MITOS ISLÂMICOS

quarta-feira, 17 de Setembro de 2014

16% dos franceses apoia o Estado Islâmico

Segundo uma sondagem publicada recentemente, um em cada seis franceses simpatiza com o grupo islâmico EIIL, também conhecido como Estado Islâmico. A sondagem das atitudes Europeias em relação ao grupo, levado a cabo pela ICM para a agência de notícias Russa Rossiya Segodnya, revelou que 16% dos cidadãos franceses tem uma atitude positiva em relação aoo EIIL.

Esta percentagem aumenta entre os jovens inquiridos, atingindo o ponto mais alto nos 27% para a faixa etária compreendida entre os 18 aos 24 anos. Uma sondagem também recente indicou também que os índices de aprovação do presidente Francês Hollande encontram-se em torno dos 18%.

A pesquisa testou também as atitudes na Grã-Bretanha e na Alemanha, e apurou que 7% dos cidadãos Britânicos responderam de modo favorável em relação ao EIIL. No entanto, a pesquisa levada no Reino Unido revelou uma tendência demográfica inversa à tendência existente na França, com o apoio ao EIIL a subir com a idade. 4% dos inquiridos na faixa etária 18-24 afirmou apoiar fortemente, ou apoiar, o EIIL, comparados com os 6% da faixa etária 24-35, e 11% na faixa 35-44.

As atitudes positivas na Alemanha exibiram menos divergências, permanecendo entre os 3% e 4% em todas as faixas etárias.

A correspondente Francesa da Newsweek, Anne-Elizabeth Moutet, não se mostrou surpreendida com os resultados:

Esta é a ideologia dos jovens muçulmanos franceses com origens imigrantes . . . . com taxas de desemprego na ordem dos 40% e que foram enganados pela TV satélite e propaganda da internet.


Ela ressalvou também a correlação entre o apoio ao EIIL e o aumento do anti-semitismo na França, acrescentando que "estas são as mesmas pessoas que incendeiam as sinagogas".

Estima-se que a França albergue cerca de 5 milhões de muçulmanos, largamente provenientes do Norte de África e que começaram a chegar depois dos anos 50 por altura da descolonização Francesa e da política dos anos 70 com o nome de 'regroupement familiale', que acolheu as famílias dos trabalhadores imigrantes provenientes da ex-colónias.

O ICM entrevistou 3,007 pessoas da Grã-Bretanha (1,000), França (1,006) e Alemanha (1,001) por telefone entre os dias 11 e 21 de Julho deste ano (2014). pouco antes do grupo islâmico publicar o video da decapitação do jornalista Americano James Foley.

Há alguns dias atrás um Membro do Parlamento Britânico alegou que cerca de 1,500 muçulmanos britânicos podem ter viajado para o Médio Oriente para lutar ao lado do EIIL, apontando que esse número é duas vezes superior ao número de soldados que lutam nas forças armadas Britânicas contra o EIIL.

Fonte: http://bit.ly/Z2aW42

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Há anos que os políticos e as agências noticiosas nos asseguram que apenas uma "pequena minoria de maometanos" dão o seu apoio à violência e ao terrorismo, no entanto o número de maometanos "franceses" que apoia o Estado Islâmico (EIIL) é suficientemente grande para produzir índices de aprovação na ordem dos 16% entre todos os franceses. E os nossos líderes continuam a dizer que isto de maneira alguma está relacionado com o islão.

sábado, 13 de Setembro de 2014

Jihad sexual para honra de Alá

Oficial do serviços secretos da Malásia disse numa entrevista que três mulheres do seu país, aparentemente simpatéticas com o EIIL, alegadamente viajaram para o Médio Oriente para se oferecerem sexualmente aos militantes. O oficial, que falou sob condição de anonimato, afirmou ainda:

Acredita-se que estas mulheres se ofereceram para um papel de conforto sexual para os combatentes do EIIL.... Este conceito pode parecer controverso, mas o mesmo emergiu por aqui à medida que as mulheres vão mostrando simpatia pelo EIIL

A assim-chamada jihad al-nikah, que permite  relações sexuais extra-maritais com múltiplos, é considerado como forma legítima de guerra santa por parte dos marginais Salafitas Sunitas.

Informação secreta trocada entre os vários países revelou que as mulheres muçulmanas sunitas da Austrália e do Reino Unido também se juntaram ao EIIL. Oficiais dos serviços secretos Australianos revelaram que mais de 100 muçulmanas Australianas se encontram na Síria junto do EIIL.

Embora notícias de mulheres muçulmanas, incluindo algumas provenientes, a dirigirem-se para a Síria para a jihad al-nikah já circulem desde o final de 2013, estas notícias são as mais recentes em torno deste tipo de jihad.

O oficial declarou que uma das mulheres se encontrava no final dos seus anos 30 e outra nos seus 40. A Malásia revelou inicialmente que mais de 30 Malaios podem ter viajado para o Médio Oriente para se juntarem ao EIIL.


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Durante os dias de Maomé, um homem muçulmano podia pagar a uma mulher de modo a "casar-se temporariamente" com ela; este "casamento" poderia durar algumas horas, dias, semanas ou meses (dependendo do acordo). Muitos maometanos actuais alegam que Maomé eventualmente mudou a sua opinião em relação a esta práctica claramente imoral, e que o "casamento" mut'ah encontra-se agora proibido pelo islão. (Algumas fontes islâmicas sugerem isso mesmo).

Mas estes maometanos actuais nunca chegam a mencionar o facto das fontes islâmicas mais fiáveis nunca declararem que Maomé proibiu o Mut'ah. Por exemplo, a passagem presente na colecção de tradições com o nome de Sahih Muslim afirma que os muçulmanos se encontravam a practicar o Mut'ah bem para além do tempo de Maomé:

Sahim Muslim 3248 - Ibn Uraij reportou: 'Ati' reportou que Jabir b. Abdullah veio para levar a cabo a reza 'Umra, e nós viemos até ao sítio onde ele estava, e as pessoas perguntaram-lhe algumas coisas, e ele mencionou o casamento temporário. Ele disse também: 'Sim, nós temos vindo a beneficiar com este casamento temporário desde o tempo do santo profeta, e durante o tempo de Abu Bakr e 'Umar [respectivamente o 2ª e o 3ª califa].

