedecer-lhes.

Modernamente, os referenciais e inspiradores desta linha são os Irmãos Muçulmanos, cujos doutrinadores e líderes, Hassan al-Banna e Said Qutb, acabaram presos e executados pelo regime militar egípcio. Os rebeldes do Ikwan dos anos 20 e os atacantes da Grande Mesquita em 1979, na Arábia Saudita, pertencem também a este sunismo integrista e contestante.

Foi a partir destas bases teóricas e experiências políticas que Osama Bin Laden e a al-Qaeda justificaram o seu activismo revolucionário: à guerra contra os soviéticos no Afeganistão, sucedeu a guerra contra os americanos e os ataques do 11 de Setembro de 2001; e, depois, uma longa lista de acções em Madrid e em Londres contra cristãos e judeus mas também – e maioritariamente – contra muçulmanos e em terras muçulmanas, atingindo xiitas, dirigentes considerados apóstatas e aliados dos infiéis e dos ditos ‘cristãos e judeus’.

Bin Laden rompeu com a Casa de Saud a seguir à invasão do Kuwait, quando o Rei Fahd aceitou os americanos no reino. A Casa de Saud, como os governos da maioria dos Estados islâmicos, passaram a ser o inimigo próximo, cúmplices do ‘inimigo distante’, o Ocidente.

Mas se o ponto de partida de toda esta guerra é uma metapolítica quase escatológica, a execução das suas operações obedece a linhas estratégicas bem definidas. André Glucksmann, no seu Dostoiévski em Manhattan, compara os chefes desta ofensiva a Stravogin e aos niilistas retratados nos Possessos e, como eles, possuídos por uma fúria caótica.

Mas, quanto à execução, estará mais perto da verdade René Girard, quando aplica à guerra jihadista contra a América a teoria da ‘rivalidade mimética’. Para o autor de La Violence et le Sacré, Bin Laden e os seus querem juntar e mobilizar ‘sob a bandeira do Islão’ todo o terceiro mundo e as vítimas do Ocidente, mas fazem-no segundo uma lógica ocidental e usando meios ocidentais; imitando, não apenas os processos de comando, controle e subversão, mas a própria causa para agir.

- http://sol.pt/noticia/122351

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Escritor francês ‘põe’ o Islão no poder

O mais recente livro de Michel Houellebecq, saído agora em França, imagina a chegada ao poder de um partido fictício, a Fraternidade Muçulmana, que congrega os seguidores do Islão em França, depois de umas eleições disputadas contra a Frente Nacional, de extrema-direita.

Narrada pela voz de um professor universitário de 44 anos, a história chama-se Submission (Submissão) e situa-se em 2022, ano em que, depois de concluído um segundo mandato de François Hollande, os muçulmanos posicionam-se num lugar nas sondagens que lhes permite disputar o poder contra os partidos tradicionais.

Segundo a revista Les Inrockuptibles, o título remete, justamente, para a submissão dos crentes a Alá e, ao mesmo tempo, para a conversão dos não-crentes.  

Tão aclamado quanto odiado em França, o escritor ganhou  o Goncourt, o prémio literário máximo em terras gaulesas, em 2010, por O Mapa e o Território, já editado em português. Polémico, foi acusado, noutras obras, de incitamento ao ódio racial e religioso e de basear partes consideráveis dos seus escritos em fontes como a Wikipedia. 

Mas está traduzido em várias línguas, tendo motivado adaptações das suas obras ao cinema, e até participou num disco de rock, em parceria com Iggy Pop.

- http://sol.pt/noticia/120640


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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Estado Islâmico cita o Alcorão para justificar a violação de menores

Por World Net Daily

Depois de causar um tumulto por ter tomado as mulheres e as meninas Yazidi como escravas sexuais no Iraque, o grupo islâmico jihadista com o nome de Estado Islâmico do Iraque e do Levante emitiu um panfleto justificando as suas acções citando o seu livro sagrado - o Alcorão - e os estudiosos islâmicos tidos como autoritários. O EIIL, que começou a identificar-se apenas como Estado Islâmico depois de estabelecer um califado nas áreas conquistas na Síria e no Iraque, publicou um panfleto através do seu  Departamento de Pesquisa e de Fatwa.

Uma tradução do panfleto foi publicado pelo Jihad and Terrorism Threat Monitor do Middle East Media Institute. Intitulado de “Perguntas e Respostas em Torno da Tomada de Cativas e Escravas", o panfleto declara que o islão permite aos soldados conquistadores ter relações sexuais com as escravas não-muçulmanas, incluindo jovens raparigas, e permite também que elas sejam espancadas e comercializadas.

Uma das questões presentes é se é permitido ou não ter relações sexuais com uma escrava que ainda não atingiu a puberdade. O panfleto do Estado Islâmico diz:

É permitido ter relações sexuais com uma escrava que ainda não atingiu a puberdade, se ela se encontrar pronta para as relações sexuais; no entanto, se ela não estiver apta para a relação sexual, então é suficiente desfrutar dela sem que haja uma relação sexual.

Segundo as Nações Unidas, em Agosto último, o Estado Islâmico deteve mais de 5,000 mulheres Yazidis no Norte do Iraque depois de matar milhares de membros desta seita religiosa. Segundo uma testemunha que falou com a CNN em Novembro, as raparigas mais jovens foram separadas das mais velhas, e transportadas por autocarro até Mosul, onde foram colocadas em casas com três andares com centenas de outras jovens raparigas. Ocasionalmente, os homens do Estado Islâmico vinham e escolhiam até 3 ou 4 raparigas duma só vez para levar para casa. Nazand Begikhni, conselheiro para o Governo Regional Curdo, disse o seguinte à CNN:

Estas mulheres têm sido tratadas como gado. Elas têm sido sujeitas à violência física e sexual, incluindo violações sistemáticas e escravatura sexual. Eles foram expostas nos mercados de Mosul e em Raqqa, Síria.

As perguntas contidas no panfleto do Estado Islâmico:

Pergunta 1: O que é o al-sabi?

Al-Sabi é a mulher que faz parte dos ahl al-harb (o povo da guerra) que foi capturada pelos muçulmanos.

Pergunta 2
: O que é que faz a al-sabi admissível?

O que faz com que a al-sabi seja admissível (isto é, o que faz com que seja permitido tomá-le como mulher cativa) é a sua descrença. As mulheres descrentes que foram capturadas e trazidas até a moradia do islão são admissíveis para nós, depois do imã as distribuir (entre nós).

Pergunta 3: Podem as mulheres descrentes ser tomadas como cativas?

Não há qualquer disputa entre os estudiosos que é permitido capturar as mulheres descrentes, caracterizadas pela descrença original - kufrasli - tais como thekitabiyat (mulheres de entre os Povos do Livro isto é, Judeus e Cristãos) e politeístas. No entanto, os estudiosos não têm concordância em torno do facto da captura das mulheres apóstatas. O consenso inclina-se na proibição, embora algumas pessoas com conhecimento pensem que é permissível. Nós (Estado Islâmico) estamos mais inclinados em aceitar o consenso.

Pergunta 4: É permitido ter relações sexuais com uma cativa?

É permitido ter relações sexuais com a mulher cativa. Alá todo poderoso disse: "[É certo que prosperarão os fiéis] que observam a castidade, Exceto para os seus cônjuges ou cativas - nisso não serão reprovados. (Alcorão 23:5-6)

Pergunta 5: é permitido ter relações sexuais logo após a ter tomado a sua posse?

