MITOS ISLÂMICOS

terça-feira, 19 de Agosto de 2014

Estado Islâmico vende raparigas Yazidis por 10 dólares

Durante toda a semana passada, as mãos de Khandhar Kaliph tremiam sempre que o seu telefone tocava. Nervosamente, ele atende a sua filha, que foi raptada pelos terroristas do Estado Islâmico quando estes invadiram a cidade Yazidi de Sinjar. Houve um minuto de silêncio antes dele começar a chorar. Com as lágrimas a jorrarem pela cara, Kaliph disse:

Ela disse que vai ser vendida como escrava esta tarde. O que pode um pai fazer? Como é que posso ajudar? Senti-mo-nos tão inúteis.

A filha de Kaliph, cujo nome ele não quis dar, teve acesso a um telefone de grupo passado por entre as raparigas aprisionadas pelo Estado Islâmico na prisão de Bardoush, no centro de Mosul. Todas elas enfrentam a perspectiva de serem oferecidas para um "casamento", ou pior ainda, para serem usadas pelos jihadistas como escravas sexuais.

Sentado na sujeira perto dum edifício que se encontra na cidade Iraquiana-Curda de Dohuk, que ele e mais 70 Yazidis estão a usar como abrigo, Kaliph afirma:

O mundo precisa de saber onde estão as nossas mulheres - onde foi que elas foram escravizadas - tanto as jovens como as mais velhas.

Dohuk e a faixa de terra de Fishkhabour, atravessando até a Síria, encontrasse agora repleta de Yazidis que escaparam do Monte Sinjar - no norte do Iraque - durante as últimas 48 horas, onde eles haviam sido encurralados pelo EIIL. Quase todos os Yazidis reportaram histórias de mulheres e de raparigas serem raptadas, e de homens a serem  assassinados aquando da brutal violência que destruiu séculos de coexistência no Noroeste do Iraque. Um homem que se juntou à conversa afirmou:

Num momento, estávamos a dormir e no instante seguinte estavamos a fugir como forma de preservar a nossa vida.

Alguns homens dizem que fizeram chamadas para o telefone da filha ou da esposa só para ouvirem a voz dum homem a dizer, laconicamente, para não voltarem a ligar. Wadhah Jowla, outro pai também impotentemente, de cócoras no solo, afirmou:

É mais do que a nossa herança. É o nosso coração e a nossa alma. A minha filha significa mais do que qualquer coisa para mim. Ela não se encontra na prisão de Bardoush mas estamos seguros de que ela está em Tel Afar [povoação vizinha].

De todas as minorias expulsas pelo avanço dos terroristas do Estado Islâmico, os Yazidis continuam a pagar o preço mais elevado. A sua auto-suficiente existência nas Planícies de Nínive, onde há já muito tempo eles se encontravam na mira de jihadistas, foi destruída pela sede de sangue que também causou a que os Cristãos, os Xiitas e os Turcos fugissem para Irbil. Um largo número daqueles que fugiram através de Sinjar subiram pela cordilheira próxima, onde muitos ainda se encontram presos.

Os muçulmanos do Estado Islâmico consideram os Yazidis, que practicam uma religião Zoroastriana, de adoradores do demónio, e têm sido mais brutais na sua perseguição do que na perseguição de qualquer outra minoria. Aqueles que conseguiram chegar ao norte Curdo contam histórias de como eles nunca mais irão voltar para trás. Kaliph afirma:

Acabou tudo. O Iraque deixou de existir e o seu passado também. Aquilo agora é uma zona de terra arrasada. Mas não podemos esquecer aqueles que fiaram para trás.

Num hospital em Dohuk, cinco Yazidis idosos encontravam-se em recuperação da sua árdua jornada através da montanhosa face nortenha - escoltados por rebeldes Curdos - inicialmente através da fronteira Síria, e mais tarde para dentro do Curdistão Iraquiano. Salam Hadid, falando da sua cama de hospital, afirmou:

Foi a coisa mais difícil que eu alguma vez fiz na vida. Durante todo o caminho, eles [jihadistas do Estado Islâmico] tentaram-nos matar. As pessoas estavam tão exaustas que gradualmente começaram a abandonar os seus pertences à medida que iam caminhando, roupas, objectos de valor - qualquer coisa que tornasse mais leve a sua carga.

Outro homem Yazidi, Issa Mouallem, disse que o som dos aviões a jacto e as explosões soaram pelo ar durante a sua escapada:

Tivemos sorte porque conseguimos escapar. Mas alguns ficaram encurralados e não têm qualquer forma de escapar. E muitos deles estão incapacitados. Eles estão velhos ou estão vulneráveis.

Em Dohuk, e na outra povoação fronteiriça de Zakho, parece que as famílias Yazidi se refugiaram nos espaços públicos e nos edifícios incompletos. As famílias estavam a passar o seu tempo em casas inacabadas, ou a construir tendas de plástico perto de estações de gasolina e das orlas de gramas. Kaliph diz ainda:

Algumas das pessoas de bom coração deram-nos comida. Dependemos da sua boa vontade para sobreviver.

Oficias Curdos e Americanos sugerem que perto de 20,000 pessoas podem ainda estar na zona sul da montanha, todos desesperadas por ajuda. Muitas dessas pessoas estão demasiado incapacitadas para conseguir chegar aos pontos onde a comida e a água são lançadas dos aviões - sendo o local principal um aeródromo abandonado que se encontra no topo da montanha.

Fonte

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O islão permite a captura, a violação e a venda de mulheres e de raparigas (cliquem aqui para verem as fontes). Os políticos e os órgãos mediáticos que defendem o islão ficam chocados por descobrir que há maometanos que fazem exactamente o que os Alcorão lhes diz para fazer com as mulheres capturadas.

Parece que o plano do esquerdista Obama e dos globalistas mundiais (o chamado Grande Capital) de criação do Califado está a funcionar na perfeição. Que pena que milhares e milhares de Cristãos e de outros não-muçulmanos tenham que pagar por isso com a sua vida..

sábado, 16 de Agosto de 2014

Muçulmanos cortam ao meio criança Cristã de 5 anos

Uma criança Cristã de 5 anos, que era filho de um dos fundadores da "St. George's Anglican Church" em Bagdade, foi chacinada por muçulmanos membros do "Estado Islâmico", mais conhecido por ISIS ( "Islamic State of Iraq and Sham" ou em português "Estado Islâmico no Iraque e no Levante"), cortada ao meio durante um ataque à povoação Cristã de Qaraqosh. Andrew White, canône Anglicano da "St. George''s Church", disse o seguinte ao  Anglican Communion News Service:

Estou quase em lágrimas porque estive com alguém  na minha sala cuja pequena criança foi cortada ao meio. Fui eu que baptizei a criança na minha igreja em Bagdade, e este rapaz - que os pais colocaram o meu nome - chamava-se Andrew.

Refugiados Cristãos que fugiram de Qaraqosh buscando abrigo na povoação Cristã foram forçados a fugir mais uma vez à medida que as forças do Estado Islâmico começaram a invadir estas regiões do país. Os pais da criança morta, bem como o irmão George (que recebeu o mesmo nome da igreja em Bagdade), reportaram terem fugido com outros Cristãos para a cidade de Arbil onde se encontra o consulado dos Estados Unidos - local que o Presidente Barack Obama disse que estaria protegido pelos militares Americanos através de ataques aéreos contra as forças do Estado Islâmico.