Algumas hadith alegam que foi Umar, e não Maomé, quem proibiu o Mut'ah:

Sahih Muslim 3250 - Abu Nadra reportou: Durante o tempo em que estive com Jabir b. Abdullah, houve uma pessoa que veio ter com ele e disse que Ibn 'Abbas e Ibn Zubair tinham uma divergência de opinião nos tipos de Mut'a (Tamattu' de Hajj 1846 e Tamattu' com as mulheres); foi então que Jabir disse: Era comum nós fazemos isto quando o mensageiro de Alá se encontrava vivo, mas Umar proibiu-nos de fazer isto, e como tal, nós não voltamos a fazer.

Segundo Sahih Bukhari (a colecção de ahadith mais fiável dentro do islão sunita),  Mut'ah justifica-se com o próprio Alcorão. Consideremos o verso seguinte do Alcorão:

Ó fiéis, não malverseis o bem que Alá permitiu e não transgridais, porque Ele não estima os perdulários. ~ Alcorão 5:87

Reparem na forma como este versículo foi usado por Maomé:

Sahih Bukhari 5079 - Era comum nós participarmos em batalhas santas liderados pelo mensageiro de Alá, e nós não tínhamos nada (nenhum esposa) connosco. Foi então que dissemos, "Devemos nos castrar?! Ele [Maomé] proibiu-nos e permitiu que nos casássemos temporariamente com uma mulher, dando até um pedaço de roupa; depois disto ele recitou para nós: Ó fiéis, não malverseis o bem que Deus permitiu" (5:87).

Portanto, os homens muçulmanos que queiram contratar prostitutas podem pura e simplesmente ressalvar que tanto o Alcorão (a palavra de Alá) como Maomé (o último profeta do islão) permitiram a prostituição, e que muçulmanos posteriores (tais como Umar) não podem anular o que Alá e Maomé revelaram. Aparentemente algumas mulheres maometanas acreditam nisto, e acreditam que elas podem agradar a Alá permitindo que os seus corpos sejam usados por vários jihadistas.

video

terça-feira, 9 de Setembro de 2014

O criminoso da Arábia e o seu amigo imaginário.

O alegado Deus do Universo tem que ser Moralmente Perfeito, e os Seus representantes terrenos têm que possuir integridade moral. Devido a isso, Alá alega isso mesmo sobre Maomé no Alcorão. Se isto é verdade, e se Maomé era moralmente íntegro, então as hadiths iriam delinear isso mesmo.

Se há alguma coisa dita no Alcorão, ou se há alguma característica ou traço de personalidade descrita nas hadiths que estão longe do comportamento de alguém moralmente perfeito, então isso nega o Alcorão como sendo a Palavra de Deus, e nega também as alegações de Maomé de ser um profeta de Deus.

Dito de outra forma, se algumas das palavras ou acções de Maomé revelam-no a propagar 1) o ódio injustificado contra os não-maometanos, 2) a degradação e denigração injustificada das mulheres ou de outro ser humano, 3) actos de violência injustificados, 4) actos injustificados de liderar, ordenar ou planear guerras, 5) assassinatos, massacres, violações, escravatura, pilhagem, abuso sexual de menores, escravatura sexual, apedrejamento, tortura em nome de Deus, então Maomé não é profeta de Deus mas uma fraude.

Alá leva Maomé a executar actos criminosos
É suposto Deus ter criado o homem à Sua Imagem, mas no que toca a Maomé, parece que ele transformou o deus árabe pagão, Alá, e fê-lo à sua imagem - chegando a dar a Alá as suas características, a sua personalidade, os seus desejos e as suas ambições. Quer fosse o desejo de Maomé ter abusar sexualmente de pequenas raparigas, ou tomar posse das propriedades de outras pessoas, ou fosse a sua ambição de obter mais poder e domínio, Maomé tinha sempre Alá para lhe facilitar a realização desses desejos e dessas ambições.
Pedofilia e Violação
Maomé tinha o desejo de abusar sexualmente da pequena Aisha, filha do seu discípulo mais próximo e seu amigo Abu Bakr; ela só tinha seis anos por essa altura. Para realizar os seus desejos, primeiro Alá deu um sonho a Maomé onde ele via Aisha envolvida em seda, dizendo a Maomé que ela seria sua esposa: 

O profeta disse-lhe: "Foste-me mostrada duas vezes em sonhos. Vi-te vestida com um pedaço de seda e alguém [no sonho] me disse: 'Esta é a tua mulher'. Quando  eu me apercebi de quem era a imagem, vi que eras tu. Eu disse, 'Se isto vem da parte de Alá, então certamente que se realizará". - Bukhari 5:58:235
Depois disto, Alá deu a Maomé, no Alcorão, mais uma autorização para molestar e violar raparigas pequenas, afirmando que era perfeitamente legal (halal) casar com uma criança pré-púbere que aguardava a sua primeira menstruação (65:4):
Quanto àquelas, das vossas mulheres, que tiverem chegado à menopausa, se tiverdes dúvida quanto a isso, o seu período prescrito será de três meses; o mesmo se diga, com respeito àquelas que ainda não tiverem chegado a tal condição; e, quanto às grávidas, o seu período estará terminado quando derem à luz. Mas, a quem temer a Alá, Ele lhe aplainará o assunto. Alcorão 65:4

Maomé, o exterminador
Depois de imigrar para Medina, que era então uma cidade judaica, Maomé ficou cara a cara com os Judeus, as únicas pessoas de Arábia bem versadas na doutrinas religiosas Abraâmicas. Inicialmente, Maomé tentou impressioná-los e atraí-los para a sua religião, mas em vez disso, o que aconteceu foi que eles tornaram-se em pessoas que facilmente poderiam expôr as falsidades da "revelações" Alcorânicas. Isto era um problema com o qual Maomé não se tinha ainda deparado com mais ninguém na Arábia, e algo que poderia potencialmente demonstrar como o seu Alcorão era uma fraude, e destruir a sua missão religiosa.

Devido a isto, Maomé queria eliminar os Judeus da face da terra, mas como estes tiveram ao seu lado o apoio dum poderoso líder de Medina - Abdullah ibn Obayyi - Maomé teve que se contentar em exilar os Judeus de Banu Qainuqa em 624 e Banu Nadir em 625.