Se for virgem, o seu dono pode ter relações sexuais com ela imediatamente depois de tomar a sua posse. No entanto, se ela não for virgem, então o seu útero tem que ser (primeiro) purificado.

Pergunta 6: É permitido vender uma cativa?

É permitido comprar, vender ou dar como prenda uma cativa e escrava, visto que ela nada mais é que propriedade da qual se pode ver livre, desde que isso não cause qualquer dano ou prejuízo à ummah [comunidade muçulmana].

Pergunta 7: É permitido separar a mãe dos seus filhos através do acto de compra e venda?

Não é permitido separar a mãe dos filhos pré-púberes através da compra, venda ou oferta da cativa ou escrava. Mas é permissível separar a mãe dos filhos se estes forem crescidos e maduros.

Pergunta 8: Se dous ou mais homens compram (juntos) uma cativa, torna-se ela sexualmente admissível para cada um deles?

É proibido ter relações sexuais com uma cativa se o dono não for dono exclusivo dela. Aquele que é dono duma cativa não pode ter relações sexuais com ela até que os outros donos à vendam ou ofereçam a sua parte.

Pergunta 9: Se uma mulher cativa for engravidada pelo seu dono, pode ele vendê-la?

Ele não a pode vender se ela se tornar mãe duma criança.

Pergunta 10: Se um homem morre, qual é a lei em torno da mulher cativa da qual ele era o dono?

As mulheres cativas são distribuídas como parte da sua propriedade, tal como outras partes das suas propriedades são distribuídas. No entanto, elas só podem disponibilizar serviços, en não relações sexuais, se por acaso se o pai ou um dos filhos já teve relações sexuais com elas, ou se várias pessoas as herdarem em parceria.

Pergunta 11: Pode um homem ter relações sexuais com a escrava da sua esposa?

O homem não pode ter relações sexuais com a escrava da sua esposa porque ela é propriedade doutra pessoa.

Pergunta 12: Pode um homem beijar a escrava do outra pessoa, mas com a autorização deste?

O homem não pode beijar a mulher escrava de outra pessoa, visto que o acto de beijar envolve o prazer, e o prazer é proibido excepto se o homem for dono exclusivo dela.

Pergunta 13: É permitido ter relações sexuais com uma escrava que ainda não atingiu a puberdade?

É permitido ter relações sexuais com uma escrava que ainda nao atingiu a puberdade, se ela estiver apta para a relação sexual; no entanto, se ela não se encontrar apto, então é suficiente desfrutar dela sem ter relações sexuais.

Pergunta 14: Quais as partes privadas do corpo da escrava que têm que ser cobertas durante as rezas?

As partes privadas que têm que ser escondidas durante as rezas são as mesmas que têm que ser escondidas noutras ocasiões, e elas incluem tudo excepto a cabeça, o pescoço, as mãos e os pés.

Pergunta 15: Pode uma escrava encontrar-e com um homem estranho sem usar o hijab?

A escrava pode expor a sua cabeça, pescoço, mãos e pés à ffrente de homens estranhos se a fitna (sedução/tentação/encanto) puder ser evitado. No entanto, se a fitna estiver presente, então isso (isto é, expor o seu corpo) torna-se proibido.

Pergunta 16: Podem duas irmãs ser tomadas juntas como escravas?

É permitido ter duas irmãs, uma escravas e a sua tua (irmã do seu pai), ou uma escrava e a sua tia (do lado da sua mãe). Mas elas não podem estar ambas juntas durante a relação sexual, e quem quer que tenha relações com uma não pode ter sexo com a outra devido o consenso geral sobre da proibição em torno disto.

Pergunta 17: O que é al-azl?

Al-azl é refrear-se de ejacular sobre o pudendum da mulher (isto é, coitus interruptus)

Pergunta 18: Pode um homem usar a técnica al-azl com a sua escrava?

O homem pode usar o al-azl durante a relação sexual com ou sem a sua permissão.

Pergunta 19: É permitido bater na escrava?

É permitido bater na escrava como forma de darb tadeeb (espancamento disciplinar), mas é proibido usar o darb al-takseer (literalmente, espancamento violento), darb al-tashaffi (bater com o propósito de obter gratificação), ou darb al-tadheeb (espancamento de tortura). Para além disso, é proibido bater na cara.

Pergunta 20: Qual é a decisão legal relativa à escrava que foge do seu dono?

Um escravo ou uma escrava que foged do seu dono comete um dos pecados mais graves que existe.

Pergunta 21: Qual é o castigo terreno para a escrava que foge do seu dono?

Ela não tem qualquer castigo estipulado seguindo a sharia de Alá; no entanto, ela tem que ser repreendida de tal forma que impeça outras como ela de fugir.

Pergunta 22: É permitido casar uma escrava muçulmana ou uma escrava kitabiyya (isto é, Judia ou Cristã)?

Não é permitido um homem livre casar-se com uma escrava muçulmana ou kitabiyat, excepto aqueles homens que temam cair em pecado, o pecado da fornicação.

Pergunta 24: Se um homem se casa com uma escrava cujo dono é outra pessoa, quem tem a permissão para ter sexo com ela?

Um dono está proibido de ter relações sexuais com a sua escrava que é casada com outra pessoa, mas em vez disso, o dono recebe o seu serviço, enquanto que o marido disfruta dela sexualmente.

Pergunta 25: São os huddoud (castigos alcorânicos) aplicados às escravas?

Se a mulher escrava cometer o que exigia a aplicação da hadd sobre ela, uma hadd é então aplicada a ela - no entanto, a hadd é reduzida em metade dentro da hudud que aceita a redução para metade.

Pergunta 27: Qual é a recompensa por libertar uma mulher escrava?

Alá o exaltado disse no Alcorão: O que é que te pode fazer saber o que é atravessar a passagem difícil (inferno)? E o profeta Maomé disse: "Quem quer que liberte um crente, Alá liberta todos os órgãos do seu corpo do inferno."

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Como dito várias vezes, independentemente do Estado Islâmico muito provavelmente ser uma criação dos adversários geo-políticos do presidente da Síria, a barbaridade deste grupo islâmico está em perfeito acordo com os ensinamentos do Alcorão e com o exemplo de Maomé. Nada do que o Estado Islâmico faz às suas imensas vítimas contradiz o islão.

sábado, 10 de janeiro de 2015

O ataque terrorista de Paris está de acordo com os ensinamentos de Maomé?

Sempre que ocorre um ataque terrorista levado a cabo por muçulmanos, as vozes de costume levantam-se para 1) desculpar a violência islâmica, 2) usar de relativismo moral, afirmando que os "Cristãos são tão violentos", e 3) afirmar que "a  maioria dos muçulmanos está chocada" com mais um acto jihadista.

Embora a última destas três linhas de argumentação possa estar correcta, ela é irrelevante, e as duas primeiras são claramente falácias lógicas (ou deturpações da realidade). Para se ver isso, basta olhar de forma mais atenta para a forma como o fundador da religião política com o nome de islão (Maomé) agiu quando foi alvo de críticas.

O ASSASSINATO DE ASMA BINT MARWAN

Quando Maomé fugiu de Meca para Medina com o seu grupo de seguidores, ele rapidamente descobriu que a comunidade local não seria mais mais susceptível de acreditar nas suas "revelações" que os habitantes de Meca. Várias pessoas levantaram os seus dedos acusadores ao auto-denominado "profeta de Alá", mostrando descontentamento claro pela forma ele agia no seu novo lar.