Segundo a Reuters, os combatentes de Peshmerga controlavam largas zonas de território fora da zona autónoma, que servia de santuário contra os Cristãos em fuga, bem como para outras minorias religiosas, antes dos muçulmanos do Estado Islâmico terem chegado à região no mês passado. A Reuters reporta:

Mas a última semana viu Peshmerga desmoronar-se perante o avanço dos combatentes, que estão na posse de armas pesadas obtidas junto das tropas Iraquianas que abandonaram os seus postos em Junho último. Para além disso, os combatentes estão cheio de dinheiro roubado aos bancos.

Shamil Abu Madian, um Cristão de 45 anos, disse à Reuters que fugiu da cidade de Mosul quando ela caiu em Junho deste ano. Foi por essa altura que ele buscou refúgio na cidade protegida pelos peshmerga, "mas que foi forçado a fugir mais uma vez, em pânico e a meio da noite, quando as tropas Curdas Peshmerga desapareceram subitamente."

Não fomos capazes de trazer nada mais connosco para além de algumas roupas em malas de nylon. As pessoas estão a viver nos passeios, nos jardins públicos, em qualquer lugar.

White disse à ACNS que graças às contribuições financeiras de apoiantes estrangeiros, a igreja Anglicana no Iraque tem sido capaz de disponibilizar comida, água e mantimentos aos Cristãos bem como aos outros grupos religiosos que fugiram de Mosul e Níneve para as regiões nortenhas, como forma de escapar dos terroristas islâmicos do Estado Islâmico:

Precisamos de duas coisas: orações e dinheiro. Com essas duas coisas, podemos fazer qualquer coisa. Sem isso, nada podemos fazer. Eu tenho três P's que eu nunca deixo de mencionar: protecção, provisão e perseverança. Precisamos de protecção para aquelas pessoas de modo a que possamos avançar.

O "Christian Post" reportou na Segunda-Feira que protestos que ressalvam o apuro dos Cristãos Iraquianos estão a ser levados a cabo por todo o mundo, em parte graças à campanha #WeAreN que atraiu a atenção para a perseguição sem precedentes que os Cristãos do Iraque estão a sofrer.

Os líderes Ocidentais foram instados a colocar um fim ao genocídio através de demonstrações na França, Dinamarca, Alemanha, Inglaterra, Suécia, Austrália, Canadá e muitas outras cidades dos Estados Unidos, ao mesmo tempo que os apoiantes de todo o mundo a sua foto do Twitter para a imagem da letra Árabe ن or N, que significa Nazarenos ou Cristãos em Árabe.

Sabe-se que os terroristas muçulmanos do Estado Islâmico pintaram a letra árabe "N" nas casas de  Cristãos de Mosul antes de os forçarem a fugir da cidade, que se encontra actualmente sob o seu controle.

terça-feira, 12 de Agosto de 2014

Maomé: o primeiro "extremista" islâmico

Por Jake Neuman
A "auto-radicalização" é um termo usado com frequência pelos média actuais que se aplica aos extremistas maometanos que se voltam para a violência em nome do islão. É como se aqueles maometanos, que até a dada altura eram pessoas normais e pacíficas, se voltassem subitamente para o caminho da violência por si só, sem qualquer tipo de apelo por parte dum ideial ou indoutrinação exterior. E mesmo que assim fosse, dizem os média ocidentais, os ensinamentos do islão, ou a doutrina islâmica da jihad, certamente que não está de maneira nenhuma relacionada com a assim-chamada "auto-radicalização".

A realidade dos factos é: a religião islâmica é em si uma ideologia extremamente radical e violenta, e o seu fiundador, Maomé, foi ele mesmo o primeiro extremista islâmico. Como consequência da prescriçâo Alcorânica, Maomé permanece por toda a eternidade como a personalidade ideal para ser emulada pelos maometanos (incluindo o seu radicalismo).