Por volta de 627, quando Maomé atacou os Banu Quraiza, Abdullah havia visto o seu poder enfraquecido, e Maomé pôde, então, ignorar a sua oposição e exterminar os Judeus, algo que ele já tencionava fazer há mais de 3 anos. Eis a forma como Alá o guiou a exterminar a tribo Judaica, tal como descrito em Bukhari 5:59:448:
 
Depois disto, o apóstolo de Alá dirigiu-se a eles (i.e. Banu Quraiza) (i.e. sitiou-os). Eles renderam-se ao julgamento do profeta (incondicionalmente depois de 25 dias de resistência feroz) mas ele dirigiu-os para o julgamento de Sad (aliado de Maomé) para que este desse o seu julgamento em relação a eles.
Sad disse: "Dou o meu julgamento de que os seus guerreiros sejam mortos, as suas mulheres e crianças levadas como cativos, e as suas propriedades distribuídas".
O "profeta" disse:
Julgaste de acordo com o julgamento do Rei (Alá) ~ Bukhari 5:447
A sentença levou à decapitação de mais de 600 homens e rapazes púberes, bem como à escravatura das mulheres e das crianças. Ibn Ishaq afirma que o número pode ter chegado aos 800-900 (p. 464).
Durante o massacre, Maomé deparou-se com um problema: de que forma é que ele iria separar os rapazes Judeus que ele queria vender para escravatura daqueles que ele queria matar? O "profeta" pensou numa solução engenhosa: ordenou que os jihadistas baixassem as calças dos jovens, e aqueles que já tinham pêlos púbicos em torno dos seus genitais foram separados daqueles que não tinham. Os remanescentes foram mantidos como escravos e vendidos nos mercados:
Narrado por Atiyyah al-Qurazi:
Eu encontrava-me entre os cativos de Banu Qurayzah. Eles (os Companheiros) examinaram-nos, e aqueles que já tinham começado a ter pêlos (púbicos) foram mortos, e aqueles que não tinham foram mantidos vivos. Eu encontrava-me entre aqueles que não tinham ainda desenvolvido pêlos. ~ Abu Dawood 38:4390
Depois disto, Maomé recebeu mais uma revelação que dava sanção "divina" à matança de Judeus:
 
Vós não os aniquilastes, (ó muçulmanos)! Foi Alá quem os aniquilou; e apesar de seres tu (ó Mensageiro) quem lançou (areia), o efeito foi causado por Alá. Ele fez para Se provar indulgente aos fiéis, porque é Oniouvinte, Sapientíssimo. ~ Alcorão 8:17
Não é dado a profeta algum fazer cativos, antes de lhes haver subjugado inteiramente a região. Vós (fiéis), ambicionais o fútil da vida terrena; em troca,Alá quer para vós a bem-aventurança do outro mundo, porque Alá é Poderoso, Prudentíssimo. ~ Alcorão 8:67
Maomé, o primeiro terrorista islâmico

Eis aqui a forma como Alá inspirou o seu apóstolo a levar a cabo actividades terroristas:

O apóstolo de Alá disse: 'Fui feito vitorioso através do terror" ~ Bukhari 4:52:220
Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Alá e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Alá bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Alá, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados. ~ Alcorão 8:60
Maomé e o seu terrorismo suicida

O exemplo de Maomé como inspiração para o terrorismo:

Bukhari (52:54) – O apóstolo disse: 'Gostaria de ser martirizado pela Causa de Alá, e depois ser ressuscitado e ser martirizado, e ser mais uma vez ressuscitado e martirizado, e ressuscitado outra vez e martirizado mais uma vez.'
Muslim (20:4678) – Durante a batalha de Uhud, Maomé estava tão desesperado para empurrar os homens para a batalha que lhes prometeu o paraíso se por acaso eles se martirizassem. Isto levou a que um jovem, que se encontrava a comer tâmaras, as atirasse para longe e a lutasse até à sua morte.
Muslim (20:4655) – Um homem perguntou a Maomé "Quem é o melhor dos homens?" Maomé respondeu-lhe que é o homem que está sempre pronto para a guerra e voa em sua direcção, 'buscando a morte em lugares onde ela pode ser esperada'.
Muslim (20:4681) - Certamente que as portas do Paraíso encontram-se à sombra das espadas.
Sem surpresa alguma, Alá inspirou Maomé e os muçulmanos e levar a cabo terrorismo suicida:

Que combatam pela causa de Alá aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Alá quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa. ~ Alcorão 4:74
Maomé o decapitador
Maomé levou a cabo (pessoalmente) duas decapitações de 2 chefes Judeus de Banu Qurayza:
Eles renderam-se e o apóstolo confinou-os a Medina, no bairro d. al-Harith (uma mulher de B. al-Najjar). Depois disto, o apóstolo dirigou-se ao mercado de Medina (que ainda é um mercado até aos dias de hoje) e cavou trincheiras por lá.
Depois mandou vir os dois e cortou as suas cabeças sobre essas trincheiras à medida que eles eram trazidos até ele em lotes. ~ Ibn Ishaq, The Life of Muhammad, p. 464
Mais uma vez, Alá veio em auxílio do seu profeta como forma de inspirar as decapitações de Maomé:
E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! ~ Alcorão 8:12
Abuso sexual das escravas