Uma das vozes que se levantou contra Maomé foi uma mulher, mãe de cinco crianças, com o nome de Asma bint Marwan. O livro de Ibn Sa`d com o nome de "Kitab al-Tabaqat al-Kabir", traduzido por S. Moinul Haq, (volume 2, páginas 30-31), diz:

Asma' era a esposa de Yazid Ibn Zayd Ibn Hisn al-Khatmi. Ela tinha o costume de falar mal do islão, ofender o profeta e instigar as pessoas contra ele. Ela compôs alguns versos [atacando Maomé].  
Umayr Ibn Adi veio até ela durante a noite, e entrou na sua casa. Os seus filhos encontravam-se a dormir em seu redor e  havia um que se encontrava a mamar no seu peito. "Umayr, que era cego, foi tacteando com a mão, e separou a criança da sua mãe. Depois disto ele inseriu a sua espada no peito dela até que a mesma saiu pelas costas. 
Depois disto ele fez as rezas da manhã com o profeta em Medina. "O apóstolo de Alá [Maomé] disse-lhe: "Mataste a filha de Marwan?" Ele disse: "Sim. Há mais alguma coisa que queres que eu faça?" Ele [Maomé] disse: "Não. Nem duas cabras se irão importar com ela."  
Estas foram as primeiras palavras que foram ouvidas por parte do apóstolo de Alá. Depois disto, Maomé deu a `Umayr a alcunha de 'o visionário'.
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Note-se que Asma bint Marwan não era uma ameaça física para Maomé nem para os maometanos, mas sim uma mulher que colocava em causa a credibilidade do islão. Sem querer defender os actos de Charlie Hebdo (que  criou imensas imagens ofensivas para os Cristãos), as suas imagens tinham como propósito ridicularizar e afectar a credibilidade do islão e do seu "profeta" - exactamente o que Asma bint Marwan fazia com os seus versos.

Isto leva-nos a concluir que os maometanos que levaram a cabo o ataque contra a revista, não "perverteram" o islão, e nem "deturparam os ensinamentos pacíficos" de Maomé, mas agiram em total conformidade com o exemplo do fundador (sunnah). 

Quem alega que os jihadistas "distorceram" o islão, tem que explicar de que forma é que eles "distorceram", visto que o que eles fizeram está em total acordo com a jurisprudência islâmica.

A ler: 
"O terrorismo dos grupos islâmicos está acordo com o exemplo de Maomé?" - http://goo.gl/jW1qN3 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Quando a sharia chega à cidade

Por Bill Muehlenberg

Se por acaso tu pensas que se pode permitir uma enorme quantidade de imigração muçulmana para dentro das nações Ocidentais, mas mesmo assim ser poupado dos problemas que existem nos países muçulmanos, então estás a viver no mundo da fantasia. Obviamente que onde quer que um grupo de muçulmanos viva, lá se irão manifestar os comportamentos e as actividades tipicamente muçulmanas. Logo, se o islão permite coisas como o "casamento" com crianças, a jihad violenta contra os infiéis, e a propagação da lei sharia por toda a terra, então é claro que encontraremos estas coisas a serem promovidas onde quer que os muçulmanos se encontrem - mesmo que eles vivam em nações Ocidentais - livres e democráticas. 

Levando isto em conta, não há nada de errado com o acto das nações Ocidentais exigirem requerimentos mínimos às pessoas que buscam viver no Ocidente. Coisas simples tais como disposição para aprender a língua e adoptar os valores e os princípios centrais da cultura para onde se mudaram não são coisas onerosas, mas sim totalmente razoáveis.

Se por acaso um imigrante se recusa a aceitar estes requerimentos básicos, então a nação Ocidental tem todo o direito de lhes barrar a entrada. Infelizmente, pelo menos até recentemente, a maior parte das nações Ocidentais tem estado mais preocupada em não ser acusada de "racismo" ou "islamofobia" do que colocar em prácticas as condições razoáveis listadas em cima.

Para além disso, eles adoptaram de modo irracional o politicamente correcto e as políticas fracassadas do multiculturalismo, o que lhes impede de tomar os passos necessários para se protegerem. Como resultado, temos observado o lento crescimento da sharia e da jihad oculta por todo o mundo ocidental. E as coisas estão feias. Neste preciso momento, temos muçulmanos a causar tumultos nas ruas de Paris, com fogos a escaldar a capital, e protestos violentos estão a ocorrer noutras cidades importantes tais como em Londres (Inglaterra). Para além disso, a Europa tem passado por estes tipo de problemas relacionados com o islão há anos. 

Mas por agora, vamos dar uma vista de olhos à cena Australiana. Também aqui o influxo de muçulmanos, com pouca ou nenhuma preocupação em torno da zona onde se encontra a sua lealdade principal, tem causado vários problemas. Embora muitos muçulmanos queiram viver por aqui em paz, um demasiado número deles simplesmente se recusa a integrar dentro da cultura Australiana, preferindo em vez disso continuar com as guerras em torno da sharia que decorrem nos seus países de origem.

Deixem-me oferecer três exemplos recentes disto mesmo. Em Sydney temos mais um caso trágico de noiva-criança e mais uma instância onde é exigido que a lei sharia se sobreponha à lei Australiana. Assim é reportado por uma fonte noticiosa:
Documentos legais revelam que foi dito a uma noiva-criança, alegadamente casada com a idade de 12 anos, que a lei sharia "sobrepõe-se" à lei Australiana. Num caso que alertou as consciências para o torno do tópico das noivas-crianças secretas existentes na Austrália,em Fevereiro último o pai da criança e o homem de 26 com quem ela se "casou" foram acusados de múltiplas crimes envolvendo sexo com crianças. 
Documentos que fizeram parte duma aprendida e bem sucedida "violence order application" por parte da polícia no momento em que o "marido" da criança declaram que a jovem rapariga "acreditava ou havia sido informada que a lei sharia suplanta a lei Australiana”. Os documentos legais declaram que “Ela declarou que, juntamente com o acusado, eles haviam tentado que ele a registasse como guardião legal junto do Centrelink de modo a poderem obter os benefícios previdenciários que fossem possíveis”
A polícia alega no documento AVO que o homem de 26 anos, que foi acusado de 25 instâncias de relação sexual com a criança, admitiu junto dos oficiais no dia em que foi preso que ele teve relações sexuais diariamente desde o dia da cerimónia religiosa que decorreu no sala da casa da rapariga em Hunter Valley no dia 12 de Janeiro.
Exactamente; a lei sharia tem sempre que suplantar a lei Australiana. E isto não é um incidente isolado; os muçulmanos genuínos acreditam que só as leis de Alá são válidas, e que as leis Ocidentais não o são. Portanto, temos aqui um exemplo perfeito duma cultura do século 6º a entrar em contacto com o Ocidente moderno e a tentar implementar a sua cultura arcaica.

