MITOS ISLÂMICOS

domingo, 21 de dezembro de 2014

Taqiyya, Dhimmitude e o Terrorismo em Sydney

Por Bill Muehlenberg

Tornou-se agora bem claro que os meios de comunicação mainstream têm uma aliança total com o islão, o que lhes impede de publicar algo contrário à essa "religião",  preferindo em lugar disso aceitar sem questionar tudo aquilo que os apologistas islâmicos lhes dizem. Estas pessoas encontram-se num perfeito estado de dhimmitude, o que permite que o islão tenha um controle total na cobertura da crise de reféns em Sydney.

Por todos os média "lamestream"  [ed: jogo de palavras com a palavra "lame" e "mainstream"] estão a ser exibidos apologistas atrás de apologistas sem que haja uma voz contrária. Em tempos idos, os jornalistas buscavam por factos, faziam as perguntas difíceis, e disponibilizavam todos os lados dum debate. Hoje, parece que os MSM [média "mainstream"] decidiram que o islão está sempre certo, que os críticos estão errados, e que não pode existir qualquer tipo de cobertura negativa do islão.

Tenho estado totalmente estarrecido com os estúpidos dhimmis que estão a fazer todos os possíveis para promover o islão e propagar a sua mensagem. Pode-se perguntar de modo sério se a maioria dos MSM se encontram totalmente sob o controle do islão visto que eles são totalmente incapazes de fazer uma reportagem objectiva, preferindo em seu lugar repetir o que os seus senhores muçulmanos lhes dizem para reportar.

Temos que levar em contra que dentro da doutrina islâmica é permitido usar dissimilitude e a decepção junto dos infiéis se isto servir para avançar com a causa islâmica; isto tem o nome de taqiyya, e não só parece estar a ser usada com regularidade crescente, como parece que os tolos presentes dentro do MSM acreditam nela. Durante os últimos dias vimos isto em proporções gigantescas quando vimos e ouvimos vários líderes muçulmanos a afirmar que a bandeira usada durante a crise de reféns é uma bandeira amigável, com uma mensagem genérica sobre Deus.

Claro que o texto presente nessa bandeira é a shahada, o credo islâmico que todos os maometanos têm que professar como o primeiro pilar do islão. Para além disso, esse é também o texto encontrado em muitas bandeiras de grupos terroristas e bélicos islâmicos. Uma bandeira como esta significa a tomada dum território e o estabelecimento do domínio do islão. Mas não só os média crédulos aceitam o que quer que os líderes islâmicos lhes dizem, como estes mesmos média parecem ter conseguido encontrar todos os líderes muçulmanos do país.

Mas para se ver o quão profunda é a deplorável dhimmitude das elites mediáticas, imaginemos por um momento o que estaria a acontecer por agora se o homem que retém os reféns fosse um professor de Escola Dominical Presbiteriano, agitando no ar uma Bíblia e cantando hinos Cristãos. As agências mediáticas estariam a repetir a palavra "C" ["Cristão"] ad infinitum e ad nauseam, e estariam a alegar que certamente que havia chegado a hora de reprimir esta religião maligna - que é tão intolerante, odiosa e fanática.

Acham mesmo que os média iriam apresentar dúzias de apologistas Cristãos a afirmar que esta pessoa é maluca, extremista, e que de maneira alguma ela está de acordo com os ensinamentos Cristãos? Claro que não. Em vez disso, eles iriam exibir um ateu e humanista secular a seguir a outro a atacar o Cristianismo. Seriam feitos apelos para uma maior monitorização de todas as pregações das igrejas, de todas as escolas Cristãs, e de todos os sites Cristãos. Um site como o meu certamente que seria alvo de ataques e a liberdade para se propagar o Evangelho seria corroída ainda mais; dito de outra forma, estaria aberta a época de caça ao Cristianismo.

Mas como quem fez isto foi um muçulmano, todo o foco dos MSM é avançar com a filosofia politicamente correcta de que este acto em Sydney de maneira alguma está relacionada com o islão. Deixemos de lado as credenciais islâmicas do tomador de reféns.

O tomador de reféns.

Sabemos hoje que o raptor é um refugiado Iraniano de 49 anos chamado Man Monis, e tem um passado sombrio no seu país de origem - algo que torna ainda mais notável o facto dele ter recebido autorização para entrar na Austrália. Ainda ontem [14 de Dezembro] ele postou online o seguinte:
O islão é a religião pacífica e é por isso que os muçulmanos lutam contra a opressão e o terrorismo dos Estados Unidos e do seus aliados incluindo a Inglaterra e a Austrália. Se ficarmos silenciosos perante os criminosos nunca poderemos ter uma sociedade pacífica. Quanto mais e combate o crime, mais pacífico se fica. O islão quer a paz na Terra, e é por isso que os muçulmanos querem acabar com o terrorismo da América e dos seus aliados. Quando falamos contra o crime, tomamos um passo na direcçâo da paz.
Há dois meses atrás uma notícia em torno dele dizia o seguinte:
Um homem de Sydney que enviou mensagens ofensivas às famílias dos soldados Australianos mortos foi acusado de mais 40 acusações de indecências e violência sexual relacionadas ao tempo em que ele passou omo "líder espiritual". Man Haron Monis, de 49 anos, foi preso em Abril último por detectives da polícia de crimes sexuais e acusado por indecência e agressão sexual duma mulher em 2002 e em Sydney Ocidental. Durante o seu aparecimento no tribunal em  Penrith na passada Sexta-Feira, ele foi acusado com ofensas adicionais, incluindo 22 instâncias de agressão sexual agravada e 14 instâncias de atentado violento ao pudor agravado relativo a seis outras mulheres.
Uma notícia de hoje diz o seguinte:
Monis nasceu com o nome Manteghi Bourjerdi e fugiu do Irão para a Austrália em 1996, onde mudou o nome para Man Haron Monis e assumiu o título de Xeque Haron. 
Ele obteve atenção mediática no passado devido à campanha das "mensagens de ódio" onde ele protestava a presença de tropas Australianas no Afeganistão. 
Durante essa campanha, ele e o seu parceiro Amirah Droudis postaram mensagens de ódio dirigidas às famílias dos soldados Australianos mortos. 
A família de Brett Till, soldado Australiano morto por uma bomba na estrada em 2009, foi apenas uma das que recebeu as cartas.

Por todo o MSM os apologistas islâmicos alinham-se para nos garantir que de maneira nenhuma Monis está relacionado com o islão, e que nós podemos voltar à nossa vida normal com nada com que nos preocupar. A hipnose em massa e a decepção em massa parecem ter tomado conta de todos nós. Nós somos, actualmente, uma nação de zombies que realmente acreditam que um muçulmano a aterrorizar infiéis em nome do islão de maneira alguma está relacionado com o islão.
Quando nos recusamos a identificar o inimigo já perdemos a guerra.



sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A dhimmitude desprezível

Por Bill Muehlenberg

Numa era de decepção generalizada, a urgência de se dizer e repetir a verdade torna-se no nosso maior dever. Uma das mais importantes verdades que tem que ser dita repetidamente é esta: sob o islão, os infiéis só têm uma das seguintes três opções: converter, morrer, ou viver como dhimmis. Temos 1400 anos de história islâmica para ver a forma como isto se desenrolou, para além de termos entre nós bastantes dhimmis, ou cidadãos de segunda classe a viver um pouco melhor que escravos sob o imperialismo islâmico. Estes dhimmis são forçados a viver em condições deploráveis de servidão e auto-depreciação.

Mas infinitamente pior é quando Ocidentais não-muçulmanos assumem voluntariamente o papel de dhimmis. Quando eles voluntariamente assumem o papel de escravos, ou apologistas, do islão, então podemos ter a certeza que estamos em maus lençóis. E tal como já documentei por vária vezes aqui, isso é coisa que acontece com bastante frequência. Vou citar três exemplos recentes disto, coisa que vai fazer com que as vossas cabeças girem (e é se elas não saltarem para fora do vosso pescoço, se nós continuarmos a caminhar nesta direcção).

O primeiro exemplo chega-nos da Igreja de Inglaterra e do Príncipe Carlos. Claro que Carlos já tem uma longa história de tolamente fazer campanha em favor do islão ao mesmo tempo que denigre a Fé (Cristianismo) que é suposto ele defender. Tal como escrevi noutro post:

Esta aversão pela religião local [Cristianismo] é exemplificada da melhor forma pelo Príncipe Carlos, que se esforça para louvar o islão como uma religião pacífica, ao mesmo tempo que minimiza e denigre o Cristianismo, a Fé que é suposto ele proteger. De facto, ele disse que o rei não deveria ser o Defensor da Fé (Cristianismo) mas sim um "defensor da fé". Curiosamente, ele já viajou extensivamente pelo mundo islâmico mas nunca visitou Israel.

Mas são os totalmente apóstatas bobos da Igreja de Inglaterra que merecem a maior censura. Levemos em conta a forma como esta notícia começa:

Os serviços religiosos da coroação do Príncipe Carlos têm que ser iniciados com uma leitura do Alcorão, afirmou o Bispo-sénior da Igreja de Inglaterra. Este gesto seria um "criativo acto de acomodação" que faria com que os muçulmanos se sentissem mais "abraçados" pela nação, disse Lord Harries de Pentregart.