Em Khaybar, Maomé tomou Safiya como saque e como sua escrava sexual. Segundo Bukhari (2:14:5:68, p. 35; 4:52:74:143, p. 92; 4:52:168:280, p. 175), e Tabari (39:185), Safiya bint Huyayy era uma cativa de Maomé com quem ele se casou depois de matar o seu pai, irmão, marido e todos os homens da sua comunidade judaica de Khaybar. 
Os jihadistas de Maomé não só abusaram sexualmente as mulheres que capturaram durante os seus raids, como receberam permissão da parte dele para levarem a cabo coitus interruptus [algo condenado pelo Deus da Bíblia] enquanto as violavam; isto foi feito como forma de preservar o seu valor aquando da sua venda.
Narrado por AbuSa'id al-Khudri:
Um homem disse: 'Apóstolo de Alá, tenho uma rapariga-escrava e eu retiro o pénis de dentro dela (enquanto tenho relações sexuais), e não gosto da ideia dela ficar grávida. Tenciono (através do acto sexual) o mesmo que os homens tencionam com ele.
Os Judeus dizem que retirar o pénis (azl) é enterrar raparigas vivas em pequena escala.' Ele (o apóstolo) disse: 'Os Judeus disseram uma mentira. Se Alá tenciona criar, tu não podes voltar as costas a isso'. ~ Abu Dawud 11:2166; ver também Bukhari 34:432
Alá "inspirou" o verso que se segue, permitindo que Maomé e os muçulmanos tivessem escravas e pudessem abusar delas sexualmente se assim quisessem:
Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser eqüitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças. ~ Alcorão 4:3
Os jihadistas de Maomé tinham reservas em abusar sexualmente das mulheres cativas em frente aos seus maridos, e como tal, Alá "revelou" o verso que se segue, tornando essa práctica halal:
Abu Sa'id al-Khudri disse: O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar para Awtas durante a ocasião da batalha de Hunain. Eles encontraram o seu inimigo e lutaram contra eles.
Depois de os terem derrotado, tomaram para si cativas de guerra. Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus maridos, que eram descrentes. Devido a isso, Alá enviou o versículo Alcorânico (Alcorão 4:24) : "Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." ~Abu Dawud 5:711:2150
Castigos torturadores
Maomé legalizou também o corte das mãos dos ladrões:
Narrado por 'Aisha: O profeta disse: 'A mão deve ser cortada por motivos de furto de algo que valha mais do que um quarto dum Dinar, ou mais"~ Bukhari 8:81:780
E Alá vem dar sanção "divina" a esta práctica horrível:
Quanto ao ladrão e à ladra, decepai-lhes a mão, como castigo de tudo quanto tenham cometido; é um exemplo, que emana de Deus, porque Deus é Poderoso, Prudentíssimo. - Alcorão 5:38
Torturas macabras por parte de Maomé

Maomé ordenou que os pés e as mãos de ladrões fossem cortados, os olhos queimados, e que eles fossem deixados para morrer uma morte horrenda:

Narrado por Abu Qilaba: Anas disse, "Algumas pessoas da tribo de 'Ukl ou 'Uraina vieram até Medina e o tempo local não lhes fez bem. Devido a isto, o profeta ordenou-lhes que fossem até à manada de camelos (em Milch) e bebessem o seu leite e a sua urina (como medicamento).
Então eles foram tal como lhes foi indicado, e depois de terem recuperado a sua saúde, mataram os pastores do profeta e fugiram com os camelos. A notícia chegou aos ouvidos do profeta pela manhã e ele enviou homens na sua perseguição; os homens capturaram os ladrões e trouxeram-nos até ao profeta por volta do meio-dia.
Ele ordenou que as suas mãos e os seus pés fossem cortados (o que foi feito), e que os seus olhos fossem marcados com pedaços de ferro quente.
Eles foram colocados em 'Al-Harra' e quando pediram por água, nenhuma água lhes foi dada. Abu Qilaba disse: "Estas pessoas haviam cometido roubo e assassinato, haviam-se tornado infiéis e haviam lutado contra Alá e o seu apóstolo" ~ Bukhari 1:234
 Alá dá permissão "divina" aos castigos horríveis e torturantes de Maomé:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. ~ Alcorão 5:33
Conclusão:

Listada em cima está uma pequena amosta das acções horríveis de Maomé, bem como dos seus castigos hediondos. E sempre que isso acontece, Alá, o deus da imaginação de Maomé, envia um verso, dando sanção divina às acções e castigos horrendos levados a cabo por Maomé. 

Qualquer pessoa com uma pequena porção de matéria cinzenta na sua cabeça não terá dificuldade em discernir que Maomé era um líder criminoso e mafioso na Península Árabe, e que ele criou Alá a partir da sua imaginação - que lhe deu aprovação divina a todas as suas más acções.

Fonte: http://bit.ly/Z1QG2k.

sábado, 6 de Setembro de 2014

A trágica morte de Palmira Silva

Palmira Silva foi decapitada na sua casa em Edmonton num ataque indiscriminado antes da polícia ter subjugado o atacante muçulmano. A idosa de 82 anos foi decapitada num jardim dos subúrbios por um homem armado com uma faca de mato. Silva, viúva e avó, descrita por um dos vizinhos como "uma mulher muito amável", foi morta fora da sua casa num ataque desenfreado por parte dum muçulmano de 25 anos.

As testemunhos afirmam que o homem, armado com uma lâmina com cerca de 30 centímetros, atacou um veículo em movimento e um gato antes de deambular pelos jardins traseiros em busca duma vítima. A polícia acredita que ele tentou também atacar duas pessoas doutra casa na mesma rua, mas elas foram capazes de fugir sem danos físicos.

O homem foi preso depois dos polícias armados, que o haviam distraído para impedir mais ataques, o terem encurralado numa casa e o terem neutralizado com um arma  Taser. Alguns oficiais ficaram feridos. A senhora Silva, que tinha raízes italianas, foi declarada morta no local.

Crê-se que uma linha de investigação para os detectives é a que defende que o homem foi inspirado pelas imagens de terroristas a decapitarem dois jornalistas na Síria. Alguns residentes alegam que o suspeito era um homem local que se havia convertido ao islão no ano passado, mas essas alegações não foram ainda confirmadas. As forças polícias colocaram de parte o hipótese deste acto se enquadrar na definição dum acto terrorista.

Alguns residentes afirmaram terem visto a polícia a partir janelas das propriedades dos vizinhos, levando crianças chorosas e deixando os aterrorizados residentes em locais seguros. Uma das vizinhas, Freda Odame (30 anos), disse que ouviu comoção no exterior e levantou as persianas e viu um homem na casa dos 20 anos com uma faca. Ela falou da forma como ela escapou por pouco.

Alguém estava a gritar e a bater na porta. Eu conseguia ouvir gritos mas não conseguia entender  o que ele estava dizer. Conseguia ver que ele tinha uma longa faca curva na mão, do tamanho do ante-braço dum homem, e inclinado, em busca de algo. Ele tinha um olhar enlouquecido e como tal, fechei as cortinas porque estava com medo. A minha vizinha encontrava-se no jardim e não parecia entender o que se estava a passar.Eu já o tinha visto por aqui várias vezes. Acho que ele vive na mesma rua com a sua família. Cinco minutos depois de o ter ouvido a gritar, a polícia bateu na minha porta e disse-me que eu tinha que sair.