O início
A história de Maomé é a história dum rapaz nascido em Meca, Arábia Saudita, em 570 AD. Como consequência do seu pai ter morrido antes dele nascer e a mãe ter morrido  no início da sua infância, Maomé foi criado pelo seu tio Abu Talib. Ele cresceu e passou a ser um comerciante e quando tinha 25 anos casou-se com uma rica mulher mais velha, Khadija bint Khawalayd, 15 mais velha que ele.
No ano de 610 AD Maomé alegadamente encountrou-se com o Anjo Gabriel numa gruta fora de Meca. A partir daí, teve início o processo da sua alegada recepção de revelações divinas provenientes de Deus - através do Anjo Gabriel - para transmissão à humanidade. Depois da sua morte, essas revelações foram registadas num livro, chamado de Alcorão. Este livro é dividido em duas partes distintias: (1) As mais sóbrias revelações do Alcorção de Meca, e (2) o mais militante Alcorão de Medina.
No trajecto da sua vida de Meca para Medina, Maomé começou como um modesto e relativamente pacífico pregador e passou a ser um auto-radicalizado profeta da guerra, do assassínio em massa, do terror, da tortura, da violação, e do abuso de menores. Em Meca, pelo menos no princípio, Maomé era mais como um pregador piedoso, exortando as pessoas a que se submetessem ao verdadeiro caminho de Deus, nomeadamente, o islão. Ele seguia uma disciplina de rezas, jejum e adoração.
O Alcorão de Meca era mais inclinado à espiritualidade, à tolerância, à aceitação e à purificação interior através da submissão à palavra de Alá. Durante este período, certamente que o Alcorão de Meca não era militante e nem incitava à violência. 550 ayahs (versos do Alcorão) foram reveladadas durante o período de Meca, e o que se segue são alguns exemplos:
(1) Devoção a Deus:
Ó humano, o que te fez negligente em relação ao teu Senhor, o Munificentíssimo,
Que te criou, te formou, te aperfeiçoou,
E te modelou, na forma(1847) que Lhe aprouve?
Qual! Apesar disso, desmentis o (Dia do) Juízo!
Porém, certamente, sobre vós há anjos da guarda,
Generosos e anotadores,
Que sabem (tudo) o que fazeis.
Sabei que os piedosos estarão em deleite;
Por outra, os ignóbeis, irão para a fogueira,
Em que entrarão, no Dia do Juízo,
Da qual jamais poderão esquivar-se.
E, o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
Novamente: o que te fará entender o que é o Dia do Juízo?
É o dia em que nenhuma alma poderá advogar por outra, porque o mando, nesse dia, só será de Deus. - (Sura 82:6-19)
(2) Humildade:
Pelas horas da manhã,(1891)
E pela noite, quando é serena,
Que o teu Senhor não te abandonou, nem te odiou.
E sem dúvida que a outra vida será melhor, para ti, do que a presente.
Logo o teu Senhor te agraciará, de um modo que te satisfaça.
Porventura, não te encontrou órgão e te amparou?(1892)
Não te encontrou extraviado e te encaminhou?
Não te achou necessitado e te enriqueceu?(1893)
Portanto, não maltrates o órfão,
Nem tampouco repudies o mendigo,
Mas divulga a mercê do teu Senhor, em teu discurso. (Sura 93.1-11)
(3) Liberdade para se practicar qualquer religião de sua escolha:
109:6 Vós tendes a vossa religião e eu tenho a minha.
(4) Ser paciente com os descrentes e deixar que Alá faça o julgamento:
73:10  E tolera tudo quanto te digam, e afasta-te dignamente deles.
10:109 Observa, pois, o que te foi revelado, e persevera, até que Deus decida, porque é o mais equânime dos juízes.
(5) Limitar-se a avisar (sem coagir) os descrentes:
50:45  Nós bem sabemos tudo quanto dizem, e tu não és o seu incitador. Admoesta, pois, mediante o Alcorão, a quem tema a Minha ameaça!
10:99 Porém, se teu Senhor tivesse querido, aqueles que estão na terra teriam acreditado unanimemente. Poderias (ó Muhammad) compelir os humanos a que fossem fiéis?
(6) Exibir amabilidade e tolerância para com os infiéis:
7:199 Conserva-te indulgente, encomenda o bem e foge dos insipientes.
Em 622, e depois de 13 anos de pregação em Meca, Maomé foi alegadamente "forçado" a fugir de Meca rumo Medina (para onde a maioria dos seus seguidores já havia migrado). Estes ensinamentos de Meca culminaram num dos mais famosos versos do Alcorão, 2:256, apelando a que "não houvesse compulsão na religião":
Não há imposição quanto à religião, porque já se destacou a verdade do erro. Quem renegar o sedutor e crer em Deus, Ter-se-á apegado a um firme e inquebrantável sustentáculo, porque Deus é Oniouvinte, Sapientíssimo.
A RADICALIZAÇÃO DE MAOMÉ EM MECA
Foi em Medina que Maomé obteve poder e foi aí que o islão se transformou dum monoteísmo relativamente benigno numa ideologia política militante expansionista que perdura até aos dias de hoje. Em Medina nós observamos um Maomé diferente e um Alá diferente. Aqui, Maomé radicalizou-se gradualmente em conformidade com os mandamentos de Alá, e tornou-se num dirigente político e num comandante militar. O Alá de Medina levou o seu profeta a tornar-se num senhor da guerra que buscava conquistas militares. Em Medina, Maomé usou a ameaça da espada para forçar as pessoas a adoptar o islão. Longe estava a mensagem de 2:265 Não Há Imposição Quanto À Religião, rapidamente substituída por ensinamentos tais como os que se encontram em 9:5 e 9:29.
(1) Lutem contra os descrentes até que a religião seja unicamente para Alá:
Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. Porém, se se retratarem, saibam que Deus bem vê tudo o quanto fazem. Sura 8:39
(2) Já não há mais escolha no que toca â religião:
  • A quem combater o Mensageiro, depois de haver sido evidenciada a Orientação, seguindo outro caminho que não o dos fiéis, abandoná-lo-emos em seu erro e introduziremos no inferno. Que péssimo destino!  [4:115]
  • Anseiam (os hipócritas) que renegueis, como renegaram eles, para que sejais todos iguais. Não tomeis a nenhum deles por confidente, até que tenham migrado pela causa de Deus. Porém, se se rebelarem, capturai-os então, matai-os, onde quer que os acheis, e não tomeis a nenhum deles por confidente nem por socorredor.  [4: 89]
(3) Já não há mais paciência com os descrentes; agora, eles têm que ser amaldiçoados:
  • E quando lhes são recitados os Nossos lúcidos versículos, descobres o desdém nos semblantes dos incrédulos, chegando mesmo a ponto de se lançarem sobre aqueles que lhes recitam os Nossos versículos. Dize: Poderia inteirar-vos de algo pior do que isto? É o fogo (infernal), que Deus prometeu aos incrédulos. E que funesto destino! [22:72]
  • Em verdade, àqueles que molestam Deus e Seu Mensageiro, Deus os amaldiçoará, neste mundo e no outro, e tem-lhes preparado um afrontoso castigo. [33:57]
(4) Já não há mais tolerância; agora há que coagir os kafirs:
  • "Isso, para que Deus possa separar os maus dos bons, e amontoar os maus uns sobre os outros; juntá-los-á a todos e os arrojará no inferno. Estes são os desventurados." [8:37]
  •  "Em verdade, Deus introduzirá os fiéis, que praticam o bem, em jardins, abaixo dos quais correm os rios; quanto aos incrédulos, que comem como come o gado, o fogolhes servirá de morada."  47:12
(5) Acabou o tempo do pacifismo; agora é a hora de aterrorizar, torturar e assassinar.:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. (5:33)
E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; saiba, quem contrariar Deus e o Seu Mensageiro, que Deus é Severíssimo no castigo. (8.12-13)
(6) Não há tolerância para com os críticos; há que matá-los.
Entre eles há aqueles que injuriam o Profeta e dizem: Ele é todo ouvidos. Dize-lhes: É todo ouvidos sim, mas para o vosso bem; crê em Deus, acredita nos fiéis e é uma misericórdia para aqueles que, de vós, crêem! Mas aqueles que injuriarem o Mensageiro de Deus sofrerão um doloroso castig. (...) [9.061]
(7) Se por acaso os vossos pais ou irmãos rejeitarem o islão, cortem todas as confidências com eles:
Ó fiéis, não tomeis por confidentes vossos pais e irmãos, se preferirem a incredulidade à fé; aqueles, dentre vós, que os tomarem por confidentes, serão iníquos.  [9.023]
(8) É hora de amaldiçoar eternamente quem quer que rejeite o islão:
  • Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!  [9:73]
  • Existem dois antagonistas (crédulos e incrédulos), que disputam acerca do seu Senhor. Quanto aos incrédulos, serão cobertos com vestimentas de fogo e lhes será derramada, sobre as cabeças, água fervente, [22:19]
  • A qual derreterá tudo quanto há em suas entranhas, além da totalidade de suas peles. [22:20]
  • Em adição, haverá clavas de ferro (para o castigo). [22:21]
  • Toda a vez que dele (do fogo) quiserem sair, por angústia, ali serão repostos e lhes será dito: Sofrei a pena da queima! 22:22
Os 13 anos de pregação em Meca haviam sido um falhanço total e Maomé não conseguiu mais do que 100-200 seguidores. Se por acaso Maomé tivesse continuado com a mesma metodologia em Medina, o islão haveria de ter morrido de morte natural (muito provavelmente ainda com Maomé vivo).
Mas a radicalização militante de Maomé alterou o islão e transformou essa religião num mafioso empreendimento de pilhagem, oferecendo aos seus potenciais seguidores uma parte do saque e as mulheres capturadas, ao mesmo tempo que forçava aqueles que estivessem dispostos a rejeitar o islão a adoptar essa fé sob pena de morte. Esse islão tornou-se num bem sucedido e duradouro empreendimento religioso em expansão, tal como continua nos dias de hoje.
Em Medina Maomé re-inventou Alá, e transformou-o num padrinho mafioso que Maomé poderia usar como forma de conferir a ele mesmo poder político terreno, e usar os seus supostos ensinamentos como justificação religiosa e legal para a sua criminalidade maligna. Foi desta forma que o islão se tornou numa seita bem sucedida.

ABROGAÇÃO: A RADICALIZAÇÃO TOTAL E FINAL DO ISLÃO E DOS SEUS SEGUIDORES
A maioria dos maometanos são pessoas normais, e a parte historicamente inicial do Alcorão (versos de Meca) poderia dar-lhes uma base pacífica para a sua vida religiosa. Mas Alá não lhes deixou essa margem de manobra. O Maomé radical de Medina deparou-se com um problema enorme em relação aos ensinamentos não-militantes do Alcorão. Se por acaso os seus seguidores tivessem apelado a esses versos não-violentos doo Alcorão, o desejo de Maomé de roubar, de adquirir poder e domínio, não se teria realizado. E Alá, sempre pronto a satisfazer todos os desejos de Maomé, veio em sua ajuda, revogando a totalidade dos ensinamentos alcorânicos de Meca. 
  • 2:106. Não abrogamos nenhum versículo, nem fazemos com que seja esquecido (por ti), sem substituí-lo por outro melhor ou semelhante. Ignoras, por acaso, que Deus é Onipotente?