Como assim? Por favor, repete lá isso. O artigo continua:

O antigo Bispo de Oxford, que continua a servir de bispo-assistente na diocese de Southwark, fez a sugestão em torno da leitura do Alcorão durante um debate que ocorreu na Câmara dos Lordes. Ele disse aos seus pares que a Igreja de Inglaterra deveria tomar posição de liderança no "exercício da sua posição histórica duma forma hospitaleira". Ele disse que, durante um evento cívico que decorreu na Catedral de Bristol no ano passado, as autoridades concordaram com a leitura da passagem inicial do Alcorão antes de continuarem com o ritual Cristão. Ele dissse:

"Foi um brilhante acto de acomodação que fez com que a xerife-principal muçulmana se sentisse, nas suas próprias palavras, calorosamente abraçada sem no entanto alienar o cerne da congregação. Este princípio de hospitalidade pode e deve ser reflectido nas cerimónias públicas, incluindo o próximo serviço religioso que ocorrerá durante a coroação".

Felizmente que existem alguns poucos líderes da igreja que ainda não foram mentalmente e espiritualmente lobotomizados. Simon Calvert, do grupo de reflexão com o nome de Christian Institute, afirmou:

A maior parte das pessoas ficará surpresa com a ideia dum líder Cristão a sugerir o uso do Alcorão durante uma cerimónia religiosa Cristã, numa abadia Cristã. As pessoas ficam desapontadas quando figuras principais da Igreja de Inglaterra perdem a confiança nas alegações da fé Cristã. Andrea Minichiello Williams, membro do parlamento da Igreja de Inglaterra, do Sínodo Geral, e líder do grupo de pressão Cristão Christian Concern, disse:

"Numa altura em que tentamos saber o que significam os valores Britânicos, não podemos ter valores no vazio. Os valores Britânicos emanam da nossa herança Cristã. Não podemos fingir que todas as confissões religiosas são idênticas, ou que têm os mesmos benefícios e resultados para a nação."

Douglas Murray, editor-associado do "The Spectator", disse que se os muçulmanos forem incluídos nos serviços religiosos da coroação, então tem que haver espaço para os Hindus, para os Sikhs e para os ateus. Ele disse ainda:

"Se é para lermos o Alcorão durante a cerimónia de coroação, então como gesto de reciprocidade, todas as mesquitas do Reino Unido têm que oferecer orações para o Rei e para as Forças Armadas todas as semanas durante as orações de Sexta-Feira."

Exactamente. A dhimmitude é sempre unidireccional: é suposto os Cristãos fazerem concessões gigantescas aos muçulmanos mas o favor nunca é retribuído. Isto nada mais é que apaziguamento e uma traição à fé Cristã. Isto é apostasia pura e simples e os líderes renegados tais como Harries já deveriam ter sido expulsos há muito tempo atrás, e não terem permissão para propagar este veneno anti-Cristão.

Mas há já muito tempo que a Inglaterra se encontra no mau caminho. Os assim-chamados líderes conservadores são também dhimmis ludibriados da mais elevada patente. Levemos em conta esta insanidade proveniente dos Tories de Cameron:

Qualquer pessoa que critique a lei Sharia ou o casamento homossexual [sic] pode ser classificada de "extremista" segundo os novos e amplos poderes planeados pelos Conservadores como forma de combater o terrorismo, algo que uma aliança de ateus e Cristãos teme. Durante o mês passado, Theresa May, Ministra da Administração Interna, revelou planos para o assim-chamado "Extremism Disruption Orders", que iria permitir aos juízes que banir as pessoas consideradas extremistas de transmitir publicamente, protestar em alguns lugares, ou até de postar mensagens no Facebook e no Twitter sem autorização. Theresa May delineou a proposta durante um discurso feito aquando duma conferência partidária do Partido Conservador.

Mais uma vez, algumas poucas vozes de sanidade fizeram-se ouvir, e mais uma vez o infatigável Christian Institute tomou o seu lugar na brecha:

Simon Calvert, Vice-Director do Christian Institute, disse que os evangélicos tradicionalistas que lançam críticas ao casamento homossexual [sic] ou que alegam que nem todas as religiões são iguais, podem dar por si a serem acusados de extremismo:

"Qualquer pessoa que expresse uma opinião que não está de acordo com o Equality Act pode ser colocada ao mesmo nível que pessoas tais como Anjem Choudary, o Estado Islâmico ou o Boko Haram. Quantas vezes por dia os activistas políticos intelectualmente preguiçosos acusam os seus adversários de 'propagar o ódio'?"

Um exemplo final da sharia rastejante e da dhimmitude do mais elevado calibre chega-nos daqui, da Austrália. Levemos em conta esta manchete chocante:

Apoiantes da mesquita de Bendigo pedem aos não-muçulmanos que ajudem a financiar o projecto.

Sim, leram bem. A história continua:

Os apoiantes do plano controverso para a construção duma mesquita em Bendigo querem que os não-muçulmanos financiem o projecto. O porta-voz do Australian Islamic Mission, o Dr Seyed Sheriffdeen, disse que este grupo irá pedir às autoridades governamentais, aos empresários locais, e a outras organizações por assistência:

"Se olharmos para as instalações, veremos que elas são uma mais-valia para a comunidade. Iremos pedir à comunidade local que apoie este projecto, visto que ela é parte interessada."

O Condado de Greater Bendigo já aprovou o plano mas os opositores apelaram junto do Victorian Civil and Administrative Tribunal e têm uma audiência planeada para esta semana.

Pois. Muito boa ideia. Deixem-me retribuir: quero ir à Arábia Saudita e abrir uma igreja por lá. Ah, sim, e espero que os Sauditas me ajudem a subsidiar a igreja. Claro que isto soa perfeitamente razoável visto que todas as religiões são iguais e todos nós vivêmos num mundo multi-confessional.

A verdadeira loucura disto tudo é que existem muitas pessoas Australianas importantes, políticos e até líderes de igrejas, que pura e simplesmente concordarão com este plano, e estão totalmente dispostos em pegar no dinheiro dos contribuintes e financiar este projecto.

Existe um bom motivo para não permitir que todo este esquerdismo receba permissão para avançar. Tal como já escrevi no passado, a mesquita não é de todo como uma igreja Cristã, e nem como uma sinagoga judaica. Para se ter mais informação em relação a isto, leiam aqui mais sobre Gavin Boby e dos seus bem-sucedidos esforços em impedir a proliferação de mesquitas no Reino Unido.


Portanto, temos aqui três exemplos da descontrolada sharia rastejante que existe nos locais de maior destaque social e político. O mundo Ocidental pode muito bem içar a bandeira branca da rendição e permitir que as nossas terras comecem a fazer parte do califado mundial. Não precisamos de esperar que os islamitas tomem conta de tudo visto que nós já estamos a fazer isso a nós próprios.

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domingo, 14 de dezembro de 2014

Boas notícias para os muçulmanos

Por Bill Muehlenberg

Todos nós sabemos sobre o Estado Islâmico e sobre o seu reino de terror, bem como sobre as pessoas um pouco por todo o mundo que têm sido mortas, torturadas, e escravizadas em nome da ideologia política com o nome de islão. E com o crescimento oculto da Sharia no Ocidente, não temos ilusões algumas de facto de estamos dentro duma guerra.

Mas por trás de tudo isto encontra-se, obviamente, uma guerra espiritual, e existem algumas coisas importantes que temos que levar em conta. De facto, no meio disto tudo existem notícias tremendas. Naturalmente que Deus ama os muçulmanos, e busca formas de os atrair para Si; surpreendentemente, muitos muçulmanos estão-se a converter a Cristo - e em números recorde (embora muitos deles estejam a pagar um preço elevado por aceitarem Jesus Cristo como Salvador, incluindo o preço maior da morte), Deus está a fazer um trabalho maravilhoso no mundo islâmico, e histórias de conversões do islão para o Cristianismo são ouvidas todos os dias.

Claro que testemunhos de muçulmanos a converterem-se a Cristo não são novos visto que sempre existiram histórias notáveis de conversão. Em tempos mais recentes, podemos levar em conta o caso da mulher Paquistanesa Begum Bilquis Sheikh, tal como reportada no seu livro clássico de 1978 com o título de "I Dared To Call Him Father". Ela, tal como muitos outros ex-muçulmanos, veio a Cristo especialmente devido a sonhos e visões.

Muitas outras histórias incríveis são contadas em testemunhos longos como livros. Eu mesmo já coloquei algumas no meu site, incluindo a dum ex-guarda revolucionário Iraniano que é actualmente um tremendo evangelista Cristão e professor. Vejam aqui a história tremenda de Daniel Shayesteh.

Outras histórias mais recentes incluem o testemunho de Nabeel Qureshi no seu volume de 2014 com o nome de "Seeking Allah, Finding Jesus". Este é, de facto, um volume muito importante, visto que não só é uma biografia fascinante, como é um olhar profundo aos ensinamentos e às prácticas do islão com a ajuda de estudiosos e apologistas Cristãos de topo.

Também publicado este ano foi o livro "Face to Face With Jesus" por Samaa Habib. Educada numa nação do Médio Oriente, ela tem também uma história de conversão milagrosa. Existem muitas histórias como esta, e histórias de conversão estão disponíveis e são de leitura encorajadora. Uma destas é o volume de Faisal Malick, "10 Amazing Muslims Touched By God".

Deixem-me falar duma história encontrada por lá, a de Kamal Saleem, um jihadista libanês que adorava matar os infiéis. Eventualmente, ele foi para os EUA como jihadista secreto, mas um acidente de carro lançou-o para um hospital. Foi lá, em desespero e desesperado, e precisamente quando ele pensava em acabar com a sua vida, que o Senhor Jesus lhe apareceu e o curou por completo. Actualmente, ele tem um ministério a tempo inteiro sediado no EUA.