Outro vizinho disse que viu um homem a agitar uma faca de mato e a gritar algo relacionado a gatos, para além de ter visto um gato sem cabeça enquanto olhava pela janela. O homem, que quis permanecer no anonimato, disse:

Houve um grito e como tal, dirigi-me á janela e vi um homem com uma faca de mato coberta de sangue. Ele estava no jardim, andando para cima e para baixo e gritando algo sobre gatos.

O homem apareceu posteriormente no jardim da vítima e começou a cortar as plantas. Sue Mahadooa, de 50 anos, afirmou que, "ele começou a cortar as rosas. Por essa altura nós tentávamos ligar para a polícia." Depois disso, Sue viu a polícia a travar à porta da sua casa antes deles correram pela rua, avisando as pessoas para se afastarem. Munidos com arietes, a polícia começou a forçar as portas frontais e a partir as janelas como forma de ajudar os residentes a dirigirem-se para um lugar seguro, não sabendo ainda em que lugar se encontrava o assassino.

A senhora Mahadooa disse que a propriedade onde se acredita que a mulher foi morta está dividida em três maisonettes e a polícia estava desesperada para retirar os residentes sem causar que eles fugissem pelo corredor partilhado:

Estes oficiais da polícia começaram a tentar ajudar as duas crianças e a mulher a sair pela pequena janela do topo a partir do piso térreo. A mulher não conseguia sair pela janela e como tal eles começaram a partir a janela de maiores dimensões. Mas depois eu vi-os a sair pela porta da frente. Ela estava muito assustada e as crianças choravam. Claramente alguma coisa terrível estava a acontecer no interior..

George Stylianou, outro vizinho, disse:

As mulheres-polícia estavam a correr para cima e para baixo e a gritar para nós, "Saiam daqui! Vocês não sabem o quão perigoso este homem é!"

Antes disso, houve uma pessoa que tuitou: "Homem maluco à solta com uma faca de mato em Edmonton.” Andy Love, o MP de Edmonton disse:

Estou absolutamente horrorizado e surpreendido com o que aconteceu no meu círculo eleitoral. Esta comunidade é relativamente sólida e entre todas as pessoas existe uma boa relação.

Ricardo Kwiek, de 23 anos e taxista, viu um homem jovem a lutar com a políca depois deles terem invadido uma propriedade. Ele disse que o homem foi empurrado para uma carrinha:

Havia polícias a tentar entrar pela porta da frente e pela porta de trás. O homem que se encontrava dentro da casa não queria deixá-los entrar. Eles entraram pela porta de trás, e saíram com o homem na sua posse, que ainda se encontrava a lutar e a resistir. Ele não queria desistir. Consegui ver vários polícias a lutar com ele.

Um dos vizinhos que conhecia a vítima disse que ela ainda foi trabalhar nesse dia:

O seu marido morreu há cerca de 5 anos. Acho que ela era originalmente da Itália e ainda ontem falei com ela. Ela estava a capinar o jardim da frente; ela adorava fazer jardinagem. Acho que hoje ela estava no jardim da rectaguarda. Ela era uma mulher tão doce. Ela era lenta a caminhar mas ainda ia trabalhar. Acho que depois da morte do marido, era ela que mantinha as coisas a funcionar.

A família da senhora Silva gere um café em Edmonton Green chamado "Silva’s Café", e ela ia para lá todos os dias.

O comandante Simon Letchford, da "Metropolitan Police", elogiou a coragem dos oficiais, dizendo que eles "colocaram-se em perigo extremo para proteger o público". O Detective-Chefe John Sandlin, que lidera a investigação, afirmou:

Por enquanto não estamos em busca de mais ninguém. Embora seja muito cedo para especular sobre os motivos por trás deste ataque, com base na informação actual, este não é um ataque com ligações terroristas.

Fonte: http://bit.ly/1uopGox


sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

As lágrimas do muçulmano iraquiano

Apresentador de televisão iraquiano começou a chorar no preciso momento em que se falava no que o grupo terroristas islãmico EIIL tem estado a fazer aos Cristãos do país. Em Julho último, durante uma conversa que decorreu na Asia TV, Nahi Mahdi cobriu a cara à medida que chorava, dizendo:

Eles são a nossa carne e o  nosso sangue. Alguns foram para a Suécia e outros para a Alemanha. Quem é que eles [EIIL] pensam que são para fazerem isto aos nossos conterrâneos?

Dezenas de milhares de Cristãos Iraquianos foram forçados a fugir do EIIL à medida que este grupo muçulmano se vai tornando cada vez mais poderoso. Em Julho, este grupo deu um ultimato aos Cristãos: convertam-se ao islão, paguem a jiziyah, abandonem tudo e fujam, ou morram.

O nosso país é como uma rosa, e as suas pétalas são os Cristãos, os Árabes, os Curdos, os Sabeus, o Povo Shabak. Todos eles são nossos conterrâneos.

Outro panelista concordou, afirmando:

Os Cristãos não fizeram nada de mal. Eles não prejudicaram uma única alma. Eles são pessoas pacíficas e amam todas as seitas. Eles são pessoas honradas, com valores morais elevados. Nós estamos 100% solidários com eles.

video

Fonte: http://bit.ly/1nmD334

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O que este nobre maometano não sabe (ou sabe mas não quer dizer) é que o comportamento levado a cabo pelo EIIL está 100% de acordo com os ensinamentos de Maomé e do seu deus de estimação, Alá. O próprio gesto de "oferecer" alternativas aos não-maometanos antes de os atacar é algo que o próprio Maomé fez sempre que invadiu ou mandou invadir uma povoação.

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segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

As vítimas Cristãs esquecidas de Aleppo

Andando pelas vizinhanças predominantemente Cristãs da cidade de Aleppo - Azizieh, Siryan, Sulaimaniyah e Midan - ainda se podem ver os cartazes dos dois bispos, raptados pelos militantes islâmicos no ano passado, pendurados sobre as janelas das lojas, sobre as paredes e até nos carros. As pessoas por aqui não os esqueceram visto que o evento ainda se encontra bem fresco e bem doloroso tal como se ele tivesse ocorrido ontem. O rapto dos bispos foi um evento simbólico, indicado o colapso generalizado das relações comunitárias inter-religiosas num países sob o reino duma guerra civil sectária, e marcou o fim duma longa era de paz e de segurança relativas para os Cristãos da Síria.