O meu segundo exemplo não é muito melhor:
Um xeque de Sydney foi acusado de financiar uma figura central do conflito Sírio, um Australiano-Libanês com ligações à Al-Qaeda que gere uma bem armada milícia no norte do Líbano. Zouheir Issa já prega na mesquita Al-Azhar Belmore (Sudoeste do Sydney) desde que se mudou para a Austrália em 2005. Aderente do vertente ultraconservadora Salafi, ele não tem amigos dentro do governo Sírio de Bashar al Assad. Mas o que não havia sido revelado até agora é que as autoridades Australianas acreditam que ele andava a disponibilizar fundos monetários a Houssam Sabbagh – homem Libanês que viveu em Sydney por duas décadas mas que é, actualmente, um poderoso líder duma milícia em Tripoli, cidade no norte do Líbano. 
Sabbagh é procurado pela polícia sob acusações envolvendo armas. Ele é regularmente descrito pela impresna Libanesa como alguém que está envolvido com a Al Qaeda, e alguém que está a ajudar a providenciar combatentes e armas para os grupos jihadistas a lutar na Síria - incluindo o grupo com ligações à Al Qaeda com o nome de Jabhat Al-Nusrah. Financiar organizações tais como a Al-Nusrah, que é um grupo terrorista proscrito na Austrália, é crime. 
As alegações irão preocupar as autoridades, que já se encontram em alerta devido às dúzias de jovens Australianos que viajaram para a Síria para se juntarem  a grupos tais como a Al-Nusrah e o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS). Falando para o canal televisivo ABC, Nick O'Brien, antigo líder duma equipa de combate ao terrorismo da Scotland Yard, disse que "Esta é a maior ameaça à segurança da Austrália deste século”.
Mais uma vez, isto não é um caso isolado. As mesquitas são frequentemente usadas como centros de recrutamento para os jihadistas e para guerra santa - tanto internamente como fora do pais. A mesquita não é igual à igreja Cristã, mas muito mais como um centro político, um tribunal da lei sharia, uma escola, um centro de treinamento militar. Ver mais sobre isso aqui.

O meu terceiro exemplo é igualmente assustador. Os jovens muçulmanos Australianos estão a viajar para o exterior para lutarem e morrerem por Alá.
Um jovem adolescente de Sydney Ocidental tornou-se no segundo suicida bombista Australiano, explodindo-se a ele mesmo num ataque terrorista que matou pelo menos cinco pessoas e feriu outras 90 num mercado de Bagdad. O Saturday Telegraph apurou que o rapaz tinha 16 anos quando abandonou Sydney para o Iraque no ano passado para se juntar aos insurgentes terroristas na Síria; entretanto, ele fez anos e passou a ter 17. Os serviços secretos confirmaram a idade do rapaz e confirmaram também que ele era de Sydney Ocidental. 
Acredita-se que ele viajou com outros jovens que buscavam alistarem-se às forças do EIIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) a combater na Síria e no Iraque, para além de se ficar à saber que ele tinha ligações familiares com o famoso terrorista condenado Khaled Sharrouf. Acredita-se que membros da família sabiam das suas intenções mas que não puderam impedi-lo.
Um artigo posterior revelou que ele era, na verdade, de Melbourne. Mas mais uma vez, ele não foi o primeiro muçulmano Australiano a fazer isto, e nem será o último. Estes tristes casos ilustram mais uma vez a verdade que tenho tentado salientar aqui: Podem tirar o muçulmano do país muçulmano, mas não se consegue extrair o islão de dentro dele.

É por isso que temos que começar a ficar mais inteligentes e mais cuidadosos. Permitir que qualquer pessoa entre no nosso país sem no entanto tomar cuidados em torno de quem eles são e no que é que eles acreditam, é receita para o desastre. E é isso que estamos a observar virtualmente todos os dias.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A importância da mesquita

Por Bill Muehlenberg

As mesquitas estão a aparecer um pouco por todo o Ocidente. É isto algo a ser aplaudido - um indicador dum multiculturalismo saudável, ou é algo a ser temido - mais um exemplo da sharia emergente e da jihad oculta? De modo a que esta questão possa ser respondida de forma correcta, temos que olhar para o papel que a mesquita tem dentro da cultura, história e teologia islâmica.

Para além disso, temos que entender que, em muitos aspectos, o islão não é como as outras religiões. Isto prende-se com o facto do islão ser, na verdade, uma ideologia política determinada a dominar o mundo inteiro. Sendo radicalmente diferente das outras religiões, podemos consequentemente esperar que os traços particulares sejam também radicalmente distintos.

Tomemos como exemplo as mesquitas islâmicas. Para a maior parte das pessoas, desconhecedoras da forma de pensar islâmica, a mesquita simplesmente é um local de oração, semelhante à igreja Cristã ou à sinagoga dos Judeus. Infelizmente, isto não é verdade, visto que, por vários motivos, a mesquita é totalmente diferente duma igreja ou duma mesquita.

Mas antes de falarmos detalhadamente, irei alargar a área de análise das minhas deliberações. A verdade dos factos é que, quando o islão chega a um país não-muçulmano, muitas coisas começam a ocorrer e maior parte das pessoas nem ficam a saber. Embora muitos muçulmanos possam imigrar para os países não-islâmicos para fugir à pobreza, ou por motivos pessoais e económicos, nem todos imigram por estes motivos.

Muitos muçulmanos chegam ao Ocidente como parte da da’wa islâmica, ou em missão; eles têm como propósito atingir o mundo inteiro para o islão, mas ao contrário dos Cristãos, que também querem atingir o mundo inteiro para a sua fé, o islão não aceita uma separação entre a igreja e o estado, ou entre a mesquita e o estado. No islão, é tudo a mesma coisa, e como tal, propagar o islamismo significa propagar um estilo de vida total, incluindo os aspectos políticos, culturais e legais. Logo, a imigração islâmica não é idêntica à imigração de pessoas com outra religião.

Um livro importante em torno disto tudo chama-se "Modern Day Trojan Horse: The Islamic Doctrine of Immigration." Escrito por ex-maometano, Sam Solomon, e por E. Al Maqdisi (ANM Publishers, 2009), o mesmo é um livro muito revelador sobre a forma como os muçulmanos no Ocidente estão a estabelecer uma base de poder político como forma de trabalhar para a futura tomada do poder na nação anfitriã.

A estratégia, tal como detalhada pelos autores, é bastante simples: estabelecer uma praça de armas na nação não-islâmica, consolidar os ganhos, forçar por uma cultura distinta e isolada, e trabalhar em favor da criação dum sistema legal distinto, dum sistema financeiro distinto, por um sistema dietético distinto, e assim por adiante. O propósito é impedir a adaptação e a adopção dos valores e das crenças da cultura anfitriã, e em vez disso, obter o poder total na nação, e impingir os valores e as crenças nos kaffirs (infiéis). O propósito é, essencialmente, o estabelecimento dum califado universal, e a propagação da lei islâmica por todo o globo.

O papel da imigração é, portanto, crucial, algo que remonta até aos dias de Maomé. É preciso levar em conta que a imigração (Héjira) de Maomé de Mecca para Medina (em 622 AD) é o evento mais imporatnte do calendário islâmico visto que foi por essa altura que teve início a propagação do islão através da espada e da conquista. A Héjira "alterou o estatuto do islão como religião, e dos muçulmanos como comunidade, transformando-os da posição de pessoas fracas para um poderosa entidade política . . . e, por fim, num poderoso estado político soció-religioso". Portanto, a imigração islâmica ainda é vista como bastante importante nos dias de hoje.

Um papel importante no meio disto tudo é desempenhado pela mesquita. Tal como escrevem os autores, "as mesquitas são o coração da comunidade. A mesquita é a infraestrutura mais crucial para o desenvolvimento da comunidade islâmica, Construir mesquitas é uma estratégia que tem em vista a emulação e a imitação de Maomé." Eles detalham a forma como o processo funciona:

O sistema de consolidação da comunidade islâmica opera através de redes de voluntários e outras pessoas "piedosas" pagas que agem como oficiais de conexão da comunidade ou da mesquita, e que observam atentamente a comunidade, policiando a chegada de novos imigrantes. O propósito maior é inicialmente e principalmente o de consolidar a comunidade islâmica já existente, e só depois de serem bem sucedidos nesta fase é que será possível declarar e militar em favor da sharia e em favor da obtenção de estatuto especial para a comunidade islâmica.O primeiro princípio fundamental para a criação duma bem sucedida e visível sociedade islâmica é ser distinto e separado.