  • 16:101 E quando abrogamos um versículo por outro - e Deus bem sabe o que revela - dizem-te: Só tu és dele o forjador! Porém, a maioria deles é insipiente.
Esta doutrina da abrogação anula os ensinamentos anteriores, nomeadamente, as revelações pacíficas de Meca, e coloca em seu lugar as revelações radicalizadas e militantes de Medina. Isto faz do islão, em absoluto, uma fé religiosa militante e radical. Isto fez com que os maometanos não tivessem qualquer tipo de opção se por acaso quisessem apelar para os versos pacíficos de Meca.
(Para uma lista detalhada dos versos do Alcorão que foram cancelados através da doutrina da abrogação, visitem este link: http://www.islamreform.net/new-page-27.htm.)
Através do processo da abrogação, 71 suras do Alcorão, entre 114 no total - isto é, 62.28% suras do Alcorão - tornaram-se nulas e vazias (Abu Ja'afar al Nakhass' al Nasikh wal Mansukh'). Logo, só as 43 suras posteriores reveladas em Medina ainda têm validade. E esta parte ainda válida do Alcorão ensina o engano, o assassinato, o massacre, o genocídio, o roubo, a escravatura e a violação como prácticas halal divinamente sancionadas que dariam acesso ao paraíso aos muçulmanos, desde que esses actos fossem levados a cabo contra os kafirs.
Em suma, quando Maomé iniciou o islão, ela era uma fé religiosa relativamente não-violenta, mas à medida que ele foi aumentando o seu poder, Maomé radicalizou a sua ideologia com o propósito único de conquistar o mundo para Alá. O Alcorão tornou-se numa declaração de guerra contra os kafirs. Esta guerra é permanente até que TODOS os kafirs se convertam ao islão, ou se encontrem em dhimmitude (discriminação institucionalizada semelhante a uma escravatura de segunda classe) ou tenham sido assassinados.
Havendo começado como um pregador humilde, Maomé radicalizou-se a veio a comandar mais de 60 raids e invasões - algumas envolvendo massacres - havendo ele mesmo participado pessoalmente em 27 desses raids e invasões.
Quem mais sofreu com a radicalização militante de Maomé foram os judeus da Pensínsula Árabe, que sofreram exílios, execuções e escravatura de modo indiscriminado. Algumas das palavras mais arrepiantes de Maomé dirigidas aos judeus foram:
"...o apóstolo de Alá disse: "Matem qualquer judeu que cair nas vossas mãos.(Ibn Ishaq, Life of Muhammad, p. 553)
Narrado por 'Abdullah bin 'Umar: O Apóstolo de Alá disse: "Vocês (Muçulmanos) irão lutar contra os judeus até que alguns deles se escondam por trás das pedras. As pedras irão traí-los, dizendo: 'Ó 'Abdullah (i.e. escravo de Alá)! Há um judeu por trás de mim; vem matá-lo!” (Bukhari 4:52:176)
E a radicalização de Maomé viu o seu apogeu no Massacre da Tribo Banu Quraiza, onde ele ordenou a decapitação de 600 a 900 dos seus homens, dando pessoalmente o início à matança decapitando 2 líderes judeus. Para se ler mais sobre a tragédia monumental dos Banu Quraiza, acessem: http://www.islamreform.net/new-page-209.htm
Portanto, a assim-chamada "auto-radicalização" dos maometanos nada mais é que 1) eles a seguir os ensinamentos e os mandamentos do seu sagrado Alcorão, e 2) eles a imitar os exemplos do seu "profeta" Maomé, o único homem perfeito que alguma vez andou na terra [segundo os maometanos].

Fonte: "Muhammad: The First Islamic Radical" http://bit.ly/XQrhrZ

quinta-feira, 7 de Agosto de 2014

Último Cristão de Mosul é expulso pelos membros da religião pacífica

Muçulmanos fazem história no Iraque, mas não duma forma que orgulhe o mundo civilizado. Os Cristãos, que segundo registos históricos já vivem em Mosul há quase 2000 anos, viram-se forçados a acreditar nas ameaças do ISIS, que prometeu seguir as ordens de Maomé e matar todos os Cristãos que ficassem na cidade.

O grupo islâmico ISIS forçou oficialmente o último Cristão a viver em Mosul a abandonar a cidade, colocando um fim à presença contínua de Cristãos nessa cidade que já dura há quase dois milénios, e que começou com a referência Bíblica duma das Cartas de São Pedro para a igreja na Babilónia.

A Assyrian International News Agency reportou:

O último Cristão a viver na segunda maior cidade Iraquiana de Mosul alegadamente abandonou a cidade às 12:00 PM de Sábado, colocando um fim a mais de 6,000 anos de história Assíria na mesma. Os Assírios viveram em Mosul por mais de 6,000 anos, convertendo-se ao Cristianismo há mais de 2,000 anos atrás. Tudo isto chegou ao fim no Sábado, quando o último Cristão Assírio deixou a cidade.

No dia 17 de Julho, Quinta-Feira, o "Estado Islâmico" - previamente conhecidos como "Estado Islâmico do Iraque e da Síria" ["Islamic State of Iraq and al-Sham" = ISIS] - emitiu uma declaração exigindo aos Cristãos de Mosul que se convertem-se ao islão, pagassem o jizya (imposto infligido aos não-maometanos), abandonassem a cidade ou fossem mortos. A ameaça seria colocada em práctica no Sábado. É reportado localmente que por volta do meio-dia de ontem, todos os Cristãos haviam escolhido partir.

Aqui em Erbil, há cerca de meia-hora de distância de Mosul (de carro), falei com famílias que foram forçadas a fugir. Eles descrevem a forma como membros do grupo ISIS invadiram as suas casas, levando o que queriam, e tendo ameaçado matá-los. Eles estimam que mais de 500,000 refugiados fugiram de Mosul depois dos islamitas terem tomado conta da cidade, no dia 10 de Junho, e os poucos Cristãos que ainda restavam, foram forçados a abandonar a cidade ontem.

Inicialmente, o ISIS fez os cidadãos acreditar que estavam ali para os proteger, mas imediatamente começaram a impor as opressoras medidas a lei Sharia, que forçou até muitos cidadãos maometanos a obedecer.

A notícia da expulsão de Mosul veio depois dos maometanos marcarem as casas Cristãs como forma de identificar onde era que eles viviam. Por fim, os Cristãos decidiram que não tinham formas de se proteger das autoridades islâmicas, e consequentemente fizeram as malas (levando o que podiam) e abandonaram as suas casas poucas horas depois do aviso do ISIS.

Todas as pessoas com quem falei expressaram a sua frustração com a falta de resposta da comunidade internacional em relação à crise que aflige o povo do Iraque. Eles culpam os Estados Unidos [isto é, Obama] por criarem a situação actual e por deixarem o país tão rapidamente, gerando o vácuo que o ISIS explorou. Muitos pensam também que foi um erro gigantesco os EUA "darem o Iraque ao Irão", permitindo que Teerão tivesse uma influência considerável no Parlamento Iraquiano.