As próprias ruas exibem um tipo de "normalidade" enganadora e surreal, o tipo de "normalidade" onde edifícios esburacados, ruas com buracos, carros destruídos, e até calçadas manchadas de sangue são visões normais e esperadas à medida que as pessoas seguem a sua vida normal sem olhar duas vezes. Esta é a vida actual, e esta é a realidade aqui. Como as coisas eram antes da guerra é irrelevante, as memórias daqueles lindos e distantes dias não importam e nem são mais levados em consideração.

O medo é palpável na cidade; ele paira de modo pesado no ar e um pouco por todo os sítios onde se vai, semelhante a um potente e enjoativo perfume. Ainda é possivel ver o medo no olhar das pessoas, nas linhas profundas das suas faces; pode-se ouvir o medo através da forma como andam e nas suas conversas; só se fala nisso.

Mas um novo tipo de medo permeia esta antiga e profundamente enraizada comunidade. O genocídio e a limpeza étnica são ameaças reais que assombram a consciência colectiva dos Cristãos da Síria. O destino terrível que se abateu sobre os seus co-religionistas do outro lado da fronteira em Mosul fez com que esta realidade fosse assimilada duma forma brutal e assustadora. A genocida e niilista seita da morte conhecida como "Estado Islâmico" está determinada em destruir tudo o que não seja igual a ela, e tem estado envolvida numa violência imparável que deixou para trás um trilho de corpos decapitados e valas comuns, normalmente corpos de minorias étnicas e religiosas.

Os militantes não escondem as suas campanhas genocidas compostas por matanças em massa e violência medieval; pelo contrário, para além de se divertirem com elas, eles celebram-nas abertamente e com alegria. Para eles, a violência não é um meio para um fim, mas o próprio fim.

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Yousef é um lojista na vizinhança predominantemente Cristã de Sulaimaniyah, que testemunhou bombardeamentos constantes por parte dos rebeldes desde que a guerra civil dividiu o país em Julho de 2012. O seu irmão serve no exército Sírio em Damasco. Durante uma conversa, ele falou-me das questões e ansiedades predominantes que estão a atravessar a sua comunidade:

Porque é que os muçulmanos moderados não fazem mais para parar os extremistas que se encontram no meio deles? Será que eles concordam com a sua ideologia e com o seu extremismo? Vimos centenas de milhares de protestantes nas ruas manifestando-se contra os abusos do regime, portanto, porque é que não estamos a ver milhares de protestantes contra o que o EIIL tem vindo a fazer? Pior, temos visto actualmente muitas pessoas e grupos rebeldes a juntarem-se a eles. Existem muitas centenas destes grupos rebeldes, mas eles são todos iguais, todos eles têm esta ideologia extremista contra nós. A minha conclusão é que estes grupos e o EIIL têm o apoio das forças anti-governamentais para o que estão a fazer.

Os Cristãos da Síria tentaram, no seu todo, ficar de parte desta furiosa guerra civil mas frequentemente vêem-se envolvidos na confusão e nestes eventos sangrentos. Em mais do que uma ocasião, os Cristãos tornaram-se no ponto central da acção, tal como em Maaloula, Yabrud e Kassab, bem como em raptos altamente publicitados de freiras e sacerdotes.

Mas as vozes começam a questionar se eles devem continuar na sua neutralidade durante este conflito, que eles olham como um que se modificou para se tornar num conflito que os tem como alvo, e que está a ameaçar a sua comunidade com a aniquilação. Muitos acreditam que pegar em armas, pelo menos para auto-defesa, é uma escolha sábia, mas outros sentem que isto iria irritar e inflamar ainda mais os seus inimigos, fazendo com que eles venham a levar a cabo actos criminosos ainda mais horrendos.

Tal como muitos habitantes do Oeste de Aleppo, também alguns Cristãos tiveram que fugir à violência que rasgou a sua cidade; muitos nunca mais irão regressar. Mas ao contrário do êxodo em massa dos Cristãos em outros lugares, de modo geral, os Cristãos de Aleppo ficaram na sua cidade, sugerindo que a comunidade Cristã de Aleppo permanece ainda conectada com a sua casa ancestral, e são uma parte integral do diverso mosaico social, étnico e cultural da cidade.

Mas o medo duma limpeza étnica tal como aquela que está a ser observada no Iraque ainda causa medo. George, mecânico e dono duma garagem em Sulaimaniyah, afirmou:

Os Cristãos de Aleppo não irão ficar se o regime perder o controle da cidade. A sua estadia aqui será finalizada. Talvez para sempre. Os jihadis takfiri assegurar-se-ão disso. O seu plano é o de limpar a nação de pessoas não-sunitas. Por enquanto, eles estão a usar tácticas de medo e propaganda para intimidar as pessoas de modo a que elas abandonem a cidade antes deles chegarem; é assim tão fácil. É por isso que eles levam a cabo esses crimes macabros perante as câmaras, para vencer sem que tenham que disparar uma única bala. E quando eles invadem novas áreas, eles queimam as nossas igrejas e confiscam as nossas casas e os nossos negócios. Eles querem apagar todos os traços da nossa presença nas nossas terras. Que tipo de mensagem estão eles a emitir? Porque é que alguém haveria de querer juntar-se a tua religião sob ameaça?

George acusa o Ocidente de ser cúmplice da remoção de Cristãos do Médio Oriente:

Porque é que os Estados Unidos não levaram a cabo acções militares quando o EIIL perseguiu os Cristãos em Raqqa e Mosul? Porque é que só agora, quando são os Yazidis a serem atacados, é que eles levaram a cabo uma acção militar? Existe um plano de remoção de todos os Cristãos do Médio Oriente. É uma coisa de doidos. O Ocidente tem os mesmos planos que os terroristas têm para nós! E isto é claro: actualmente a França está a aceitar os refugiados Cristãos provenientes do Iraque, mas no Mali, a França enviou um exército para derrotar os terroristas. Será que eles são terroristas no Iraque e no Mali, mas revolucionários na Síria?

Muitos do argumentos que Yousef e George abordaram foram ecoados por toda a comunidade Cristã em Aleppo, indicando a sua partilhada situação e ansiedade, independentemente da sua afiliação política. Nem todos os Cristão de Aleppo apoiam o regime; de facto, uma larga percentagem deles não apoia, mas igualmente significante é que não se encontrará Cristão algum que dê o seu apoio aos rebeldes.