Embora eu recomende a todos os cidadãos preocupados que obtenham uma cópia deste livro, um curto artigo em torno do mesmo tema pode ser disponibilizado aqui. Janet Levy escreveu um artigo importante com o título de “A Mosque Is Not Like a Church or a Synagogue”. Discutindo a situação Americana, ela escreve:

A mesquita é um símbolo desta autoridade máxima, e tem como função organizar todos os aspectos da comunidade muçulmana. As mesquitas são feitas segundo o modelo da primeira mesquita feita por Maomé em Medina - que era local de governo, centro de comando, tribunal, escola, centro de treino militar, e depósito de armas.  Hoje em dia, os líderes das mesquitas emitem decretos religiosos, fazem cumprir a doutrina islâmica, monitorizam os comportamentos, disponibilizam treinamento, punem os transgressores, comandam as acções, incluindo o requerimento de levar a cabo a jihad.

Devido a isto, a mesquita "é totalmente diferente das igrejas e das sinagogas, entidades que servem as suas comunidades segundo a leu da terra, e ambas são fortalecidas e controladas pela Primeira Emenda da Constituição. Segundo a Establishment Clause dessa emenda, o governo está proibido de estabelecer uma religião estatal ou de dar tratamento preferencial a uma religlião sobre a outra."

Mas nos...

....países muçulmanos, não existe uma separação entre a mesquita e o estado. A doutrina islâmica, ou a sharia, controla todos os aspectos da existência duma pessoa - desde a forma certa de usar a casa de banho até às formas permitidas de se dizer mentiras, ou taquiya. Para os muçulmanos, Maomé é o homem perfeito, cujos exemplos têm que ser emulados, embora segundo os padrões Judaico-Cristãos ele tenha sido um genocida, um pedófilo, um violador, um torturador, e um saqueador.

Para além disso, a doutrina islâmica é imutável, e qualquer crítica às tradições e às prácticas de Maomé são qualificadas de apostasia, puníveis com a morte. Não existe um livre arbítrio individual, nem é permitido, quando se fala nas prácticas e nas observâncias. A sharia tem que ser rigorosamente seguida.

Ela conclui:

A natureza radical das mesquitas Americanas foi confirmada em 2005 com um estudo levado a cabo pela Freedom House, ‘Saudi Publications on Hate Ideology Invade American Mosques,’ onde se ficou a saber que 80% das mesquitas Americanas encorajam os muçulmanos a trabalhar para o estabelecimento dum estado islâmico, e promovem o ódio e a intolerância para com os não-muçulmanos.

Segundo um antigo agente do FBI e perito no islão - John Guandolo - temos mais de 2,000 assim-chamados centros islâmicos por toda a América construídos à imagem da primeira mesquita em Medina. Estes centros islâmicos podem ser comparados a centros de comando militar que propagam a ideologia da jihad e servem como centros de processamento para treinamento jihadista, afirma Guandolo.

Tendo em vista o propósito declarado e a ideologia de apoio da proliferação de mesquitas, sería aconselhável levarmos em conta as palavras do antigo muçulmano e professor da lei sharia, Sam Solomon, que declara:  'Nunca nos podemos esquecer que o islão é um sistema ideológico abrangente, e como tal, onde quer que exista uma comunidade muçulmana, existirá a sharia, e onde quer que a sharia exista, existirá a islamização do território e, por fim, da nação.'

Em vez de permitirmos a construção de mega-mesquitas aqui nos Estados Unidos, deveríamos colocar um ponto final nos projectos de construção actuais, e considerar de modo sério o encerramento das já existentes como forma de impedir a proliferação duma ideologia que publicamente se comprometeu em destruir os Estados Unidos.

A situação dos Estados Unidos não é diferente do que ocorre aqui na Austrália. A natureza radicalmente diferente da mesquita significa que temos que olhar para ela de modo crítico, e olharmos com suspeição os planos de construção de novas mesquitas. A liberdade, a democracia, e a separação entre o estado e a religião encontram-se em risco aqui se não nos mantivermos vigilantes em relação a isso.

- http://goo.gl/s6eYAh.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Islão: Construído sobre o Sangue dos Mártires Cristãos


Numa entrevista recente para a CBN News, Andrew White, um sacerdote Anglicano conhecido como "O Vigário de Bagdade",  tentou recontar as terríveis atrocidades que os Cristãos do Iraque estão a sofrer à mercê do Estado Islâmico. Depois de ter explicado a forma como as minorias Cristãs fugiram para Níneve quando os militantes islâmicos começaram a aterrorizar e a bombardear as suas igrejas, White disse:

Foi então que um dia, o EIIL, o Estado Islâmico, o califado islâmico veio [a Níneve] e eles reuniram todos os Cristãos. Não alguns Cristãos, mas todos eles. E eles mataram muitos deles. Eles cortaram as suas crianças ao meio, eles cortaram as suas cabeças.

Convém salientar que atacar os Cristãos é algo que já acontecia antes da criação do EIIL Por exemplo, em 2008 um comité parlamento Canadiano ficou a saber da forma como "militantes muçulmanos" estavam a crucificar crianças Cristãs:

Desde que a guerra começou em 2003 que cerca de 12 crianças - muitas delas com idades tão baixas como 10 anos - haviam sido raptadas, mortas, e depois crucificadas em cruzes improvisadas perto das suas casas como forma de aterrorizar e atormentar os seus pais.

Durante a sua entrevista, White contou este episódio, provavelmente muito surreal para as sensibilidades Ocidentais:
O Estado Islâmico apareceu e disse às crianças, "Digam as palavras que demonstram que vocês irão seguir a Maomé!" As crianças, as quatro com menos de 15 anos, disseram, "Não, nós amamos a Jesus. Sempre amamos a Jesus e sempre iremos seguir a Jesus. Ele tem estado sempre connosco."  Eles disseram, "Digam as palavras!" mas as crianças disseram, "Não, não podemos". [White começa a chorar] Os muçulmanos cortaram todas as suas cabeças. Como é que se responde algo desta natureza? Só chorando. Elas eram as minhas crianças (sendo do meu país). É com este tipo de coisas que temos convivido. É com este tipo de coisas que estamos a conviver.
Por mais insensível que isto possa parecer, talvez estas crianças estejam numa situação melhor. Afinal de contas, temos noticias de membros do Estado Islâmico a forçar Cristãos a converterem-se ao islão, e mesmo assim a cortarem-lhes a cabeça - condenado-os assim duplamente.
Semelhantemente, num dos seus posts no Facebook, White escreveu:
As imagens de hoje são demasiado dolorosas para serem exibidas. Sabem como gosto de mostrar fotos mas a foto de hoje era demasiado horrível para ser vista. Uma família de 8 pessoas, todas baleadas na cara, mergulhadas numa poça de sangue, com a sua Bíblia aberta no sofá. Eles recusaram-se a converter e isso custou-lhe a vida.
Durante a sua entrevista para a CBN, White falou também da forma como membros do EIIL vieram até à casa dum homem Cristão e disseram, "Ou aceitas o islão ou matamos os teus filhos." O desesperado pai declarou as palavras , a shehada, que “Não há deus senão Alá, e Maomé é o mensageiro de Alá," tornando-se assim num muçulmano.

Contrito no seu coração, ligou para White a chorar, "Abouna, abouna [padre, padre] Eu disse as palavras" Será que isso significa que Jesus já não me ama? Sempre amei a Jesus mas disse essas palavras porque não conseguia ver os meus filhos a serem mortos!” White respondeu, "Não, Elias. Jesus ainda te ama. Ele sempre te irá amar."