Outro local disse-me que era estranho e sem-sentido os EUA e os países Europeus serem contra o ISIS no Iraque ao mesmo tempo que dão o seu apoio aos grupos ISIS na Síria, bem como a outros grupos violentos contra os governos locais. Eles avisaram o perigo que esses grupos são para o Ocidente. "Estes jihadistas eventualmente voltarão para os seus países, para o Canadá, Inglaterra e os Estados Unidos" disse um dos locais.

Os Cristãos temem também que o Iraque se possa fragmentar em países pequenos, criando um efeito dominó no Médio Oriente, incluindo o Líbano, a Síria, a Jordânia, a Turquia, Israel e o Egipto.

Desde 2003 que mais de 1 milhão de Cristãos foram exilados para fora doo Iraque. Actualmente, só 300,000 ainda permanecem no país.

Fonte: http://bit.ly/1nWCa5l

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A comunidade internacional que é tão rápida a condenar as ofensivas israelitas em Gaza, permanece em silêncio sepulcral ao bem maior genocídio e à limpeza étnica grotesca  que os maometanos estão a levar a cabo um pouco por todo o Médio Oriente. Parece que qualquer que seja a situação, os Cristãos nunca podem ser vistos como vítimas e os muçulmanos como violentos (apesar das evidências nesse sentido).

Convém lembrar que expulsar minorias religiosas para fora dos "seus" domínios é algo que o grupo ISIS aprendeu directamente com o profeta do islão; foi ele que declarou que os não-maometanos deveriam ser expulsos das zonas sob controle islâmico, ou então forçados a viver uma vida de qualidade inferior, comparativamente aos invasores maometanos.

Portanto, os militantes do ISIS não são "extremistas" mas sim muçulmanos devotos que estão a seguir os ensinamentos ortodoxos da fé islâmica. O problema não são os militantes do ISIS mas sim aquilo que Maomé ensinou..

sábado, 2 de Agosto de 2014

ISIS e o sinal do Profeta Jonas

Durante as últimas semanas as conquistas do ISIS por todo o norte do Iraque têm sido compreensivas. Tomando controle de largas partes da região, eles declararam no mês  passado um Califado, e um dos grupos que têm sofrido de modo especial a sua violência têm sido, como sempre, os Cristãos (que já vivem nessas áreas há quase 2,000 anos).

Seguindo-se à consolidação do poder na região por parte do ISIS, estas comunidades ancestrais têm sofrido um tratamento brutal. No que pode ser considerado como perseguição e discriminação ao mais alto nível, o ISIS tem atacado os Cristãos de Mosul manchando as suas casas com a letra N, marcando-os como Nasarah, Cristãos.

Num esforço concertado e deliberado tendo em vista a limpeza étnica, o ISIS  "ofereceu" aos Cristãos três escolhas: converter ao islão, pagar o imposto jizya . . . ou abandonar as suas casas. Quem quer que se recusasse a pagar ou a se converter ao islão, era ameaçado de morte.

Nestas circunstâncias, e temendo o pior, a área de Mosul - que até bem pouco era casa de milhares de Cristãos - tem sido esvaziada desta comunidade antiga. Roubados das suas possessões, até medicamentos, muitos foram forçados a andar 70 quilômetros até atingir um local seguro - eventualmente dirigindo-se para Dohuk na região Curda do país. As 15 famílias Cristãs que escolheram ficar em Mosul fizeram-no convertendo-se ao islão como forma de reter as suas possessões, mas as casas daqueles que abandonaram a cidade foram confiscadas como propriedade do recém-formado "Estado Islãmico".

Este êxodo forçado acabou com a significante presença Cristã em Mosul que antecede em vários séculos a vinda do islão. Numa região que tem testemunhado a ascenção e a  queda de muitos poderes políticos, as políticas do ISIS debilitam a longa co-existência de maometanos e não-maometanos na região.

Em Mosul, os militantes do ISIS começaram a profanar a cidade, representando de forma bem gráfica a sua interpretaçâo extrema e minimalista do islão. As suas acções não se têm focado exclusivamente nos edifícios Cristãos, visto que o antigo túmulo do Profeta Jonas (um ponto de referência importante na cidade de Mosul, venerado por Cristãos, Judeus e maometanos) foi arrasado e muitas mesquitas e templos Xiitas foram também destruídos.

Nos seus esforços em favor da "pureza islâmica", os militantes do ISIS têm atacado de modo particular os edificios Cristãos. A sede diocesana dos Católicos Sírios em Mosul foi incendiada - ela que já existia desde o século 19. Todas as cruzes de 22 igrejas de Mosul form removidas e as igrejas foram convertidas em mesquitas ou destruídas.

Morte duma comunidade antiga

Com as comunidades Cristãs a estenderem-se para fora de Mosul e através das planícies de Nineve, o ISIS alargou o seu foco para as zonas circundantes. Os militantes   tomaram posse do antigo Mosteiro Mar Behnam, alegadamente fundado no local onde os irmãos Sassânidas Behnam e Sara foram martirizados durante o 4º século, que, até a chegada do ISIS, era casa dos monges Católicos Sírios.

Estes mesmos monges foram expulsos de lá, e foi-lhes negado o acesso ao mosteiro como forma de levar qualquer relíquia sagrada que ainda lá se encontrasse. Isto faz com que se tema que os items históricos, juntamente com as colecções manuscritas que lá se encontram, sejam destruídos. Há também a probabilidade de que o mosteiro, com partes que datam do século 13 e que faz parte dos poucos edifícios Iraquianos que sobreviveram ao período Mongol Ilkhanato, seja profanado e destruído.

Os Cristãos já vivem no Iraque virtualmente desde que a sua religião foi fundada - havendo começado a estabelecer-se na região por volta do século 2 e sendo entre as primeiras testemunhas da fé Cristã. As suas igrejas e os seus mosteiros têm sido parte integral do panorama há séculos, produzindo alguns dos mais sofisticados exemplos de arquitectura. Estas comunidades viveram em acordo relativo com os seus vizinhos maometanos através dos séculos, cada comunidade contribuindo para a cultura da outra.

Depois da ofensiva Aliada de 2003, os Cristãos do Iraque começaram a sofrer muitas atrocidades, a mais notável entre elas o massacre do dia 31 de Outubro de 2010 na Igreja Nossa Senhora da Salvação, em Karrada - Bagdad. Agora, os Cristãos, que contribuíram das mais variadas formas para a cultura e para a economia do Iraque, não estão dentro do que o ISIS qualifica de aceitável.

A sua perseguição levanta a possibilidade real de que esta comunidade antiga seja eliminada da sua pátria no Iraque. Para além disso, isto marca o final da noção do "diálogo civilizado", um pilar que já dura deste o período Abássida onde os maometanos e os não-maometanos viveram lado a lado. Não deixa de ser um paradoxo que o ISIS, que tenta emular o Califado de tempos idos, adopte tácticas que só podem ser descritas de brutais e dignas de bárbaros rudes.


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As "tácticas brutais e dignas de bárbaros rudes" seguem o exemplo do fundador da fé islânica, visto que tudo aquilo que o ISIS está a fazer no Iraque está em perfeito acordo com a sunnah, o Alcorão e as sirats de Maomé.