Outra colecção de histórias de muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo é o "Dreams and Visions: Is Jesus Awakening the Muslim World?"  por Tom Doyle (2012). Nesse livro um certo número de histórias de conversão estão registadas, e mais importante ainda, Doyle só listou histórias que poderiam ser devidamente verificadas.

Para além de tais histórias pessoas de conversão existem também volumes que se dedicam a analisar o pano de fundo mais alargado. Dois livros recentes que discutem este agir tremendo de Deus entre os muçulmanos tem também que ser ressalvado aqui. O primeiro é "Miraculous Movements" por Jerry Trousdale (Thomas Nelson, 2012). Tal como ele escreve na sua nota introdutória:

Movimentos milagrosos estão a varrer algumas partes do mundo islâmico actual. O Espírito de Deus está a mover-Se duma forma poderosa - de facto, duma forma que nós pensamos ser sem precedentes - à medida que centenas de milhares de muçulmanos estão a entregar as suas vidas ao senhorio de Jesus Cristo. Antigos sheiks e imãs; homens que bombardeavam igrejas e perseguiam sem piedade os seguidores de Cristo; homens e mulheres comuns que haviam seguido os ensinamentos do islão durante toda a sua vida - estes e  muitos outros estão a encontrar a verdade da vida eterna através do Senhor Jesus Cristo, e o número cresce diariamente.

Muitos destes ex-muçulmanos chegam-se à Palavra de Deus através de formas dramáticas - através de sonhos, e visões, como resultado de testemunharem milagres, por verem homens e mulheres a serem curados de deficiências físicas e vícios, e através de grupos de rebeldes endurecidos que voluntariamente entregam as suas armas. Dezenas de milhares estão a testemunhar o Poder do Espírito de Deus nas suas vidas.

Outro volume também importante é "A Wind in the House of Islam" (WIGTake, 2014), de David Garrison. Este volume documenta também a forma como Deus a operar de forma poderosa no mundo islâmico. Ele começa a sua descrição agitante da seguinte forma:

Actualmente, em mais de 70 localizações separadas, e presentes em 29 nações, novos movimentos de seguidores de Cristo provenientes de famílias muçulmanos estão a ocorrer. Cada um destes novos movimentos já passou a marca de pelo menos 100 novas igrejas ou 1,000 membros baptizados - todos eles chegados a Cristo durante as últimas duas décadas.

Em alguns países o número destes movimentos cresceu para as dezenas de milhares. Embora o número de novos seguidores de Cristo - entre 2 a 7 milhões - possa ser estatisticamente uma gota no vasto oceano do islão, ele não é insignificante. Não estando limitado a zonas remotas do mundo islâmico, estas novas comunidades de crentes encontram-se propagadas - desde o Sahel da África Ocidental até às apinhadas ilhas da Indonésia - e todos os lugares pelo meio.

Embora muitas destas histórias  - talvez a maioria - lide com países com maioria muçulmana onde o evangelismo Cristão directo seja difícil e quando inexistente, Deus está também Preocupado com os nossos vizinhos muçulmanos que se encontram à nossa porta. É provável que nós sejamos incapazes de ir para tais estritos países islâmicos como missionários, mas podemos orar pelo mundo islâmico, e certamente que podemos tentar atingir os muçulmanos que vivem no Ocidente.

Garrison termina com estas palavras em torno dos "cinco passos prácticos que podemos levar a cabo agora como forma de nos alinharmos com a actividade redentora de Deus entre os muçulmanos." Ele cita cinco coisas-chave que nós podemos fazer:

- Orar pelos muçulmanos.
- Apoiar os movimentos que tentam alcançar os muçulmanos.
- Falar com muçulmanos.
- Ministrar aos muçulmanos da nossa comunidade.
- Partilhar o Evangelho com os muçulmanos.

Tal como já disse anteriormente, quando se fala no islão, temos duas obrigações claras. Publicamente, e politicamente, temos que resistir a jihad oculta e a Sharia rastejante. A liberdade e a democracia são dignas de serem defendidas, e nós estamos dentro duma guerra séria contra o islão político.

Mas ao nível pessoal e espiritual, temos que fazer todos os possíveis para exibir os amor de Cristo para com os nossos vizinhos muçulmanos. Temos que orar por eles, buscar formas de estabelecer laços de amizade, e fazer todos os possíveis para os trazer para o Reino. Deus claramente está a trabalhar no mundo islâmico. e Ele quer estar a trabalhar no Ocidente também.

Que papel é que tu vais desempenhar nisto tudo?
Fonte: http://bit.ly/1w6Wkyw.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Parece que os Russos não gostam do jihadismo

Por Raymond Ibrahim

Notícias provenientes da Rússia parecem indicar que este país está a tomar passos concretos para combater a "radicalização" dos muçulmanos que vivem nas suas fronteiras. Agências noticiosas pró-islâmicas reportaram e queixaram-se com o facto da Rússia estar a banir o hijab islâmico - a cobertura de face exigida pela lei islâmica que as mulheres muçulmanos são obrigadas a usar - e, e talvez mais importante, a banir algumas escrituras islâmicas que eles afirmam incitar o terrorismo.

Nas palavras do site de notícias em árabe Elaph,

A Rússia esta a testemunhar uma guerra implacável contra o hijab. Tudo começou de forma tranquila, mas desde então tem crescido em força, levando ao aumento das preocupações dos muçulmanos Russos.

A notícia continua, dizendo que as mulheres que usam o hijab são "assediadas" especialmente nas grandes cidades; que eles enfrentam dificuldades na busca de empregos, e são "sujeitos a situações embaraçosas em áreas públicas e nos meios e transporte. A situação chegou a um ponto onde até as instituições de educação, incluindo as universidades, emitiram decretos banindo por  completo o uso do hijab."

O Pirogov Russian National Research Medical University de Moscovo parece ter sido mencionado como uma das escolas onde o hijab foi banido nas suas instalações, especialmente em Setembro último (o New York Times lamentou um instância mais antiga de sentimentos anti-hijab em 2013).

Embora estes gestos contra o uso do hijab possam ter a aparência de "discriminação" e um ataque às liberdades religiosas, o reverso da moeda disto tudo - algo que a Rússia, com a sua significativa população muçulmana, muito provavelmente esteja bem ciente - onde quer que o hijab prolifere, o supremacismo islâmico e o terrorismo também proliferam. Tawfik Hamid, que aspirava ser um jihadista terrorista, diz que:

A proliferação do hijab está fortemente associado ao aumento do terrorismo.... O terrorismo tornou-se muito mais frequente em sociedades tais como a Indonésia, o Egipto, a Argélia e o Reino Unido, depois do uso do hijab se ter tornado predominante entre as mulheres que viviam nessas comunidades.

O motivo por trás desta correlação é claro: A rigorosa lei islâmica Sharia ordena a jihad (terrorismo") contra os descrentes da mesma forma que ordena às mulheres muçulmanas que usem o hijab. Onde quer que um prolifera - evidenciando uma aderência à Sharia - o outro naturalmente se seguirá.

Mas a crescente lista de livros islâmicos banidos pela Rússia, acusados de incitar o terrorismo, talvez seja mais significante. Elaph continua:

Este gesto [de banir o hijab] coincide com uma crescente lista de livros a serem banidos, com dúzias deles a serem colocados na lista de terrorismo, incluindo Sahih Bukhari e numerosos livretes contendo versos do Alcorão e ditados do profeta.

Segundo os procuradores-públicos de distrito de Apastovsk, o livro de tradições com o nome "Sahih Bukhari" está a ser atacado porque promovo a “exclusivade de uma das religiões do mundo,” nomeadamente, o islão, ou, nas palavras do assistente do procurador-público de Tatarstan Ruslan Galliev, esse livro promovo “um islão militante” que fomenta "inimizade étnica e religiosa."

Isto é muito importante. Embora se possa esperar que livros e folhetos modernos escritos por grupos como a al-Qaeda e o Estado Islâmico possam ser banidos, Sahih Bukhari, compilado no século 9, é muito importante para os muçulmanos sunitas (isto é, para 90% dos muçulmanos do mundo). De facto, este livro com nove volumes é visto como o segundo livro mais importante do islão, só ficando atrás do próprio Alcorão, e ele alegadamente tem os ditados mais autênticos de Maomé.

No entanto, o facto deste livro islamicamente importante promover a "exclusividade" - isto é, o supremacismo - e "fomentar inimizade étnica e religiosa" - isto é, o terrorismo - não pode ser colocado de parte por pessoa alguma. Seguem-se agora algumas declarações contidas no Sahih Bukhari, e atribuídas ao "profeta" do islão, que falam por si. Maomé disse:

•“Fui enviado com as expressões mais curtas contendo os significados de maior alcance [tawriya, Decepção islâmica], e fui feito vitorioso através do terror (lançado nos corações do inimigo).”
“Se alguém abandonar a sua religião islâmica [“apóstatas”], matem-no.”

• No final dos tempos, "uma pedra dirá ‘Ó Muçulmano! Está um Judeu escondido atrás de mim; vem matá-lo!’”

•“Fui ordenado (por Alá) a lutar contra todos até que eles testemunhem que ninguém tem o direito de ser adorado senão Alá, e que Maomé é apóstolo de Alá, e que ofereçam orações de maneira perfeita e que eles dêem a caridade obrigatória” [isto é, Maomé foi ordenado a lutar até que todos sejam muçulmanos de verdade].”