Estes dois tipos de histórias disponibilizadas por White - Cristãos a recusarem-se a aceitar o islão e a morrer por isso, e Cristãos a aceitar o islão sob coação - são parte integral da forma como o "mundo islâmico" - a maior parte do qual era Cristão antes das conquistas islâmicas - veio a existir; este é um facto que o mundo Ocidental tinha perfeita noção antes da era actual do politicamente correcto e das realidades alternativas.

Um evento histórico que combina as duas - conversões forçadas seguidas de remorso Cristão - chega do Egipto:
Em 1389, uma enorme procissão de Coptas que havia aceite Maomé sob coação marchou através do Cairo. Arrependendo-se da sua apostasia, eles queriam agora expiar esse acto com a inevitável consequência de regressarem ao Cristianismo. Enquanto marchavam, anunciaram que acreditavam em Cristo e que renunciavam a Maomé. Eles foram apreendidos e todos os homens foram decapitados um após outro na praça pública, e perante as suas mulheres. Mas isto não aterrorizou as mulheres; elas também foram martirizadas. (Crucified Again, pgs. 113-114).
Primeiro forçados a converter, e depois forçados a ficar dentro da fé islâmica - ambos sob coação; estes são dois factos do islão, passado e presente; factos que, segundo  o eminente clérigo islâmico Sheikh Qaradawi, são responsáveis pela existência actual do islão. Basta perguntar à Sudanesa Meriam Ibrahim, ao Egípcio Muhammad Hegazy, ou ao Iraniano (ou antes, ao esquecido pela América) Saeed Abedini.

Para além dos numerosos registos históricos de Cristãos a serem mortos por recusarem o islão - quer sejam os 100,000 Georgianos decapitados ou queimados vivos, ou os "meros" 813 Italianos decapitados - os Cristãos ainda estão a ser forçados a aceitar o islão, e isto não está a ser feito só pelo Estado Islâmico.
  • Palestina, Julho de 2012: Cristãos de Gaza protestam contra “os raptos e as conversões forçadas de antigos seguidores do islão.” A sempre-em-diminuição comunidade Cristã fez soar o sino da igreja enquanto cantava, “Com o nosso espírito, com o nosso sangue iremos-nos sacrificar por Ti, Jesus!”
  • Paquistão: Em 2004, uma criança de 2 anos foi violada porque o seu pai Cristão "se recusou a converter ao islão". Outro "Cristão devoto" foi massacrado por homens muçulmanos “com múltiplos golpes de machados [segundo a autópsia, 24 golpes] por se recusar a converter ao islão.” Em Abril de 2014, um guarda de segurança matou um operário Cristão por se ter recusado a converter ao islão.
  • Uganda, Julho de 2014: Depois dum gangue de muçulmanos brandindo facas de mato ter invadido uma igreja durante um culto, machadando uma mulher de 18 anos até à morte e deixando outras 3, incluindo uma criança de 1 ano, feridas, o pastor local explicou que os atacantes pertencem a um "grupo local de muçulmanos" que tenta  “transformar o Uganda [de maioria Cristã] numa nação islâmica, matando quem quer que se recuse a converter.”
  • Nigéria, Maio de 2014: Uma adolescente Cristã reportou a forma como o Boko Haram veio até à sua casa, e matou o seu pai e o seu irmão por se terem recusado a aceitar o islão. Depois de terem abusado dela, amarraram-na e deixaram-na num estado de choque entre os dois cadáveres.
  • Bangladesh, Outubro de 2013: Depois de ter impedido a construção duma igreja, o governo local ameaçou oficialmente os Cristãos com a expulsão da sua aldeia a menos que eles renunciassem a sua fé e aceitassem o islão. Um dos Cristãos disse: "As suas ameaças gelou-me até aos ossos. Por isso é que finjo ter aceite o islão, mas a minha fé em Cristo é o manancial da minha vida.” Outro Cristão disse: “O presidente está a cortar as asas da nossa fé. Não sei ate quando é que podemos sorrir e aguentar tudo iso. Queremos liberdade religiosa e queremos practicar a nossa fé abertamente.”
  • Rússia, 2013: No Tatarstão, uma república Russa de maioria islâmica, 7 igrejas foram queimadas e encontra-se propagada “uma pressão crescente que tenta levar os Cristãos a aceitar o islão”.
  • Uzbequistão, Agosto de 2012: Uma mulher de 26 anos, parcialmente paralisada desde a sua juventude, e a sua mãe idosa, foram violentamente atacados por invasores que assaltaram a sua casa, confiscando "ícones, Bíblias, calendários religiosos, e livros de oração". No departamento policial local, a mulher paralisada “recebeu a oferta de se converter ao islão.” Ela recusou e foi consequentemente multada com uma quantia equivalente a quase dois anos de ordenado.
Paquistão, Uganda, Rússia, Nigéria, Palestina, Uzbequistão e Bangladesh: estes países não são o "EIIL", no entanto os Cristãos estão a sofrer a mesma intolerância que os Cristãos que se encontram sob o jugo do Estado Islâmico estão a sofrer.

A lição? Se por todo o mundo islâmico as minorias Cristãs estão a ser forçadas a aceitar o islão, frequentemente sob coação de morte, o mínimo que o mundo não-islâmico pode fazer é aceitar o facto de que o islão é inerentemente hostial - uma lição penosa que muitas vidas inocentes têm pago há quase 1400 anos.

Se o Cristianismo é construído sobre o sangue dos mártires Cristãos, parece que o islão também é construído sobre o sangue dos mártires Cristãos.

- http://goo.gl/QQ3w04


domingo, 28 de dezembro de 2014

Número crescente de muçulmanos relata sonhos com o Senhor Jesus


Eu estava sozinho num deserto. Por onde quer que eu olhasse, não via mais nada a não ser areia. Senti a areia nos meus pés descalços. Foi então que eu vi algo de extraordinário. No meio daquela imensa esterilidade emergiu da terra uma cruz de madeira, ascendendo à medida que a areia caia de volta para a terra.

Assim tem início a narrativa dum sonho publicado pelo muçulmano Bósnio Emina Emlonic. Um sonho sobre o Senhor Jesus. O sonho continua:

Por essa altura, senti-me como um espectador no meu próprio sonho e a visão da cruz não me deu medo nem alegria. Mas eu estava curioso e como tal, comecei a movimentar-me, quase flutuando, em direcção a ela; ela era a coisa mais magnífica que eu alguma vez havia visto ou imaginado. À medida que ia chegando perto da cruz, subitamente vi um Homem a caminhar na minha direcção: um Homem com Ombros largos e passada larga, com compleição escura, cabelo longo, e a usar uma túnica branca. E também subitamente, deixei de ser uma testemunha do meu sonho. Eu estava dentro dele, caminhando em direcção ao Homem que caminhava na minha direcção. Soube logo Quem Ele era. Era Jesus. Sem saber porquê, dei por mim de joelhos. Ele ficou acima de mim, e tocou na minha cara com a Sua Mão direita.

Postado no site Catholic Thing tais descrições de encontros com o Senhor Jesus através de sonhos e visões, defende o Pastor Frank Costenbader, fundador do Manifold Hope Ministries, e editor do site Isa Dreams, estão a ser reportadas cada vez mais. Isa é o nome em árabe correspondendo a "Jesus" que se encontra no Alcorão. Costenbader acrescenta:

O número de sonhos com o Senhor Jesus parecem ter aumentado tremendamente desde o ano 2000, e o ano de 2005 parece ter entrado noutro ritmo. Durante os últimos 2 anos, no site, tem havido uma explosão de testemunhos focados em pessoas que encontram o Senhor Jesus em sonhos, e subsequentemente se tornam seguidoras de Jesus.