A noção de que o ISIS está a "perverter" o "verdadeiro islão" segue na mesma linha de pensamento que, contrariando a própria história descrita nos textos islâmicos tidos como autoritários, propõe que o islão é uma "religião pacífica" e que só uma "pequena minoria de extremistas" é que a pervertem.

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Uma geração má e adúltera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. E, deixando-os, retirou-Se.
Mateus 16:4


sábado, 26 de Julho de 2014

O profeta iletrado

O Alcorão diz em 7:156-158:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos. Disse: Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos.

São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho, o qual lhes recomenda o bem e que proíbe o ilícito, prescreve-lhes todo o bem e veda-lhes o imundo, alivia-os dos seus fardos e livra-os dos grilhões que o deprimem. Aqueles que nele creram, honraram-no, defenderam-no e seguiram a Luz que com ele foi enviada, são os bem-aventurados.

"Dize: Ó humanos, sou o Mensageiro de Deus, para todos vós; Seu é o reino dos céus e da terra. Não há mais divindades além d’Ele. Ele é Quem dá a vida e a morte! Crede, pois, em Deus e em Seu Mensageiro, o Profeta iletrado, que crê em Deus e nas Suas palavras; segui-o, para que vos encaminheis."

Em nenhuma outra parte o Alcorão menciona "o profeta iletrado", que foi erradamente entendido como "o profeta que não sabia ler". No entanto, o Alcorão vangloria-se da forma da sua narrativa, que é caracterizada por repetições de várias frases e ideias como forma de estampar de modo permanente a história na mente dos ouvintes; pelo menos isto é o que os maometanos alegam.

O "profeta iletrado" na sura al-A`raf 7 está escrito em contraste com Moisés e o seu povo. Moisés e o seu povo, no seu tempo, foram capturados por uma trepidação e começaram a orar, afirmando:

Concede-nos uma graça, tanto neste mundo como no outro, porque a Ti nos voltamos contritos.

Segundo os linguístas Árabes dessa altura, os Judeus derivavam o seu nome da palavra "huda" (que significa "orientação"), que era também o epíteto do Torah. Foi um brilhante jogo de palavras no verso 156 dizer "a Ti nos voltamos contritos" visto que o verbo usado aqui (haad, yahuud) tem uma semelhança impressionante com a palavra Árabe para Judeus (yahuud).

Moisés e o seu povo, orando na altura para que Deus olhasse para o seu Judaísmo como justiça da sua parte, receberam a resposta de Deus onde Ele alegadamente disse:

Com Meu castigo açoito quem quero e Minha clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes (a Deus) que pagam o zakat, e crêem nos Nossos versículos. São aqueles que seguem o Mensageiro, o Profeta iletrado, o qual encontram mencionado em sua Tora e no Evangelho,

Portanto, Moisés e o seu povo teriam que esperar mais de mil anos de modo a que recebessem o que o Alcorão lhes diz que receberiam, através da fé me Maomé!

Será razoável da parte de Deus responder à oração de Moisés e do seu povo dizendo que a sua orientação não seria encontrada na Lei Mosaica mas na adopção de Maomé como "o profeta iletrado", que significa que ele seria o profeta do Gentios para os Judeus, que ainda estava para chegar? Como é que "Deus" pôde responder à oração de Moisés afirmando que Maomé se encontra mencionado no Torah e nos Evangelhos? Onde é que estavam os Evangelhos durante a altura de Moisés de modo a que Deus pudesse falar deles para Moisés e para o seu povo?

O significado de "Iletrado" no Alcorão.

Segundo o Alcorão, a palavra ummi que ocorre no texto em questão não significa não saber ler nem escrever, mas sim aquele que não tinha um Livro revelado por Deus,

Os Judeus, que precediam de Isaque, filho de Abraão, eram o Povo do Livro, enquanto que os Árabes, que se consideravam descendentes de Abraão através de Ismael, eram o povo "comum" (ummiyoon) ou Gentios (umam)

O Alcorão revelou claramente e abertamente esta distinção em muitas passagens, quando convidou tanto o povo do Livro como os comuns ["iletrados"] para que seguissem o islão:

E se eles discutirem contigo (ó Mohammad), dize-lhes: Submeto-me a Deus, assim como aqueles que me seguem! Pergunta aos adeptos do Livro e aos iletrados: Tornai-vos-ei muçulmanos? Se se tornarem encaminhar-se-ão; se negarem, sabe que a ti só compete a proclamação da Mensagem. E Deus é observador dos Seus servos. (3:20)

Esta ayah revela a frma como o povo comum desejava conhecer o Livro, tal como revela a sura 2:78:

Entre eles há iletrados que não compreendem o Livro, a não ser segundo os seus desejos, e não fazem mais do que conjecturar.

O Alcorão orgulha-se (na sura 62:2) de que Deus enviou um mensageiro que não fazia parte do povo do Livro.

Ele foi Quem escolheu, entre os iletrados, um Mensageiro da sua estirpe, para ditar-lhes os Seus versículos, consagrá-los e ensinar-lhes o Livro e a sabedoria, porque antes estavam em evidente erro.

Se "iletrados" significa que "não sabe ler nem escrever", isso significa que Alá escolheu um profeta que não sabia ler nem escrever, do meio de um povo não que não sabia ler nem escrever (o que é ridículo). Se, por outro lado, o termo "iletrado" significa "aquele que não faz parte do Povo do Livro", então já se entendes melhor seu significado da palavra "iletrado" dentro do contexto Alcorânico.

Entre os adeptos do Livro há alguns a quem podes confiar um quintal de ouro, que te devolverão intacto; também há os que, se lhes confiares um só dinar, não te restituirão, a menos que a isso os obrigues. Isto, porque dizem: Nada devemos aos iletrados. E forjam mentiras acerca de Deus, conscientemente." (3:75)

À luz desta ayah temos que entender que o Alcorão qualifica Maomé de ummi. O povo Gentio/Iletrado ("ummi") do Alcorão são os Árabes que descendem de Ismael, e o povo do Livro são os Judeus que descendem de Isaque. Consequentemente, a palavra ummi não significa um homem iletrado (analfabeto) mas alguém que pertencia ao povo Árabe, os descendentes de Ismael que não tinham um Livro revelado. Al-Shahristaani escreve:

O povo do Livro mantinha a religião das Tribos (de Israel) e viviam como os Filhos de Israel. O povo comum mantinha a religião tribal e viviam como os filhos de Ismael.
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terça-feira, 22 de Julho de 2014

Como Maomé se torno no último profeta

É crença ortodoxa islãmica de que Maomé é o último profeta - mas esta posição demorou muitos anos até  se tornar ortodoxa visto que por altura de Maomé existiam outras pessoas que também eles alegavam terem sido comissionados com uma missão profética (o mesmo que Maomé alegou de si). Esta é a lista de pessoas que alegaram ser profetas essencialmente durante o mesmo período em que Maomé alegou ser profeta:

    Talhah bin Khuwailid Al-Asadi
    Malik bin Nuwairah
    Al-Mundhir bin An-Numan
    Al-Yamamah Musailamah
    Dhu At-Taj
    Muhammad bin Abdullah
    Laqit bin Malik Al-Azdi
    Iyas bin Abdullah bin Abd Yalil
    Al-Ashath bin Qais Al-Kindy
    Qais bin Makshuh
    Al-Aswad Al-Ansi -
  
    (Fonte: Dr. Shawqi Abu Khalil, "Atlas on the Prophet’s Biography", Riyadh: Darussalam, 2003, p. 254)


Este "profetas" eram monoteístas e alguns eram conhecidos por terem alegado ter recebido de Deus palavras que eles ensinaram aos seus seguidores. Este é o contexto onde Maomé levou a cabo a sua actividade, mostrando que ele não estava sozinho.