Aparentemente, os Russos estão cientes que tais asserções - que elas venham deste ou daquele jihadista, ou do "profeta" Maomé - são suficientes para incitar o caos no seu país. De facto, os escritos "terroristas" dos grupos islâmicos jihadistas modernos estão todos eles infundidos com os textos intolerantes encontrados nas escrituras islâmicas tais como o Sahih Bukhari.

Isto leva-nos à pergunta que se segue: e o que dizer do Alcorão? Será possível bani-lo com base no mesmo argumento, visto que o principal livro islâmico está também ele  repleto de apelos à violência e ao terrorismo contra os descrentes? O Alcorão 8:12 é um dos muitos exemplos, onde o deus Alá declara:

Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!

Isto é, decapitai-os, tal como o Estado Islâmico está a fazer - ao mesmo tempo que se cita o Alcorâo.

De qualquer das formas, de volta aos país das Maravilhas, longe de banir os textos islâmicos que promovem a violência e o terrorismo, o presidente Americano Barack Hussein Obama proibiu que os serviços secretos Americanos fizessem algum tipo de ligação entre o terrorismo islâmico com o islão

Dito de outra forma, os muçulmanos são livres para serem incitados pelos textos islâmicos - o que leva a decapitações e a ataques de machado nos Estados Unidos - mas os não-muçulmanos estão proibidos de fazer algum tipo de ligação entre tais actos e os principais textos islâmicos que claramente os inspiram.




domingo, 7 de dezembro de 2014

Muçulmanos decapitam 4 crianças Cristãs que se recusaram a negar a Cristo

Por Heather Clark

Quatro crianças Iraquianas declararam o seu amor pelo Senhor Jesus perante a ameaça de morte quando muçulmanos do país exigiram que eles se convertessem ao islão. Andrew White, capelão da Igreja "St. George’s Anglican Church" em Bagdade, contou a história através dum vídeo, aproveitando para salientar a perseguição que os Cristãos to país têm sofrido, e a coragem das crianças por permanecerem imóveis na sua fé apesar das consequências:

O Estado Islâmico apareceu e disse às crianças, "Digam as palavras que demonstram que vocês irão seguir a Maomé!" As crianças, as quatro com menos de 15 anos, disseram, "Não, nós amamos a Jesus. Sempre amamos a Jesus e sempre iremos seguir a Jesus. Ele tem estado sempre connosco."

 Os muçulmanos exigiram mais uma vez que as crianças afirmassem que iriam seguir a Maomé:

Eles disseram, "Digam as palavras!" mas as crianças disseram, "Não, não podemos".

Foi então que os muçulmanos decapitaram as crianças. White, visivelmente comovido, afirmou:

Os muçulmanos cortaram todas as suas cabeças. Como é que se responde algo desta natureza? Só chorando. Elas eram as minhas crianças (sendo do meu país). É com este tipo de coisas que temos convivido. É com este tipo de coisas que estamos a conviver.

Durante o vídeo, White falou também das histórias de outros Cristãos que estão a sofrer perseguição no Iraque, especialmente em cidades como Bagdade e Nínive. Ele disse também que as coisas ficaram especialmente duras quando o Estado Islâmico deu início à sua insurreição e expulsou os Cristãos das suas casas:

O Estado Islâmico perseguiu-os e expulsou-os a todos - e não só a alguns, e mataram muitas pessoas. Eles cortaram crianças ao meio. Eles cortaram as suas cabeças. E eles avançaram para o norte e o que aconteceu é demasiado terrível.

White disse que aproximadamente 250,000 Cristãos continuam deslocados num país onde se estimava existirem 1 milhão de Cristãos:

O Estado Islâmico disse a um homem, um adulto, "Ou dizes as palavras para te converteres ao islão, ou iremos matar os teus filhos". Ele estava desesperado. Ele disse as palavras. Depois disto, ele ligou-me e disse, "....eu disse as palavras. Será que isto significa que Jesus já não me ama? Sempre amei a Jesus. Eu disse aquelas palavras porque não conseguia ver os meus filhos a serem mortos." Eu disse, "Eliaz, não, Jesus ainda te ama. Ele sempre te irá amar".

White disse ainda que os muçulmanos tentaram também matá-lo, e como tal, ele foi aconselhado por antigo colega a fugir do país. White é de opinião que não é possível os Cristãos viverem segundo as regras do Estado Islâmico:

Todos eles tiveram que fugir.

Fonte: http://goo.gl/Q1biHd

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Tal como dito várias vezes, o problema não é o Estado Islâmico, a al-Qaeda ou o Boko Haram, mas sim o islão; onde quer que existam maometanos dispostos a seguir o exemplo de Maomé, mortes, decapitações, abusos de menores e opressão das minorias religiosas ocorrerá. Para se ver isso mesmo, basta saber o tipo de coisas que Maomé ensinou e o exemplo da sua vida.

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O Ocidente sob o feitiço islâmico

Por Uzay Bulut

As vozes mais sonantes do Ocidente parecem ter a sua origem junto de muitos progressistas [esquerdistas] que alegam que criticar o islão é um acto racista, intolerante, preconceituoso e islamofóbico. As injustiças, dizem eles, ocorrem em todo o mundo, e não só entre os muçulmanos ou só nos países muçulmanos. Eles prosseguem afirmando que a crítica tem as suas origens na interpretação errónea dos ensinamentos do islão. Eles chegam a afirmar que o islão respeita as mulheres, e que existem boas pessoas e más pessoas dentro do islão, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões.

No entanto, em apenas sete anos - entre 2002 e 2009 - a taxa de mulheres assassinadas na Turquia aumentou em 1400 porcento.[1] Para além disso, existem mais de 181,000 noivas-crianças na Turquia. [2] Quando estes números são disponibilizados por parte de autoridades estatais, os mesmos baseiam-se em estatísticas factuais, mas quando os mesmo são declarados duma maneira crítica por parte de Canan Arin - advogada e activista dos direitos das mulheres - eles passam a ser, aparentemente, um "crime".

Canan Arin, de 72 anos, é uma advogada feminista que dedicou a sua vida à luta pelos direitos das mulheres na Turquia. [3] Em Dezembro de 2013, a Antalya Bar Association convidou-a para o recém-formado Women's Rights Enforcement Centre para treinar os advogados no tópico da violência contra as mulheres. Durante o evento, ela fez um discurso em torno dos casamentos forçados de mulheres jovens, e como forma de esclarecer o seu argumento, deu dois exemplos - um do século 7 e outro do século 20. O primeiro exemplo centrava-se em Maomé, o fundador do islão, que se casou com uma menina de 7 anos. O segundo girava em torno do então-Presidente da República turca Abdullah Gul, que noivou a sua esposa quando esta tinha 14 anos, e casou-se quanto ela tinha 15 anos (em 1980).

Embora ambos os exemplos supostamente se encontrem fundamentados na verdade, falar a verdade na Turquia parece ser, actualmente, um crime. Um ano mais tarde, portanto, um mandado judicial foi emitido para a prisão de Arin, e no dia 12 de Dezembro de 2012, ela foi levada para um tribunal por "insultar os valores religiosos adoptados por uma parte da sociedade" (Código Penal Turco Artigo: 216/3) e por "insultar o Presidente" (Código Penal Turco Artigo: 299/1).

No dia 30 de Maio de 2013 o tribunal declarou a sua decisão final, que foi um adiamento do julgamento. Segundo a decisão legal, se Arin voltar a cometer um crime similar nos próximos 3 anos, e receber um castigo como consequência disso, o seu caso será re-aberto. Falando para o jornal turco com o nome de Hurriyet, Arin disse:

Se eu não abrir a minha boca durante os próximos três anos, e se não me envolver em discussões com temas semelhantes, este julgamento será ignorado. Mas esta decisão é como correr com a lebre e caçar com os cães de caça. Mas este julgamento nem deveria ter sido iniciado.

É desconcertante o facto de algum promotor de justiça considerar casar com uma criança um "valor". Segundo o Turkish Statistical Institute, só em 2012, a taxa de consentimento paternal para o casamento legal para pessoas com menos de 18 anos aumentou em 94.2%. Este aumento não está a acontecer num país dominado pela lei islâmica Sharia, mas na Turquia, o único assim-conhecido país muçulmano "secular".

Os direitos das mulheres não existem no islão; na maior parte dos países muçulmanos os direitos das mulheres não existem. Para além disso, não há liberdade de expressão nesses países, e as pessoas tornaram-se virtualmente mudas. No entanto, muitas pessoas, especialmente os assim-conhecidos progressistas, parecem encontrar desculpas sem limites para as atrocidades islâmicas contra as mulheres. Entre estas atrocidades encontram-se decapitações, apedrejamentos, violência doméstica, matanças de honra, mutilação genital feminina, desigualdade legal oficial,  prisão domiciliar, casamentos infantis, e a proibição da Arábia Saudita de permitir que as mulheres conduzam - só para listar algumas.

No entanto, as declarações que se originam nas desculpas "multiculturais" como forma de proteger as prácticas do islão fundamentalista, nunca ajudaram, e nunca irão ajudar, a emancipar as mulheres que se encontram  vergadas à misoginia islâmica, ao apartheid e à jihad sexual. De modo a que seja possível causar uma mudança positiva nos países muçulmanos, temos que ser capazes de falar abertamente e declarar a (frequentemente criminalizada) verdade em torno do que os ensinamentos e as tradições islâmicas realmente têm dentro de si.