Um homem Saudita disse que sonhou com um "cena horrível":

Numa noite, enquanto eu dormia, tive um sonho horrível de ser levado ao inferno. E o que vi por lá deu-me um medo genuíno. Este sonho continuou a acontecer quase todas as noites. As coisas chegaram a um ponto onde comecei a questionar o porquê de estar a ver o inferno desta forma.

Ele disse que Jesus lhe apareceu e lhe disse:

'Filho, Eu sou o Caminho, a Verdade e Vida, e se tu Me entregares a tua vida, e Me seguires, Eu irei salvar-te do inferno que viste'.

Isto foi uma surpresa para mim, visto que não sabia Quem era este Jesus. Claro que Ele é mencionado no Alcorão no livro da Surah Mariam. Ele é declarado como Um dos nossos 4 profetas, mas não como Salvador que nos pode salvar do inferno. Devido a isto, comecei a procurar por um Cristão de modo a que ele me desse algum tipo de conselho em torno do Jesus que eu havia visto.

Ele disse que tentou falar com um Cristão Egípcio, porque o Cristianismo se encontra "totalmente banido da Arábia Saudita e se algum Cristão for encontrado a testemunhar a um muçulmano, certamente que ele será decapitado.”

Uma adolescente Tailandesa chamada Fa reportou aos muçulmanos da Tailândia que ela viu o Senhor Jesus enquanto caminhava no campo. Uma descrição da sua experiência inclui o seguinte:

Ela deu por si num campo aberto. Não havia nada de especial neste cenário mas ela sentiu uma paz no seu coração, o tipo de paz que ela nunca havia sentido. Parecia que ela já havia estado neste campo antes e, de alguma forma, ela sabia o que iria acontecer a seguir. E subitamente apareceu à sua frente uma Luz brilhante. Ela não se assustou quando viu a Figura. Era um Homem a usar um robe branco que parecia brilhar. Quando ela viu a Figura, o seu coração foi inundado de alegria e amor. Ela soube imediatamente que Quem lhe estava a aparecer era o Jesus.


Não são só os muçulmanos

Os muçulmanos não são os únicos a reportar tais encontros notáveis visto que Costenbader também descreve testemunhos de Hindus. Ele afirma também que, independentemente da origem das pessoas, uma característica comum dos sonhos com o Senhor Jesus é que eles incutem uma sensação de paz. “Isso é muito diferente do sistema repleto de medo que é o islão,” disse Costenbader.

Christine Darg, autora e co-apresentadora do programa televisivo “Exploits Ministry,” do Jerusalem Channel, concorda que este é um desenvolvimento cada vez mais comum:

O fenómeno de muçulmanos a passarem a ter uma fé viva no Senhor Jesus está a acontecer todos os dias. Isto faz parte da profecia de Joel de que nos últimos dias Deus irai derramar o Seu Espírito sobre todas as pessoas - filhos e filhas irão profetizar, jovens e velhos iriam experimentar sonhos e visões.

Darg, que é também autora do livro “Miracles Among Muslims: The Jesus Visions,” diz que compilar um registo das visões é difícil devido à frequência da ocorrência:

São tantas! Um antigo terrorista prometeu a Deus que estava pronto a morrer por Ele, mas o Senhor Jesus falou de forma audível com ele e disse-lhe, "Chamei-te não para morrer mas para viver para Mim!" Ele ficou surpreso. Embora do ponto de vista teológico todos os Cristãos devam entregar as suas vidas pelo Senhor Jesus, que fez expiação por nós, esta mensagem de Jesus para um antigo terrorista é uma reversão bastante refrescante do mantra desejoso da morte dos jihadistas.

Darg salientou que alguns peritos afirmam que pelo menos 1/4 dos Cristãos provenientes do islão experimentaram algum tipo de sonho sobrenatural ou visão em torno de Jesus:

Quando partilho a minha fé com os muçulmanos, pergunto-lhes com frequência se eles tiveram algum sonho ou visão sobre Jesus, e normalmente eles respondem positivamente.

Na sua pesquisa, Costenbader apurou que relatos de "Sonhos com Isa" não são novos; um sonho em 1844 levou à conversão dum homem Indonésio chamado Paulus-Tosari, que ajudou a dar início ao primeiro movimento moderno de muçulmanos a converterem-se a Cristo. Ele disse também que duas visões com o Senhor Jesus em 1892 podem ser directamente associadas ao segundo movimento islâmico para Cristo na Etiópia.

‘Subrenatural’

Jim Bramlett, autor e presidente do Choices for Living, e que já viveu na Arábia Saudita, acredita que o fenómeno de muçulmanos a terem visões e sonhos com o Senhor Jesus é claramente sobrenatural:
São visões. São sonhos. É um acto soberano e sobrenatural de Deus, e é encorajador. E isto está a acontecer mais do que se sabe.

Darg disse que simplesmente falar sobre o sonho ou a  visão do Senhor Jesus abre a porta para que o convertido muçulmano possa falar abertamente sobre o encontro:

Como caso que serve de exemplo, recentemente levei um grupo de excursão para o Bairro Muçulmano de Cidade Velha de Jerusalém, e o nosso guia organizou as coisas de modo a que nos encontrássemos com um clérigo muçulmano.

Passado que estava algum tempo, chegaram ao período de perguntas e respostas, e sabendo que o xeque era perito da forma mística do islão - Sufismo - Darg disse que ela "sentiu que ele certamente teria ouvido algum dos seus co-religionistas a ter experimentado um sonho com o Senhor Jesus".

Então perguntei ao xeque se ele poderia partilhar alguns exemplos connosco. De repente, o homem começou a chorar, e embora ele estivesse a falar com todo o meu grupo, ele disse: 'Deixe-me dizer-lhe uma coisa. Eu mesmo já vi Jesus'.

Darg disse que a experiência do Sufita era típica:

Ele relatou o encontro mais bonito que ele havia experimentado com o ressuscitado Senhor Jesus, e como o Senhor o havia abraçado duma forma tal que o xeque se havia tornado seguidor de Jesus sem se aperceber que ele era Cristão.

Costenbader disse que o número de encontros através de sonhos é incalculável visto que só ele já documentou histórias provenientes de 29 países.

Ninguém consegue ter estatísticas perfeitas mas com base na nossa pesquisa, acredito que mais de 1 milhão de sonhos e visões com o Senhor Jesus ocorreram desde o ano 2000. Isto podem ser 200 sonhos por noite entre os 1,6 mil milhões de muçulmanos do mundo inteiro. É possível que até 5% dos muçulmanos pode ter tido tal tipo de sonhos - o que pode ser mais de 80 milhões de sonhadores.

Darg salientou que muitos muçulmanos não "reportam estas experiências sobrenaturais imediatamente devido ao medo das represálias.” Ela conta a história duma mulher que se encontrava no Monte das Oliveiras em Jerusalém, que teve sonhos e visões do Senhor Jesus.

Ela não Lhe respondeu inicialmente devido ao medo do que poderia acontecer se ela se tornasse seguidora do Jesus. No entanto, através dum acidente na sua cozinha e a subsequente cura total da sua lesão por meio de outra visão nocturna do Senhor Jesus, ela recebeu força para testemunhar que Jesus estava Vivo e que Ele a havia curado.