Quando algumas das tribos Árabes "aceitaram" o islão, elas aceitaram Maomé como profeta, mas continuaram a manter que o seu próprio profeta era também ele enviado de Deus; isto significa que eles tinham pelo menos dois profetas. Isto leva-nos a notar como Maomé não era visto como o último profeta por parte destes muçulmanos primitivos.

De que forma é que a crença de que Maomé era o último profeta se tornou a visão ortodoxa?

Imediatamente após a morte de Maomé, a situação que Abu Bakr enfrentou após assumir o califado foi muito complicada. Muitas tribos abandonaram o islão e recusaram-se a pagar o Zakat. Muitos falsos profetas por toda a Arábia, e muitas pessoas, ofereceram-lhes alianças. O argumento que pesou para o seu lado foi o de que um profeta vivo era preferível a um profeta morto. (Prof. Masud ul Hasan, "History of Islam", 2002, vol. 1, p. 97)

E podemos ver portanto que depois da morte de Maomé, estes outros profetas continuaram com as suas actividades. A resposta de Abu Bakr foi a de declarar guerra a todos estes muçulmanos e uni-los todos em redor de Maomé - e dele.

A norte de Medina encontrava-se a tribo de Asad, e eles seguiam um profeta com o nome de Talhah. Os seguidores de Maomé marcharam contra eles e derrotaram-nos em Buzakha. A tribo de Hanifa era liderada pelo profeta Musailamah. Os seguidores de Maomé lutaram de forma dura contra esta tribo e finalmente mataram Musailamah. Em Oman, Laquit b Malik era o profeta local. Foi enviado contra ele um exército, o que levou a que Laquit e 10,000 dos seus seguidores fossem mortos. No Iémen existia um profeta chamado Aswad Ansi, que tinha uma larga massa de apoiantes. O exército de Maomé derrotou-o e e matou-o.

Foi desta forma que Maomé se tornou no último profeta; os seus companheiros mais chegados mataram todos os outros profetas e forçaram estas tribos Árabes a converterem-se ao islão "oficial".

Reflexões e Aplicações

1. Não era universalmente reconhecido pelos muçulmanos  primitivos que Maomé era o último profeta.

Esta crença demorou tempo até se estabelecer, e ela foi violentamente forçada sobre a comunidade islâmica primordial. Se estas distintas comunidades islâmicas tivessem tido a permissão para continuar a seguir os seus próprios profetas, então a sua crença de que Maomé não era o último profeta de Deus teria continuado até aos dias de hoje, e o islão teria sido totalmente distinto.

2. Maomé e os seus companheiros não introduziram o monoteísmo na Arábia mas ao matarem todos os outros profetas, introduziram o Maometanismo na região.

O islão destas comunidades iniciais que tinham outros profetas ao lado de Maomé, teve agora, que se conformar ao Maometanismo.

3. A matança destes profetas, e o impedimento da continuação de material parecido com o Alcorão que eles (os maometanos) podem ter destruído, é evidência importante para o contexto do Alcorão de Maomé.

De que forma é que o que Maomé recitou se relacionava com o que estes outros profetas recitaram?  Será que existia material comum entre eles? Será que algum desse material foi incluindo no Alcorão de Maomé ou era o Alcorão de Maomé totalmente diferente da revelação destes outros profetas?

É uma suposição dizer que não havia qualquer ligação entre eles e Maomé. Alegar que o que Maomé recitou era completamente único e distinto é alegar com base no silêncio, silêncio esse criado através do assassinato destes outros profetas e do término das suas palavras.

Logo, tudo o que pensamos do Alcorão tem que ser analisado à luz do seu contexto. Mesmo que não sejamos capazes de responder a certas questões em torno destes profetas e das suas palavras, podemos ao menos saber que as alegações islâmicas modernas nada mais são que suposições e argumentos com base no silêncio.

4. “Como Maomé se tornou no último profeta” seria um bom título para um livro, visto existir bastante material  nas fontes islâmicas sobre as quais operar. Eu digo isto porque existem alguns livros com títulos como "Como Jesus Se Tornou Deus", e os maometanos parecem gostar destes livros.

No entanto, os maometanos não podem afirmar que, como os Cristãos batalharam com a ideia do Senhor Jesus como Deus, isso significa que a Sua Divindade é uma invenção posterior. Será que os maometanos diriam o mesmo em torno da forma como Maomé se tornou no último profeta? Algumas questões demoram tempo até serem resolvidas.

O que interessa reter nesta discussão entre Cristãos e maometanos é que ambos devem aprender mais sobre a sua história e uma forma correcta e não depender de clichés e de exageros.

Fonte: http://bit.ly/Vyg2Ua.

sexta-feira, 18 de Julho de 2014

O mistério islâmico

Uma das mais importantes figuras da polícia Inglesa veio à televisão explicar o porquê dela querer prevenir que os jovens "Britânicos" saíam dos eixos. "Isto não está centrado na criminalização das pessoas", disse a Vice-Comissária Adjunta Helen Ball. "Isto tem em vista a prevenção de tragédias." 

E qual é a natureza da delinquência que estes jovens homens estão em perigo de se envolver? Drogas? Download de pornografia? Nada disso. Estes jovens "Britânicos" são muçulmanos que fogem para a Síria para tomarem parte na violenta guerra civil que está a ocorrer por lá.

Cerca de 400 jovens muçulmanos "Britânicos" juntaram-se à jihad na Síria e a polícia afirma que o número de "prisões relacionadas coma a Síria" aumentou substancialmente durante este ano - para 40 entre Janeiro e Março comparados com os 25 de todo o ano passado (2013). Cerca de 20 apareceram mortos, alguns foram presos nos aeroportos Britânicos, e alguns apareceram dando a voz a vídeos que fazem parte do material bélico islâmico.

Nada disto deveria ser surpreendente visto que estes jovens maometanos estão apenas a seguir os preceitos da sua religião que encoraja os seus aderentes a levar a cabo uma Jihad para a glória do seu "profeta". No entanto, descobrir que os muçulmanos agem como muçulmanos apanhou as autoridades Britânicas de surpresa e como tal, eles rapidamente formularam uma estratégia para lidar com este inesperado e totalmente surpreendente fenómeno.

Como seria de esperar, esta nova metodologia foi feita de modo a garantir que as sensibilidades muçulmanas não fossem ofendidas com base em algum estereótipo "racista". Como tal, Helen Ball, que é a coordenadora-sénior para o "Counter Terrorism Policing", está a usar uma abordagem "devagar devagar" - ela está a apelar às mulheres muçulmanas que informem a polícia se por acaso detectarem que um dos filhos está misteriosamente a desenvolver sinais de "radicalização" - isto é, se está a levar as palavras de Maomé a sério. Para além disso, Helen Ball é uma das figuras mais importantes da nova campanha: "Prevent Tragedies - dando início a uma conversa sobre a Síria" - sem dúvida a campanha anti-terrorista mais bem educada da história.