Existe uma situação ainda mais aterrorizadora. Parece que actualmente é difícil falar abertamente do islão fundamentalista nos países Ocidentais, em parte graças ao enfeitiçamento perigoso dos progressistas Ocidentais, e das feministas que romantizam o islamismo. As mulheres do mundo islâmico precisam desesperadamente da voz dos progressistas e das feministas Ocidentais. Mas quando se trata de neutralizar questões cruciais em torno da violência islâmica, os progressistas Ocidentais são infinitamente criativos. Conhecidas por um crescente número de mulheres como "Desculpas para o Abuso", estas incluem:

1. Criticar o islão é racista e revela "intolerância", "fanatismo", e "islamofobia."

Para que fique registado, o islão não é uma raça. Mais ainda, se por acaso se discutem os violentos e misóginos ensinamentos do islão, isto não significa ódio ou intolerância para com os muçulmanos mas sim para com a violência e a misoginia. Para além disso, esta discussão significa que existe uma preocupação para com as mulheres muçulmanas, que não se quer que eles sejam forçadas a encontrar quatro "testemunhas" masculinas para provar que foram violadas, e que não se quer que elas sejam punidas como adúlteras por parte dos tribunais islâmicos se por acaso os violadores não confessarem o crime.

Mais ainda, discutir os ensinamentos violentos e misóginos do islão significa que se acredita que o testemunho das mulheres nos tribunais, ou a sua herança, deve ser igual aos dos homens; que não queremos que elas sejam vítimas de matanças de honra ou forçadas pelos membros familiares a casar enquanto são crianças; e que não queremos que os seus maridos tenham permissão para lhes agredir impunemente.

Isto significa também que queremos que os seus filhos cresçam e sejam adultos honestos, informados, cheios de amor pela vida e pelos seres humanos, e que possam lutar em prol dos direitos e das liberdades que nunca podem ser tidas como garantidas - todas elas obtidas como resultado de guerras antigas, batalhas e movimentos sociais. 

Significa que não queremos que os seus filhos sejam homens-bombas que se explodem em autocarros, ou pessoas que vendem e compram mulheres, ou pessoas que matam as irmãs por não usarem o hijab. Finalmente, isto significa também que não queremos que as crianças se casem com a idade de 7 anos, especialmente com homens que nunca conheceram, nem que sejam hipócritas que digam coisas como "O islão significa paz" como forma de se defenderem todas as vezes que um muçulmanos comete um crime justificado através da proclamação de crenças islâmicas.

2. "As injustiças contra as mulheres ocorrem em todas as partes do mundo, e não só contra os muçulmanos ou só nos países muçulmanos."

Se a opressão das mulheres encontra-se enraizada na cultura, não seria benéfico perguntar "O que é que torna esta cultura tão misógina?"

O que é o progressismo se os seus objectivos não incluem ajudar a emancipação das mulheres da opressão islâmica, tais como as matanças de honra, casamentos infantis, apedrejamentos, flagelações e o castigo das vítimas de violação (ao mesmo tempo que se deixam em liberdade os violadores) - tudo coisas que são colocadas em práctica nos países muçulmanos, em conformidade com os ensinamentos islâmicos, alegadamente para "proteger" e "respeitar" as mulheres, e mantê-las "puras", mas mais provavelmente para manter as mulheres no seu lugar?

3. "Isto que estamos a ver não é o verdadeiro islão; o islão foi 'sequestrado'."

O problema com esta afirmação é que o islão realmente ensina que a mulher vale menos que o homem. Muitos ensinamentos islâmicos são misóginos - desde o uso do véu; o facto de serem precisos 4 homens para provar uma violação; as leis da herança; o valor do testemunho nos tribunais; as regras de casamento e re-casamento; o "direito" dos homens poderem ter até quatro mulheres; o facto deles poderem espancar as esposas; e assim por diante.

Se os progressistas e as feministas Ocidentais se preocupam com as suas irmãs muçulmanas, eles têm que protestar contra a raiz destas injustiças: os ensinamentos islâmicos.

No entanto, muitos progressistas nem parecem querer aprender mais sobre esses ensinamentos, muitos menos falar neles. É provável que eles temam que, se passarem a conhecer mais, eles possam ter mesmo que falar contra os mesmo. Ou talvez eles permaneçam calados devido à sua inércia ou indiferença. Mas se no Ocidente tudo o que lhes preocupa é a sua (compreensível [ed: não é "compreensível"]) habilidade de poderem fazer abortos e receberem o mesmo salário pelo mesmo trabalho, então elas falharam ao não se aperceberem das consequências da teocracia [islâmica] sobre todos - não só sobre as mulheres.

Se eles querem ficar mais informados, eles podem tentar ler os versículos do Alcorão que se focam na mulher, e olhar de passagem para a literatura hadith e sunnah - tudo fontes facilmente acessíveis através da internet. Só então - se eles realmente querem educar a próxima geração com valores humanitários, justiça igual à luz da lei, e respeito pelos direitos humanos - eles podem educar os outros em torno desses ensinamentos, fundamentando as suas opiniões no conhecimento e não no wishful thinking.

O escritor Pat Condell afirma:

Se por acaso vocês acomodarem a misóginia islâmica, vocês dão-lhe legitimidade e convidam-na para a vossa vida e para a vida dos vossos filhos....porque ela caminha na vossa direcção. Vocês garantem também  que as mulheres no Paquistão e na Arábia Saudita, que são espancadas diariamente, continuem a ser espancadas e tratadas como propriedade, tal como as suas filhas e netas continuem a ser tratadas desta forma.

4. "Isto não se centra no islão. Os crimes foram cometidos e são cometidos em todos os lugares através da História."

O mundo não é um paraíso, mas se no Ocidente as causas económicas, políticas e sociais das injustiças são livremente discutidas, porque é que as causas religiosas, ou islâmicas, se encontram fora do âmbito de discussão?Em muitos países muçulmanos, onde só o islão - e não as pessoas - têm a permissão para sobreviver, tais discussões são impossíveis sem se correrem riscos extremos. Até mesmo na Turquia, considerada por muitos como um dos países muçulmanos mais "liberais", se por acaso alguém se atreve a criticar os ensinamentos do islão, pode ser morto, preso, atacado, exposto a campanhas de linchamento social e psicológico, levado a tribunais e ser condenado com penas de prisão.

Os progressistas são contra o supremacia e a hegemonia? Então porque é que eles ficam cegos perante à supremacia e opressão islâmica? Por exemplo, em Gaza, por quem muitos progressistas Ocidentais alegam ter tanta empatia, as mulheres são sistematicamente assassinadas em matanças de honra, e o governo do Hamas não as protege. O juiz dum tribunal de apelação chamado Ziad Thabet disse ao Al-Monitor que "durante o seu tempo na judiciária, ele havia reparado que os réus acusados de matanças de honra normalmente recebiam penas leves; o mais grave eram três anos de prisão.... Penas perpétuas ou penas capitais nunca eram levadas em conta."

A Al Jazeera também reportou que o número das assim chamadas "matanças de honra" na Palestina duplicaram em 2013 em comparação com o ano anterior. Durante os últimos 3 anos, o número de mulheres mortas aumentou todos os anos.

Será que as feministas Ocidentais não se podem manifestar contra o grupo terrorista Hamas e em favor das mulheres de Gaza que não se podem defender a elas mesmas devido ao medo duma represália? Ou será que isto não seria tão prazeroso como condenar Israel, o único país do Médio Oriente onde as mulheres muçulmanas têm de facto os mesmos direitos? Ou será que estes progressistas só podem repetir propaganda tais como, "As mulheres Palestinas encontram-se expostas à matança de honra por parte de Palestinos enfurecidos devido à ocupação Israelita"?

5. "Nem todos os muçulmanos são iguais. Existem bons muçulmanos e maus muçulmanos, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões."

Antes de mais nada, muito obrigado por esta descoberta genial. Mas de que forma é que isto pode reduzir a violência islâmica que ocorre em todo o mundo?

É claro que existem muitos bons muçulmanos, cujos valores morais não se conformam literalmente aos ensinamentos islâmicos mas incluem valores humanitários. Eles não levam a cabo guerras contra outras religiões e nem tentam forçar as pessoas a submeterem-se ao islão. No entanto, aos olhos dos jihadistas e dos islamitas, que de facto vivem segundo a mais rigorosa interpretação da doutrina islâmica, esta qualidade dos muçulmanos bons faz deles "maus muçulmanos".

6. "Todas as religiões são essencialmente iguais."

Bem, isto não é verdade. Os valores Bíblicos são muito mais benignos que os islâmicos, e eles são geralmente mais descritivos e que prescritivos. Para além disso, as partes mais violentas há muito que foram deixadas de lado. Por exemplo, para além do islão, nenhum outra religião ensina que aqueles que insultam ou abandonam a fé seja morto (ver suras 6:93, 33:57, 33:61).

Segundo Human Rights Activists News Agency, no dia 24 de Setembro, e depois de ter sido considerado judicialmente culpado por "heresia"  e por ter "insultado o Profeta Jonas", o psicólogo Iraniano Mohsen Amir Aslani, de 37 anos, foi enforcado numa prisão perto da cidade de Karaj, a Ocidente do Teerão. Aslami, segundo se sabe, havia dado aulas religiosas onde ele havia disponibilizado as suas interpretações do Alcorão. Aparentemente, numa dessas aulas ele disse que Jonas nunca poderia ter sobrevivido ao tempo que passou dentro da barriga do peixe gigante; segundo reportado pelo site da Iran Wire, esta foi  a declaração que levou à acusação de ter insultado o profeta Jonas.