O bombardeamento recente e repetido da Igreja Católica Siríaca, um edifício enorme e icónico bem no centro da antiga comunidade Cristã de Azizeh, é visto por muitos como uma mensagem clara por parte dos rebeldes, revelando as suas verdadeiras intenções em relação à comunidade Cristã. Yousef afirma:

Já não há mais necessidade de manter a pretensão de libertação e liberdade. Eles [os rebeldes] foram bem sucedidos em vender essa imagem para o mundo exterior ao mesmo tempo que levavam a cabo as suas verdadeiras intenções na Síria em plena luz do dia.

domingo, 31 de Agosto de 2014

Muçulmanas tentam explodir sinagoga de Lyon

Duas adolescentes foram presas sob suspeita de conspirar para explodir uma sinagoga em Lyon. Segundo a JSS News e a Europe 1, uma fonte da agência de segurança Francesa "Central Directorate of Homeland Intelligence" revelou que as raparigas islâmicas, com 15 e 17 anos, foram presas nos bairrros de Tarbes e Venissieux há uma semana, depois das autoridades terem revelado um plano de levar a cabo um ataque suicida dentro da Grande Sinagoga de Lyon. Elas foram indiciadas no dia 22 de Agosto por conspiração pra cometer terrorismo.

Uma fonte de segurança não-identificada revelou que as duas adolescentes nunca tinham encontrado mas que se haviam mantido em contacto apenas através das redes sociais:

Estas raparigas fziam parte duma rede mais alargada de jovens islamistas que estavam a ser monitorizadas pelos serviços de segurança.

A preocupação no seio dos serviços de segurança têm estado em crescimento devido ao aumento da radicalizaçãoonline, particularmente depois da proliferação de videos criados pelos grupos jihadistas tais como o Estado Islâmico no Iraque e no Levante (EIIL).

Uma recente notícia detalhou o aumento da violência anti-semita por toda a Europa, incluindo ataques na sinagoga de Paris em Julho último, e um incidente em Maio de 2012, em Toulouse, onde um atirador muçulmano matou sete pessoas numa escola judaica, incluindo um professor e três crianças.

Roger Cukierman, presidente do "Representative Council of French Jewish Institutions" (CRIF), disse o seguinte ao Newsweek.

O jihadismo tornou-se no novo nazismo. Isto está a fazer com que as pessoas considerem abandonar a França.

Numa declaração emitida num fórum online, a "National Bureau of Vigilance Against Antisemitism" (BNVCA), um dos grupos mais importantes no combate ao anti-semitismo, ressalvou que as sinagogas têm-se tornado de modo crescente alvo populares para os islamitas e para os terroristas. As medidas excessivas levadas a cabo para garantir a segurança dos locais de adoração judaicos transformou-ous em "semi-fortalezas", disseram eles. 

O BNVCA atribui as recentes vagas de crimes anti-semitas à influência de partidos políticos não identificados e secções dos média, que "colocam o estado Judaico contra o estado Islâmico em Gaza".  Eles apelaram também ao Ministro do Interior Francês para tomar todas as medidas de segurança possíveis de modo a impedir mais ataques, particularmente durante eventos religiosos Judaicos tais como o Yom Kippur, que tem início no princípio de Outubro.

Os cidadãos Judeus estão de modo crescente a ficar pessimistas em relação ao seu futura na França.

Fonte

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Os jovens muçulmanos estão a recorrer ao terrorismo de modo crescente, mas a única resposta que as nossas autoridades e os nossos líderes dão é que "esta violência de maneira alguma está relacionada com o islão". Mas se o terrorismo transcende as religiões, e não está umbilicalmente ligada aos ensinamentos de Maomé, porque é que não vêmos Cristãos, Budistas, Judeus e Hindus a fazerem o mesmo tipo de actos terroristas?

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quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

A reacção islâmica à decapitação de James Wright Foley

O grupo islâmico conhecido como EIIL ["Estado Islâmico do Iraque e do Levante" ou ISIS, em inglês] levou a cabo mais um acto de devoção islâmica e obediência a Maomé e a Alá, deus dos maometanos, ao gravar a decapitação do foto-jornalista Americano James Wright Foley e exibir o vídeo do assassinato ao mundo. Alegadamente, esta decapitação é resposta aos ataques aéreos que Barack Hussein Obama, presidente dos Estados Unidos, ordenou que fossem levados a cabo no Iraque.

O video extremamente gráfico, obtido por várias agências noticiosas e que também exibe Obama a falar a partir da Casa Branca no dia em que ele declarou aos Americanos que havia autorizado ataques aéreos no Iraque, mostra James Foley, jornalista freelancer que estava associado à GlobalPost e que havia sido raptado enquanto trabalhava na Síria, a recitar ameaças aos Americanos antes de ser executado por um muçulmano do grupo EIIL (que falava inglês com sotaque britânico, o que só por si é bastante revelador dos problemas futuros que a Europa terá com os mais de 50 milhões de maometanos que já se encontram em terras Europeias).

Foley foi raptado sob ameaça de armas numa perto da povoação Taftanaz no norte da Síria, no dia de Acção de Graças de 2012. Durante todo o tempo que entretanto passou, não se obteve qualquer notícia do seu paradeiro nem da sua condição. O pai de Foley, John Foley, afirmou:

Não soubemos de nada. Nada. A última coisa que soubemos foi que ele havia sido raptado no dia de Acção de Graças de 2012 na província de Idlib, mas não sabemos quem o levou ou o porquê dele ter sido raptado.

Foley, oriundo de Rochester (New Hampshire) viajou extensivamente pelo Médio Oriente e pelo Norte de África, reportando conflictos no Iraque, no Afeganistão e na Líbia, onde ele chegou a estar cativo durante 44 dias. Em Maio de 2011 Foley gravou uma entrevista-vídeo para o The Boston Globe sobre a sua prisão e cativeiro na Líbia:

Ninguém quer ser definido como aquele homem que foi capturado em 2011. Acredito que o jornalismo das linhas da frente é importante.

No video do assassinato de Foley, os muçulmanos do EIIL declararam ter na sua posse um segundo jornalista, Steven Joel Sotloff. Depois da decapitação de Foley, um muçulmano é visto junto de Sotloff e a declarar, "Obama, a vida deste cidadão Americano está na tuas mãos!" Sotloff, um freelancer que trabalhou para várias organizações noticiosas, desapareceu na Síria em Agosto de 2013.