Uma das coisas mais misteriosas deste contágio é que ninguém parece ter ideia alguma da forma como ela é propagada ou como se originou. Será que é um agente transmitido pelo ar ou será que é passado através da água? Ninguém - muito menos a Helen Ball - parece interessado em falar deste ângulo das coisas. As famílias muçulmanas - umas atrás das outras -  estão igualmente perplexas, e elas mesmas já garantiram aos média que "não sabem" o porquê dos seus filhos saírem do país da forma rápida como eles têm saído.

Não era necessário dizer isto, mas esta nova iniciativa - apresentada de um modo formal na passada Quinta Feira - far-se-á acompanhar duma generosa canalização de dinheiro público para os grupos muçulmanos - que não foram lentos em aparecer e, num gesto demonstrativo da sua força de vontade, foram capazes de manter uma cara séria (sem rir) enquanto repetiam tudo a que o que o governo Britânico dizia.

Uma das contribuições duma mulher muçulmana, feita para o benefício dos média, era o típico "As mulheres são agentes de mudança, particularmente as mães que estão em casa. Elas são as que podem educar e garantir a segurança dos seus filhos."

Na verdade, a radicalização dos maometanos, e a forma como ela pode ser lidada, está a torna-se numa galinha dos ovos de ouro para o mundo académico e para o mundo político. Existem grupos de reflexão, companhias de treino, seminários, conferências, e departamentos universitários em fila, esperando uma pedaço da acção governamental disponível para este problema totalmente inesperado.

E parece que o trabalho não terá fim tão cedo. Há duas semanas atrás surgiu a notícia de que um muçulmano de 18 anos de Brighton morreu durante uma luta enquanto que um outro homem de 41 anos proveniente de Crawley (Sussex) havia sido morto numa missão suicida em Aleppo (Síria).

Muçulmanos a agir como muçulmanos é também a ameaça central duma história em crescimento em relação ao plano islâmico de 1) tomar conta das escolas por toda a Inglaterra, 2) substituir muitos professores, e 3) instalar uma ethos islâmica de linha dura - uma conspiração que foi identificada como "Cavalo de Tróia".

O governo deu início a uma investigação centrada em Birmingham onde alegadamente uma plano de tomada de controle por parte dos maometanos actualmente já se espalhou para 25 escolas. Esquadrões morais ambulantes têm estado a patrulhar os campos de jogos e a criticar as raparigas por não usarem o véu, para além de garantirem segregação nas aulas.

Mais uma vez, este exemplo totalmente inesperado e imprevisto de muçulmanos a agirem como muçulmanos apanhou todas as pessoas em lugares de autoridade de surpresa. O departamento de Educação efectivamente deixou de gerir seis escolas, e quase de certeza que irá lançar fora os corpos sociais das mesmas.

Os muçulmanos estão também a agir como muçulmanos em Bradford onde depois de dezenas de queixas por parte de pais Brancos, as autoridades educativas admitiram que uma rede escolar oculta está também a ser estabelecida por lá. Dezenas de professores Brancos foram empurrados para fora dos seus empregos, e ficaram impedidos de falar abertamente sobre isto devido a amordaçantes cláusulas de rescisão presentes nos pacotes de indemnização.

Um relatório de inspecção por parte do Departamento de Inspecção, disponibilizado secretamente ao Daily Telegraph, apurou que as raparigas duma escola foram forçadas a sentar na parte traseira da aula, exames em torno dos programas de estudo foram "restritos de modo a que estivessem de acordo com os ensinos islâmicos conservadores" e um clérigo extremista foi convidado para falar com as crianças.

Durante a semana passada, emergiu a notícia de que, em 2007, o líder - presidente dos gerentes desta escola - escreveu detalhadamente o plano de "islamização" das escolas estatais. A "Head Teachers Association" deu também a sua opinião e disse que foram feitas tentativas de "alterar o seu carácter de modo a que ela esteja mais em linha com a fé islâmica", incluindo deixar de fora partes do curriculo e a tentativa de influenciar a nomeação de funcionários muçulmanos.

Seria de esperar que todo este caos, perturbação e desarmonia pudesse ser a última coisa que as escolas Britânicas em austeridade precisassem, mas isso seria ter uma visão limitada. Claramente, a estratégia multiculturalista não-divulgada da elite tem dado resultados suberbos visto que uma população dividida é uma população conivente e ela estará demasiado distraída para reparar no quadro geral.

Fonte: http://bit.ly/Vy70Xp.

segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Será que Isaías profetizou a vinda de Maomé?

Visto que o Alcorão alega que a Bíblia contém "claras profecias de Maomé" (7:157  e 61:6), os maometanos têm estado desesperadamente em busca de tais profecias há quase 1400 anos. Alguns dos mais famosos apologistas maometanos, tais como Ahmed Deedat e Zakir Naik, tentaram demonstrar que a Bíblia refere-se a Maomé no Livro do Profeta Isaías 29:12. Zakir Naik escreve:
Maomé (paz esteja com ele) é profetizado no livro de Isaías:

É mencionado no livro de Isaías, capítulo 29 verso 12:

"Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não sei ler."

Quando o Arcanjo Gabnriel ordenou a Maomé (p.e.c.e.) que dissesse Iqra - "Lê", ele respondeu, "Não sei ler".
E portanto,  Maomé é alegadamente o homem iletrado que recebe um livro em Isaías 29:12.

Mas Isaías 29:12 não fala de um profeta, mas sim de um povo que rejeita os profetas de Deus! (Por esta altura, é de admirar o porquê dos maometanos não acusarem Zakir Naik de heresia ou apostasia por ter aplicado este versículo a Maomé.)

Nos primeiros dez versículos do capítulo 29 do Livro do Profeta Isaías, Deus anuncia que Ele irá punir Israel e os inimigos de Israel: os primeiros serão punidos por pecarem contra Ele, e os segundos por terem atacado Israel. Deus envia o profeta Isaías para anunciar estes castigos, mas Deus diz a Isaías que o povo não irá prestar atenção à sua mensagem. Ele diz nos versículos 11 e 12:

Pelo que, toda a visão vos é como as palavras de um livro selado, que se dá ao que sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não posso, porque está selado.
Ou dá-se o livro ao que não sabe ler, dizendo: Ora lê isto; e ele dirá: Não sei ler.

Note-se no que ocorre aqui: Isaías recebe uma revelação, mas Deus diz-lhe que o seu povo irá rejeitar a revelação. Esta mensagem é como um livro selado; se ela é dada a alguém que sabe ler, ele dirá "Não posso, porque está selado". Se se der a alguém que não sabe ler, ele dirá, "Não sei ler." De qualquer das formas, portanto, o povo recusar-se-á a prestar atenção aos avisos de Deus.

Curiosamente, no versículo seguinte (Isaías 29:13) Deus diz:

Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de Mim, e com a sua boca e com os seus lábios Me honra, mas o seu coração se afasta para longe de Mim

O Senhor Jesus cita esta mesma passagem nos Evangelhos para condenar o povo pela sua desobediência a Deus (Mateus 15:7-9). Logo, quando os muçulmanos afirmam que Isaías 29:12 se refere a Maomé, eles estão a afirmar que o seu profeta era espiritualmente cego, que o seu coração estava longe de Deus, que ele rejeitou a revelação de Deus, e que o Senhor Jesus o iria condenar tal como Ele condenou os Fariseus.

Claro que se os muçulmanos insistirem que este versículo é sobre Maomé, os Cristãos não colocarão qualquer objecção. Tudo o que podemos fazer é orar para que eles não sigam a rebelião de Maomé contra Deus até à perdição eterna.
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