Quanto tempo mais terá que passar até que o islão seja reformado ou re-interpretado? Quantas pessoas terão que morrer ou ser escravizadas até que tal aconteça? Quantos muçulmanos têm o livre arbítrio ou a coragem de fazer? Será que os islamitas chegarão a permitir que eles o façam sem ameaçar uma retaliação? Será que os islamitas estão tão inseguros em relação à possibilidade de sobrevivência do que pregam - tal como o Alcorão ensina, "sem compulsão" - que eles nem podem tolerar um único comentário em relação a um dos seus profetas?

O que os progressistas e as feministas do Ocidente estão a fazer em prol do politicamente correcto - ou em prol do bem intencionado, mas equivocado "multiculturalismo" - nada faz para ajudar as mulheres muçulmanas. Pelo contrário, o "politicamente correcto, o silêncio, ou a enumeração de desculpas como formas de ilibar as atrocidades causadas pelo islão, só agravam o sofrimento das mulheres que se encontram no mundo islâmico.

Se os progressistas realmente querem proteger os muçulmanos, eles não podem atingir este objectivo "protegendo" o islão da crítica. Se uma pessoa é chamada de "racista" ou "islamofóbica", a consequência é que estas acusações são acusações que os intimidadores usam como forma de silenciar as pessoas com quem não estão de acordo. Os verdadeiros islamofóbicos são aqueles que rebaixam, abusam e matam os seus companheiros muçulmanos.

A pior coisa que qualquer progressista ou feminista do Ocidente pode fazer perante o sofrimento causado pelos ensinamentos islâmicos é permanecer no seu silêncio.


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Embora possa parecer paradoxal a aparente contradição na maneira como os esquerdistas Ocidentais lidam com a violência contras mulheres no Ocidente, e a violência contra as mulheres nos países islâmicos, a realidade dos factos é que não há qualquer motivo para se assumir que isto seja um "erro" ou um "esquecimento" genuíno. O que as pessoas têm que levar em conta é que os esquerdistas odeiam a civilização Ocidental mais do que eles se preocupam com as mulheres.

Consequentemente, confrontados com a genuína violência que a mulher muçulmana sofre nos países islâmicos, o tradicional esquerdista Ocidental coloca o seu chapéu multicultural, e lança fora o seu chapéu feminista.

Para o esquerdista comum, o islão é uma arma muito mais forte no ataque à civilização Ocidental do que o feminismo, e como tal, as mulheres esquerdistas foram condicionadas e programadas para dirigirem todas as suas críticas ao homem branco, deixando de lado os actos muitos-mais-bárbaros cometidos pelos homens não-brancos. Por isso é que o facto duma mulher receber um piropo no Ocidente é "muito mais grave" do que o facto dos muçulmanos estarem a cometer imensos actos de abuso sexual contra as mulheres Nórdicas.

Como já afirmado várias vezes por várias pessoas, o esquerdismo é uma ideologia contra o Ocidente, e não em favor das minorias étnicas, das mulheres, dos homossexuais ou em favor de qualquer outro "grupo protegido".

[2] Segundo os dados do Turkish Statistical Institute de 2012.
[3] Arin co-fundou a Purple Roof-Women's Shelter Foundation, a Association for the Support of Women Candidates e a Women's Rights Enforcement Centre da Istanbul Bar Association. Entre 1994 e 1997, ela trabalhou como perita na violência contra a mulher para a Comissão do Conselho Europeuu...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O sofrimento de Hassan Muwanguzi depois de abandonar o islão

Por Raymond Ibrahim
"E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo" - Filipenses 3:8
Quando São Paulo escreveu a Carta citada em cima para os Cristãos de Philippi, ele e a igreja primitiva estavam a sofrer perseguições (Paulo foi eventualmente executado em Roma). Embora os Cristãos Ocidentais de hoje ainda citem as suas palavras em referência aos seus sacrifícios diários, um crescente número de Cristãos um pouco por todo o mundo, especialmente aqueles que se encontram no mundo islâmico, estão de facto a perder absolutamente tudo devido à sua fé.

No Uganda, e em apenas uma década, as coisas evoluíram de más para piores, e para sanguinárias. A situação em torno de Hassan Muwanguzi, por exemplo, um muçulmano que se converteu ao Cristianismo - cujos sacrifícios iniciais encontram-se registados no livro Crucified Again: Exposing Islam's New War on Christians (página 131) - longe de terem diminuído, só pioraram.

Depois de ter obtido qualificações universitárias em torno da lei islâmica, e depois de se ter convertido ao Cristianismo quando tinha 20 e poucos anos, a sua família imediatamente o expulsou de casa, e "muçulmanos furiosos" espancaram-no. Mais tarde, no mesmo ano, a sua esposa deixou-o e ele perdeu o seu emprego de professor na Nankodo Islamic School, perto de Pallisa.

Estes eventos foram só o início; pegando nos destroços da sua vida e avançando com ela, Hassan eventualmente fundou uma escola Cristã - Grace International Nursery and Primary School - perto de Mbale, que tem uma maioria muçulmana. Desde então, diz Hassan,
Os muçulmanos usaram todo o tipo de ameaças como forma de levar a que eu feche a escola - primeiro usaram feitiçaria. Isto não funcionou, e como tal, tentaram desencorajar outros muçulmanos a trazer os seus filhos para a escola. Eles disseram que a escola estava a converter as crianças muçulmanas ao Cristianismo ao lhes ensinar Educação Religiosa Cristã.
Quando tudo isto falhou, em 2011 um professor islâmico - Sheikh Hassan Abdalla - acusou Hassan de ter "contaminado" [sexualmente] a jovem filha do sheikh. Tendo ao seu lado os seus conterrâneos muçulmanos, o clérigo islâmico deu entrada a um processo legal junto do magistrado-chefe e consequentemente Hassan foi preso durante três semanas.

Visto que por diversas vezes o seu acusador, sheikh Abdalla, deixou de comparecer no tribunal para testemunhar, Hassan foi liberto. Usando as suas próprias palavras, "O juiz apurou que a falsa acusação era, e como tal, o caso foi arquivado. Eu havia sido sujeito à humilhação, mas perdoei-os em prol do meu ministério na região."

O ataque islâmico seguinte veio apenas alguns meses depois de Hassan ter sido absolvido. Primeiro, o dono da terra onde Hassan havia construído a escola Cristã disse que ele nunca a havia vendido a Hassan. Esta alegação levou a que uma ordem jurídica fechasse a escola em Maio de 2012. No mês seguinte, a casa de Hassan foi incendiada por três muçulmanos:
Eu e a minha família escapamos de casa pela graça de Deus porque se não tivesse sido assim, nós teríamos morrido..... Este ataque foi mobilizado pelos sheikhs muçulmanos, pelos imãs e pelos membros familiares depois de terem ficado a saber que eu me havia convertido ao Cristianismo depois de ter estudado e me ter licenciado na universidade estudando a lei islâmica.
Menos de um ano depois, em Março de 2013, Hassan foi hospitalizado em Mbale depois duma tia que havia "reunido a família" ter colocado insecticida no seu chá sem que este soubesse. Hassan diz:
Depois de ter comido e ter bebido o chá, comecei a sentir dores de barriga e apercebi-me que ela era a responsável pela dor - e acredito que ela não agiu sozinha visto que há já algum tempo todos eles que andavam atrás de mim, directamente ou indirectamente, porque, quando eu os deixei e me converti ao Cristianismo, isso magou-os profundamente.... O motivo que os levava a querer acabar com a minha vida é bem claro: eu havia convertido ao Cristianismo. Acima de tudo, para eles isto era como se eu tivesse trazido vergonha à família por me ter convertido e por ser um antigo sheikh. Mas para Deus, o Pai Todo Poderoso, tudo isto fazia parte do Seu plano para expandir o Seu Reino.
Quando Hassan chegou ao hospital, ele já havia vomitado, "estava confuso e com uma forma de falar arrastada", e a sua "visão estava a ficar cada vez mais fraca," levando a que "ele nem conseguisse reconhecer o amigo que o havia trazido ao hospital", disse o médico que o tratou.

Durante a reunião familiar onde ele havia começado a sentir-se mal, Hassan telefonou a um líder Cristão local que o aconselhou a sair sorrateiramente. O Bispo Kinyewa disse:

Eu sabia que se disse a eles que Hassan se estava a sentir mal, eles haveriam de lhe causar ainda mais males.

Mais recentemente, no dia 16 de Junho de 2014, quatro muçulmanos invadiram a sua casa ao mesmo tempo que um deles gritava:

Hoje, vamos-te matar! Tu tens sido um causador de problemas e não estás a respeitar a religião do nosso profeta!

O "apóstata" fugiu do seu quarto, pensando que eles não haveriam de magoar a sua filha de 12 anos, chamada Grace Baruka, mas foi então que ele a ouviu a chorar à medida que os muçulmanos lhe estrangulavam. Quando ele saiu do quarto, eles pegaram-no:

Eles atingiram-me com um objecto contundente e eu caí no chão. Acordei e vi os meus vizinhos à minha volta dizendo que a minha filha se encontrava em estado crítico.

Os vizinhos levaram Grace até ao hospital onde ela foi declarada morta no momento de chegada.

Arrependo-me de ter sobrevivido ao envenenamento. Deus poderia ter permitido que eu morresse. A minha filha morreu e eu estou agora a lamentar a sua morte ao mesmo tempo que estou cheio de dores no corpo.