Numa mensagem colocada na página do Facebook com o nome de “Free James Foley,” a mãe de Foley, Diane, disse que estava orgulhosa do seu filho, e pediu "privacidade para os dias que se seguem."

A porta-voz do "National Security Council" da Casa Branca, Caitlin Hayden, disse que a "comunidade dos serviços secretos está a operar o mais rapidamente possível" para determinar a autenticidade do video:

Se for confirmado como genuíno, então nós estamos estarrecidos com o brutal assassinato dum inocente jornalista Americano, e expressamos as nossas profundas condolências à família e aos seus amigos.

Modificado a partir do original

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O Alcorão ordena os maometanos a castigar aqueles que "semeiam a corrupção" em terras islâmicas [5:33]:

O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.


Infelizmente, o crime de "semear a corrupção" é tão vago que os maometanos podem usar este versículo para matar quem quer que seja, incluindo um repórter inocente como James Wright Foley. Qualquer pessoa pode ser acusada de "semear a corrupção" e ser vítima de assassinato desde que um muçulmano assim considere. O simples facto de Foley pagar impostos ao governo Americano é o suficiente para ele ser acusado de financiar o inimigo, o que também é motivo para os maometanos o considerarem um alvo legítimo.

A reacção islâmica ao bárbaro assassinato de Foley é mais ou menos o que já sabe (embora a elite esquerdista ocidental se recuse a fazer a ligação entre os actos islâmicos e a teologia islâmica): 










Ou seja, a culpa da decapitação de Foley é de Obama, mas ao mesmo tempo, não há nada de mal em decapitar os "inimigos de Alá". Este tipo de racionalização islâmica é bem comum entre os maometanos.

domingo, 24 de Agosto de 2014

Porta-Voz do Estado Islâmico que ameaçou "Içar a Bandeira de Alá Sobre a Casa Branca" morto na Síria

Porta-voz do EIIL Abu Mosa prometeu que iriam "humilhar" os Estados Unidos no campo de batalha e "içar a bandeira de Alá na Casa Branca" mas ele nunca chegará ver os seus planos em acção visto que o Exército Sírio tratou de colocar um fim à sua vida. Abu Mosa obteve fama mundial quando apareceu num documentário da Vice News, onde ele ameaçou seriamente os Estados Unidos:

Só digo isto aos Estados Unidos: o Califado Islâmico foi estabelecido e não será parado. Não sejam cobardes e ataquem-nos com drones. Em vez disso, enviem-nos os vossos soldados, os mesmos que humilhamos no Iraque. Nós iremos humilhá-los em todo o lugar, se Alá quiser, e iremos içar a bandeira de Alá na Casa Branca.

Mais tarde, na mesma semana, um apoiante do Estado Islâmico, fez um tweet da bandeira negra do EIIL (com o seu telefone) em frente à Casa Branca.

O grupo EIIL tem estado a escalar o seu conflito com os Estados Unidas, que tem levado a cabo ataques mísseis contra posições do EIIL no Iraque. Durante esta semana, os militantes decapitaram o jornalista James Foley, ao mesmo tempo que avisavam os Estados Unidos a não se envolverem no conflicto. No video da execução de Foley, o seu assassino afirmou:

Este é James Wright Foley, um cidadão Americano do vosso país. Como governo, vocês têm estado na linha da frente da agressão contra o Estado Islâmico.

Vocês fizeram planos contra nós, e saíram do vosso caminho só para arranjarem motivos para interferir nos nossos assuntos. Actualmente, a vossa força aérea militar está a atacar-nos diariamente no Iraque, e os vossos ataques causaram casualidades entre os muçulmanos.....

Qualquer tentativa tua, Obama, de negar aos muçulmanos os seus direitos de viver em segurança sob o califado Islâmico, resultará em mais derramamento de sangue entre o vosso povo.

Embora as notícias em torno da morte de Abu Mosa ainda não tenham sido confirmadas, uma conta do Twitter pró-EIIL mencionou a sua morte, dizendo que "O irmão Abu Mooussa foi martirizado durante confrontos mísseis" por parte do Exército Árabe Sírio em Raqqa.



Fonte: http://bit.ly/1AGHPAR


sábado, 23 de Agosto de 2014

Fatwa: Homens podem espiar as mulheres enquanto elas tomam banho

Clérigo islâmico Egípcio alegou que os homens podem espiar as mulheres enquanto elas tomam banho, o que gerou uma onda de indignação junto dos outros estudiosos islâmicos. Segundo Osama al-Qusi, pregador ultra-ortodoxo, os voyeurs podem olhar para as mulheres enquanto elas tomam banho, desde que eles tenham interesse em casar com elas.

Num video traduzido pela rede informativa al-Arabiya, al-Qusi afirma:

Se forem realmente honestos, e tiverem intenção de casar com essa mulher, e se tiverem a chance de se esconder e observá-la em segredo e ver as coisas que normalmente elas não te deixariam ver antes do casamento, então é perfeitamente aceitável espiar a mulher desde que as vossas intenções sejam puras.

Osama al-Qusi
As palavras de al-Qusi geraram um forte criticismo por parte de aqueles que afirmam que ele está a usar a religião islâmica para obter algum tipo de atenção. O primeiro-ministro Egípcio para os assuntos religiosos, Mohamed Mokhtar, condenou o clérigo e "todos da sua laia", afirmando:

Onde está a glória e a masculinidade em observar uma mulher a tomar banho? Será que permitiria que isto acontecesse à sua filha?

Mokhtar ressalvou que as fatwas, ou éditos islâmicos, só podem ser emitidas por clérigos qualificados, e denunciou as alegações de al-Qusi como anátemas para o islão.

O ministro confirmou também que tem planos de dar início uma campanha popular contra os ateus e contra extremistas islâmicos, havendo já proibido dezenas de milhares de pregadores ilegais - acusados de propagar ensinamentos extremistas - de trabalhar nas mesquitas Egípcias.

Nos anos mais recentes, clérigos excêntricos do Egipto têm sido regularmente ridicularizados devido às suas declarações de linha dura. Um desses pregadores islâmicos apelou à destruição dos ícones Faraónicos, ao mesmo tempo que outro afirmou que os condutores maometanos (presumivelmente taxistas) não deveriam levar sacerdotes Cristãos às suas igrejas. Mas ambas as declarações são consideradas fora da crença mainstream islâmica.

Fonte: http://bit.ly/1p1tmwG.
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