Costenbader citou a sura 4:89 do Alcorão, que diz que a conversão do islão para o Cristianismo é punível com a morte.

Todos eles tiveram sonhos

Costenbader disse que os sonhos, segundo as palavras duma das mulheres que ele entrevistou, transforma as vidas:

Quando entrevistei uma mulher do Irão, ela disse que todos eles haviam tido sonhos.

A mulher disse-lhe o seguinte:

Porque é que colocaríamos as nossas vidas em risco por uma proposição? Precisamos algo transformador, e é isso que os sonhos são.

O livro de Darg tem exemplos do Senhor Jesus a aparecer a várias pessoas ao mesmo tempo:

Segundo sei, a minha pesquisa é o único livro que salienta este facto fascinante. Uma coisa é Ele aparecer a uma pessoa, coisa que Ele fez comigo quando eu era uma jovem menina e me curou duma doença letal através duma visão. Mas é outra dimensão totalmente diferente Ele aparecer a um grupo de pessoas ao mesmo tempo. Tenho um capítulo inteiro do meu livro que fala do Senhor Jesus a aparecer a um grupo de rapazes da Arábia numa sala de aula, durante o Ramadão.

Bramlett disse que as visões podem ser o resultado das orações em favor dos muçulmanos, mas ele diz que é Deus Quem está a fazer a obra:

Acredito que Ele está, de modo soberano, a derramar a Sua Presença junto do povo muçulmano. Isto é o resultado da Sua Graça. Ele enviou o Seu Filho para morrer por eles e Ele ama-os. Esta é uma das formas de comunicar o seu amor por eles.

Embora Bramlett acredite que a pré-estabelecida percepção islâmica de Jesus como Profeta os possa ajudar a acomodar a visão, outro factor é responsável pela conversão dos muçulmanos:

Não tenho dúvidas que o Espírito Santo está a operar visto que as Escrituras dizem que ninguém pode declarar que Jesus é Senhor sem ser pelo Espírito Santo. Portanto, tudo isto é obra Dele.

Bramlett ressalva também uma importante mudança de atitude que ele acredita ser necessária. Ele diz que os detalhes das histórias deveriam ajudar os Americanos a entender o desejo de Deus de ver o povo Árabe a aceitar o Cristianismo:

Eles mesmos são criação de Deus. Jesus quer atingir estes almas preciosas.

Bramlett disse que um impedimento maior para os muçulmanos é o seu sistema de crenças:

O seu sistema de crenças é satânico. É possível que Alá seja o próprio diabo. Pensem nisto: O Alcorão diz-lhes para matar quem quer que não se converta. No entanto, temos que desejar que eles sejam salvos. Eles são criação de Deus, e todos eles precisam de ser remidos. O Senhor Jesus morreu intencionalmente para os salvar também.

- http://bit.ly/1tuv8HR.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

O Cristianismo encontra-se sitiado


Durante esta altura do ano cheio de celebrações religiosas alegres e especialmente a alegria da quadra partilhada com a família e com os amigos durante a altura do Natal, não podemos deixar de lado o facto de, em muitos locais do mundo, o Cristianismo encontrar-se sitiado, e os Cristãos estarem a ser abusados, brutalizados e assassinados.

Crimes horríveis tais como o rapto de quase 300 raparigas escolares Cristãs por parte dos terroristas islamitas do Boko Haram, as decapitações de Cristãos por parte do Estado Islâmico no Iraque e na Síria, e a fuga dos motins e dos assassinatos por parte dos Cristãos Coptas do Egipto durante o reinado da Irmandade Muçulmana, fizeram as manchetes dos jornais.

Mas "normalmente invisível para o mundo" é a realidade diária dos Cristãos a serem "economicamente marginalizados, a verem a educação a ser negada aos seus filhos, a serem torturados, espancados, torturados, violados, aprisionados, e infelizmente assassinados devido à sua fé", observa Jeff King, presidente da organização International Christian Concern.

O site da ICC,  Persecution.org, e as organizações e indivíduos tais como a Open Doors e o Gatestone Institute de Raymond Ibrahim levam a cabo um bom trabalho de tentar manter o sofrimento dos Cristãos perto do olhar público. As suas notícias, facilmente disponíveis na internet, são uma leitura perturbadora.

Ibrahim escreveu sobre um imã do Uganda convertido ao Cristianismo que fundou uma escola Cristã. Hassan Muwanguzi foi espancado por muçulmanos, levado ao tribunal sob acusações falsas de "contaminar" uma rapariga muçulmana, viu a sua casa incendiada, foi levado ao hospital por envenenamento, e sobreviveu a um ataque levado a cabo por 4 muçulmanos que deixou a sua filha de 12 anos morta.

Num crime que "agitou profundamente a comunidade Cristã do Paquistão", reportou a ICC, uma multidão acusou um casal Cristão de queimar páginas do Alcorão, espancou-os e queimou-os vivos num forno de tijolos. A mulher estava grávida, e a multidão de muçulmanos deixou 4 crianças órfãs.

A Open Doors reportou que um convertido Cristão enfrenta uma pena de prisão de cinco anos no Egipto, e que uma igreja Anglicana na Nigéria fechou as portas depois de 11 membros terem sido mortos pelos terroristas do grupo islâmico al-Shabaab.

A Open Doors afirma que n Índia, os alunos e os professores Cristãos não terão o feriado de Natal porque o governo declarou o dia 25 de Dezembro como “Good Governance Day”, com um concurso de redacção nesse dia. Para além disso, um grupo nacionalista Hindu declarou que o dia deveria ser devotado a "re-converter" 4,000 Cristãos para a fé Hindu.

Ibrahim escreve:

Um número crescente de Cristãos por todo o mundo, especialmente no mundo islâmico, estão . . . a perder absolutamente tudo em nome da sua fé.

(....)

O Cristianismo não se encontra nas boas graças junto da elite secular Ocidental. Até nos Estados Unidos já vimos uma campanha mesquinha de grupos tais como o Freedom from Religion Foundation de perseguir todas as exibições públicas de Cristianismo.

A Europa busca formas de acomodar a crescente população muçulmana, e isso não está a correr bem. Ibrahim reporta que uma povoação Alemã disponibilizou uma parte dum cemitério para funerais islâmicos só para ver os líderes islâmicos a exigir que as cruzes e os símbolos Cristãos fossem removidos ou cobertos durante as cerimónias islâmicas.

Um pensamento para este Natal: uma ameaça contra uma religião é, no final das contas, uma ameaça a todos nós - e contra todos nós.

.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Homem que atacou polícias era um francês convertido ao islão

O homem que sábado foi morto pela polícia francesa, depois de agredir vários agente com uma faca, era um francês convertido ao islão. Na sua conta de Facebook exibia uma bandeira do Estado Islâmico.

Bertrand Nzohabonayo, de 20 anos, nasceu no Burundi, mas era um cidadão francês que, recentemente, se converteu ao islão, passando a chamar-se Bilal.

O jovem entrou na esquadra de polícia de Joué-lès-Tours, no oeste de França, no sábado, e feriu no rosto um dos polícias que estavam à entrada e depois mais dois, até ser abatido pelos agentes.

«[Bertrand Nzohabonayo] gritou `Alá é grande desde que entrou até ser morto´», disseram as fontes consultadas pela agência France Presse, que afirmaram que o inquérito à investigação passou para as mãos do departamento antiterrorista da Procuradoria francesa.

Atualmente, mais de 1200 franceses ou pessoas que moram em França estão associados a redes jihadistas ligadas à Síria ou ao Iraque, número que duplicou desde o início do ano. 

- Fonte

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