Embora a experiência contínua de Hassan com o implacável "Cão de Caça da Jihad" fale por si, a realidade dos factos e que um incontável número de Cristãos espalhados um pouco por todo o mundo - tanto convertidos do islão bem como Cristãos por nascença - estão silenciosamente a "perder tudo" às mãos de muçulmanos - muçulmanos esses que podem ser membros familiares, "muçulmanos locais", ou organizações terroristas muçulmanas.

Segundo um activista dos direitos humanos que visitou recentemente os Cristãos que estão a fugir ao avanço do Estado Islâmico em Mosul,

As pessoas estão traumatizadas: eles perderam tudo. Frequentemente, eles estão em fuga pela segunda, terceira ou quarta vez.

Um Cristão iraquiano, lamentando as tribulações recorrentes e soando um pouco como Hassan, disse:
Por vezes desejo que os meus pais nunca me tivessem trazido ao mundo.

Não passa um mês sem que ocorram ataques a igrejas Cristãs que se encontram no mundo islâmico. Muitos destes ataques - tais como aqueles que ocorrem na Nigéria e no Quénia - resultam num largo número de casualidades. Não passa um mês sem que ocorram ataques a Cristãos que são acusados, frequentemente sem evidências, de "blasfémia" ou de terem deixado o islão.

Durante esta semana, no Paquistão, uma mulher Cristã grávida, mãe de quatro crianças, e o seu marido, falsamente acusados de terem queimado páginas do Alcorão, foram espancados por uma turba de muçulmanos e lançados para dentro dum forno duma fábrica de tijolos, onde eles foram queimados vivos; e há apenas alguns meses atrás, Meriam Ibrahim, outra mãe Cristã grávida, foi presa no Sudão e condenada a receber 100 chicotadas e condenada a ser executada por ter abandonado a religião de Maomé.

Embora ela tenha sido eventualmente liberta, o Pastor Saeed Abedini, um Americano, ainda se encontra preso numa prisão Iraniana por "apostasia" e por practicar a sua fé Cristã. Aparentemente o seu caso nem foi mencionado pelos Americanos no preciso momento em que negoceiam com o Irão o seu (dos Iranianos) programa de armas nucleares.

Em Maio último, mais de 200 raparigas Cristãs da Nigéria foram capturadas pelo grupo islâmico Boko Haram. "Raptei as vossas raparigas", disse o seu líder Abubakar Shekau em Maio. "Por Alá, irei vendê-las no mercado como escravas." Em Setembro passado, os Cristãos que fugiam ao Estado Islâmico receberam a "opção" de se converter ao islão ou serem mortos.

A história de Hassan Muwanguzi do Uganda é apenas uma das muitas histórias de Cristãos e outras minorias que perdem tudo enquanto vivem sob o islão.

Fonte: http://ow.ly/E1CaZ

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Quando chegamos ao ponto de Cristãos serem queimados vivos sem que as organizações mundiais vejam nisso algo digno de ser combatido de forma frontal e sem reservas, podemos ter a certeza que quem manda no mundo tem planos para fazer as mesmas coisas aqui no Ocidente. Dito de outra forma, quem controla os média e o mundo político Ocidental nutre pelos Cristãos um desprezo assassino igual ao desprezo que os muçulmanos nutrem pelos Cristãos. A diferença é que, por enquanto, os Ocidentais ainda não nos podem lançar nos fornos. Mas esse dia chegará.

Os muçulmanos, esses, ao seguirem as ordens do seu "profeta" e ao matarem de forma bárbara os seguidores do Senhor Jesus, só estão a garantir (ainda mais) o seu lugar no inferno, o fogo que arde sem fim. Ao contrário dos Cristãos que foram queimados vivos no Paquistão, os muçulmanos que forem lançados no inferno - o fogo eterno - nunca mais terão paz.

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sábado, 29 de novembro de 2014

10 argumentos falsos usados pelos muçulmanos

Por Robert Morey

Os Cristãos têm que estar preparados para responder às objecções típicas feitas contra o Evangelho. A maior parte dos objecções são falácias lógicas simples e a lista que se segue enumera algumas das mais comuns falácias usadas pelos muçulmanos. O muçulmano comum não sabe que os seus argumentos são logicamente falsos; ele é sincero nas suas crenças. O que nós temos que fazer, pacientemente e respeitosamente, é partilhar com ele o porquê do seu argumento ser inválido.

1. A Falácia da Falsa Suposição.

Na lógica, tal como no sistema legal, o "precedente histórico" significa que o ónus da prova encontra-se sobre aquele que avança com novas teorias, e não sobre aquele cujas ideias já foram verificadas; o antigo testa o mais novo e a autoridade estabelecida testa as novas reivindicações de autoridade.

Uma vez que o islão veio muitos séculos depois do Cristianismo, então o islão - e não o Cristianismo - tem sobre si o ónus da prova. A Bíblia testa e julga o Alcorão, e sempre que a Bíblia e o Alcorão contradizem, a Bíblia logicamente tem que receber o primeiro lugar visto ser a autoridade mais antiga. O Alcorão encontra-se em erro até que se prove a ele mesmo. Alguns muçulmanos violam este princípio de precedente histórico afirmando que o Alcorão não tem o ónus da prova, e que o Alcorão é que julga a Bíblia. 

2. Argumentar em Círculo.

Se tu já assumiste na tua premissa o que vais declarar na tua conclusão, então terminaste onde começaste e não provaste nada. Círculo: Se acabas onde começaste, então não foste a lugar algum. Exemplos:

#1 Provar Alá através do Alcorão, e provar o Alcorão através de Alá.

#2 Provar Maomé através do Alcorão, e depois provar o Alcorão através de Maomé.

#3 provar o islão através do Alcorão e depois provar o Alcorão através do islão.

3. Falsa Analogia.

Comparar duas coisas como se elas fossem paralelas quando, na verdade, elas não são. Exemplos:

#1 Muitos muçulmanos erradamente assumem que os muçulmanos e os Cristãos têm os mesmos conceitos de Deus, revelação, inspiração, preservação textual, a Bíblia, profecia, histórica Bíblica, conversão, etc...

#2 Devido à falsa analogia que é feita entre o islão e o Cristianismo, alguns muçulmanos pensam que qualquer argumento que refute o Alcorão, irá igualmente refutar a Bíblia, e que qualquer argumento que refute Maomé, irá também refutar o Senhor Jesus Cristo.etc,..

#3 Por exemplo, muitos muçulmanos alegam que Maomé e todos os profetas eram sem pecado, chegando até a negar que Abraão tivesse sido um adorador de ídolos. Consequentemente, quando um Cristão lista todas as coisas malignas que Maomé fez (assassínio em massa, abuso de menores, mentiras, etc), os muçulmanos dirão, "Se o que tu dizes está certo, então tens que rejeitar de igual modo todos os profetas Bíblicos devido às coisas erradas que eles fizeram."

Na verdade, o que ele está a dizer é:

Se por acaso tu rejeitas o meu profeta Maomé, então tens que rejeitar também os teus profetas. Se Maomé era um falso profeta, então também o eram os teus profetas.

A raiz do problema é que o conceito islâmico do que é ser um profeta não é igual ao conceito Bíblico do que é ser um profeta. Nós ensinamos que os profetas pecam como qualquer outra pessoa, e como tal, embora os pecados de Maomé refutem o islão, o Cristianismo não é minimamente afectado com os pecados dos profetas. O muçulmano é culpado por colocar em acção uma "falsa analogia".

Sempre que um maometano responde a um ataque ao Alcorão, a Maomé, ou a Alá, voltando o argumento e aplicando-o à Bíblia, ao Senhor Jesus ou a Trindade - como se o islão e o Cristianismo ou ficassem de pé juntas, ou caíssem as duas - ele é culpado da falácia da falsa analogia. O islão pode ser falso ao mesmo tempo que o Cristianismo é verdadeiro.

4. A Falácia da Irrelevância.

Sempre que se introduzem tópicos que não têm qualquer peso lógico no assunto em discussão, as pessoas que o fazem são culpadas de usar argumentos irrelevantes. Exemplos:

#1 Os muçulmanos alegam que "O Alcorão é a Palavra de Deus porque o seu texto foi preservado de forma perfeita." Este argumento está errado por dois motivos:

a. Factualmente falando, o texto do Alcorão não foi "preservado de forma perfeita". O texto tem acrescentos, eliminações, manuscritos conflituosos, e variações tal como qualquer outro texto antigo.

b. Logicamente falando, é irrelevante se o texto do Alcorão foi preservado visto que a preservação não implica inspiração. Um livro pode ser copiado de forma perfeita sem que no entanto isso implique inspiração.

#2 Quando os muçulmanos atacam o carácter e os motivos das pessoas que criticam o islão, eles estão a usar argumentos irrelevantes. O carácter duma pessoa não nos diz se ela está a dizer a verdade ou não. Boas pessoas podem mentir, e más pessoas podem dizer a verdade. Logo, quando os muçulmanos usam termos pejorativos tais como "mau", "desonesto", "mentiroso", "racista", "enganador", etc., eles não só estão a cometer uma falácia lógica, como estão a revelar que não podem defender as suas crenças de forma intelectual.

#3 Quando são confrontados com as origens pagãs do islão, alguns muçulmanos defendem o Alcorão respondendo:

E depois? Vocês não copiaram o vosso Natal dos pagãos?

Este argumento está errado por vários motivos:

a. É uma falsa analogia fazer um paralelo entre as origens e os rituais ordenados no Alcorão com os feriados actuais que em lado algum da Bíblia são ordenados. O que alguns Cristãos modernos resolvem fazer no dia 25 de Dezembro não tem peso algum em relação ao que o Alcorão ordena que os muçulmanos façam (peregrinação, jejum, etc).

b. É irrelevante o facto de alguns Cristãos resolverem celebrar o nascimento do Senhor Jesus. Uma vez que em lugar da Bíblia isso é ordenado, essa celebração é uma escolha pessoal. Mas os muçulmanos são ordenados pelo Alcorão a acreditar e a levar a cabo muitas coisas que tiveram as suas origens no paganismo dos dias de Maomé.

c. O muçulmano que usa este argumento está, na verdade, a admitir que o Alcorão não foi "enviado de cima" mas sim fabricado a partir de fontes pagãs. Esta sua posição significa que ele passou a ser um descrente. (Surah 25:4-6).

#4 O significado actual duma palavra é irrelevante em relação ao que ela significava no passado. A palavra "Allah" é um bom exemplo. Quando são confrontados com evidências históricas que demonstram que essa palavra era usada pelos árabes pagãos em referência para o deus-supremo que era casado com a deusa-Sol com quem tinha três filhas, alguns muçulmanos citam dicionários, enciclopédias, etc, para provar que "Allah significa Deus". Logo, eles estão a usar uma definição moderna para definir o que a palavra significava há mais de mil anos atrás. O que a palavra "Allah" significa hoje não muda o que ela significava nos dias de Maomé.

5. A Falácia de Equivocação

Se assumirmos que todas as pessoas têm a mesma definição para palavras tais como Deus, Senhor Jesus, revelação, inspiração, profeta, milagres, etc, estaremos a cometer uma falácia lógica simples.

#1 Quando os muçulmanos dizem que "Cristãos e muçulmanos adoram o Mesmo Deus", eles estão a cometer uma falácia de equivocação. Enquanto que os Cristãos adoram o Deus TriUno - Pai, Filho Espírito Santo - os muçulmanos adoram uma divindade unitária. Claramente, eles adoram Deuses distintos.

#2 Quando um muçulmano diz "Nós também acreditamos em Jesus" ele está a cometer a falácia de equivocação. O "Jesus" do Alcorão não é o Senhor Jesus da Bíblia. O islão prega "um Jesus diferente" (2 Cor 11:4).

O Senhor Jesus da Bíblia é Deus-Filho que morreu na cruz pelos nossos pecados, mas o "Jesus" do Alcorão não é Deus-Filho e Ele não morreu na cruz pelos nossos pecados. Logo, é um erro os muçulmanos dizerem aos Cristãos que também eles "acreditam em Jesus".

#3 Quando os muçulmanos assumem que os Cristão têm o mesmo conceito de revelação que eles, eles são culpados da falácia de equivocação. Segundo o islão, o Alcorão,  foi "escrito no céu" por Alá e não tem fontes terrenas. Quando fica provado que o Alcorão tem fontes terrenas, isto coloca em causa o Alcorão. Por outro lado, a Bíblia não alega ter caído do céu num único dia, mas abertamente cita fontes terrenas. Para além disso, a Bíblia usa fontes pré-existentes sem qualquer tipo de dificuldade.

Logo, embora o Alcorão fique ameaçado com a proliferação de fontes históricas, a Bíblia, pelo contrário, é confirmada através das mesmas.

#4 Quando os muçulmanos dizem que a palavra "Allah" só tem um significado, nomeadamente, "o Deus Verdadeiro, Único e Universal", eles estão a assumir uma falácia.

a. A palavra árabe "Allah" era usada em tempos pré-islâmicos por parte dos árabes pagãos em referência ao deus-lunar que era o pai de al-Lat, al-Uzza e Manat.

b. A palavra árabe "Allah" é usada actualmente pelos muçulmanos em referência ao seu deus.

O islão e o Cristianismo não adoram o mesmo Deus: os Cristãos adoram a Santa Trindade enquanto que os muçulmanos adoram uma divindade unitária.

6. A Falácia da Força.

O Alcorão ordena os muçulmanos a declarar guerra contra os não-muçulmanos e contra os apóstatas (Surah 5:33; 9:5, 29). Alguns muçulmanos usam uma falsa analogia como forma de responder a este argumento, dizendo:

E as Cruzadas?! Vocês Cristãos são tão violentos como os muçulmanos!

É um erro lógico erigir um paralelo entre o facto dos muçulmanos matarem em obediência ao Alcorão, e os Cristãos matarem em desobediência à Bíblia. Embora o Alcorão ordene a jihad [guerra santa para a propagação do islão], o Novo Testamento proíbe.

7. A Falácia de Confundir Questões de Facto com Questões de Relevância.

Só porque algo é factualmente verdadeiro isso em nada está relacionado com o facto de alguém sentir que é relevante. Exemplos:

#1 Quando o Cristão alega que algumas das crenças e dos rituais do Alcorão tiveram início no paganismo árabe pré-islâmico, o muçulmano começará por negar por completo. Mas à medida que mais e mais evidências lhe são fornecidas, o muçulmano mudará a sua história, e dirá, "E depois? O vosso Natal não teve origem no paganismo?!!" O muçulmano comete assim três falácias:

a. O argumento "E depois?" lida com o tópico da relevância e não com a factualidade. Sempre que o muçulmano usar este argumento, temos que pará-lo imediatamente e perguntar:

Uma vez que estás a lidar com o tópico das origens pagãs (ou não) do Alcorão serem relevantes, será que isso significa que estás a concordar com facto das origens pagãs do islão?

b. O muçulmano cometeu a falácia da equivocação. A Bíblia não é ameaçada pelas fontes históricas; ela refere-se a elas chega a citá-las livremente (Actos 17: 28). Mas o Alcorão nega que tenha fontes terrenas (Surah 25:4-6).

c. Ele cometeu também a falácia da falsa analogia. A Bíblia e o Alcorão são livros totalmente diferentes. A inspiração da Bíblia não depende do destino do Alcorão visto que o que os muçulmanos alegam em relação ao Alcorão não é o que os Cristãos alegam em relação à Bíblia.

8. Falácia fonéticas.

O som fonético duma palavra não pode ser usado para alterar o seu significado. Exemplos:

a. Alguns muçulmanos tentam provar que a palavra "Allah" está no Novo Testamento Grego devido à palavra alla. Mas embora a palavra em Grego seja pronunciada como "allah", ela de maneira alguma está relacionada com o "Allah" em árabe.

b. Alguns muçulmanos alegam que a palavra "Allah" está na Bíblia devido à palavra "Allelujah." Eles erradamente pronunciam a palavra como "Allah-lujah" mas a palavra "Allelujah" não é composta pela palavra "Allah" na primeira parte das mesma.

A palavra "Allelujah" é Hebraica com o Nome de Deus "YAH" (ou YAHWEH) e  verbo "alle", que significa "louvor a". Portanto, ela significa "Louvado Seja YAHWEH", e a palavra "Allah" não se encontra na mesma.

c. O mesmo erro pode ser encontrado no argumento islâmico de que a palavra "Baca" (Psa. 84:6) na verdade significa "Meca". No entanto, o vale de Baca encontra-se no norte de Israel.

d. Alguns muçulmanos já tentaram passar de "Amén" para "Ahmed" e para "Mohammed" [Maomé], atitude que está para lá do credível.

9. Manobra de diversão

Quando é pedido a um muçulmano que defenda o Alcorão mas em vez disso, ele volte o argumento, e ataque a Bíblia, a Trindade, a Divindade do Senhor Jesus, as Cruzadas, etc, ele está a introduzir uma manobra de diversão irrelevante que não tem peso algum na veracidade do Alcorão; ele está a tentar desviar a atenção do islão para outras coisas. Para além disso, ele está a assumir que refutando a Bíblia, o Alcorão vence por  exclusão de partes, que refutando a Trindade, Alá vence por exclusão de partes.

Mas isto está logicamente errado; não podes comprovar a veracidade da tua posição refutando a posição doutra pessoa. Tanto a Bíblia e o Alcorão podem estar erradas, e como tal, os muçulmanos têm que provar a veracidade do seu livro.

10. Argumento "homem-palha"

Quando alguém coloca um falso argumento na boca do seu oponente, e depois refuta-o, isto nada mais é que criar um argumento "homem-palha". Acontece com relativa frequência os muçulmanos não entenderem ou citarem de forma errada os argumentos que os Cristãos lhes disponibilizam. Exemplo:

- Os muçulmanos criaram um argumento homem-palha onde eles dizem que os Cristãos defendem que "O Alcorão ensina que Alá é o deus-lunar, e os muçulmanos conscientemente acreditam e adoram o deus-lunar e as suas filhas". Eles procedem em refutar este argumento, alegando no final uma vitória.

Obviamente que os Cristãos não defendem nada disto.

O que os Cristãos dizem é que, embora o Alcorão alegue que Alá seja Deus, e os muçulmanos pensem que estão a adorar o Verdadeiro Deus, o que está a acontecer é que eles estão a adorar um falso deus, pregado por um falso profeta, segundo um livro falso.

Conclusão:

O muçulmano comum foi enganado pelos apologistas islâmicos, que baseiam os seus argumentos em falácias lógicas sem levar em conta a razão, os factos ou a honestidade.  Mas existem muitos muçulmanos que querem ser racionais dentro da sua religião. Estes têm uma mente aberta, pronta para um discurso racional.

Mal eles vejam que os seus argumentos fundamentam-se em falácias lógicas, eles estarão mais abertos às maravilhosas Novas de Jesus Cristo ser o Filho de Deus que morreu na cruz pelos nossos pecados.


Fonte: http://bit.ly/1A3f9nT
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